Sem Glúten Sem Lactose https://www.semglutensemlactose.com Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos Wed, 04 May 2016 13:43:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.5.1 https://www.semglutensemlactose.com/wp-content/uploads/2016/04/logo-chapeu-grosso-144-fundobranco-52x52.png Sem Glúten Sem Lactose https://www.semglutensemlactose.com 32 32 Os sintomas da doença celíaca em Homens https://www.semglutensemlactose.com/artigos/os-sintomas-da-doenca-celiaca-em-homens/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=os-sintomas-da-doenca-celiaca-em-homens https://www.semglutensemlactose.com/artigos/os-sintomas-da-doenca-celiaca-em-homens/#respond Fri, 15 Apr 2016 18:49:26 +0000 https://www.semglutensemlactose.com/?p=12180 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Por Jane Anderson
Tradução: Google/Adaptação: Raquel Benati

Sintomas da doença celíaca masculina incluem a gama de sintomas “clássicos” – [...]

Os sintomas da doença celíaca em Homens
Samuel Costa

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Por Jane Anderson
Tradução: Google/Adaptação: Raquel Benati

homem_consulta_medico_800x500

Sintomas da doença celíaca masculina incluem a gama de sintomas “clássicos” – diarreia, perda de peso e fadiga aos sinais mais sutis do desse estado, tais como anemia e elevação das enzimas hepáticas .

É mais comum em homens que têm a doença celíaca ter sintomas clássicos quando são diagnosticados… mas que pode ser porque os médicos não tendem a suspeitar de doença celíaca em homens com sintomas atípicos e, em vez disso, fazem o diagnóstico só em homens que tem os sintomas clássicos. Além disso, os homens são menos propensos a procurar aconselhamento médico para problemas de saúde que as mulheres.

Não há dúvida de que os homens são diagnosticados com doença celíaca em cerca de metade da taxa de mulheres. Estudos mostram que a condição parece ocorrer um pouco menos freqüentemente em homens do que em mulheres, mas é também mais subdiagnosticada em homens do que em mulheres.

Sinais da doença celíaca masculinas incluem o baixo peso e refluxo

Sintomas da doença celíaca em homens e mulheres podem incluir uma variedade de condições digestivas, neurológicas e de pele. Aqui está uma visão abrangente: Sinais de doença celíaca variam muito, e às vezes não há mesmo nenhum sinal aparente .

Apenas um punhado de estudos analisaram especificamente quais sintomas da doença celíaca são mais comuns aos homens do que às mulheres, mas existem várias diferenças entre os sexos.

Por exemplo, os homens celíacos são mais propensos a estar abaixo do peso (um sintoma muitas vezes visto em conjunto com a “clássica” diarréia celíaca) e ter má absorção intestinal importante (o que significa que não estão absorvendo nutrientes dos alimentos que ingerimos).

Além disso, os homens parecem sofrer mais de refluxo relacionados com doença celíaca, e eles também exibem mais anormalidades do fígado do que as mulheres. Finalmente, os homens parecem ter taxas mais elevadas da erupção cutânea com comichão – Dermatite Herpetiforme (DH) do que as mulheres.

Condições autoimunes e Infertilidade comum em Homens Celíacos

A doença celíaca é uma condição autoimune, e os homens são menos propensos a ser diagnosticado com alguma doença autoimune (e não apenas a doença celíaca), quando comparado às mulheres.

No entanto, um estudo mostrou que cerca de 30% dos homens com a doença celíaca também teve uma outra condição autoimune (a mesma percentagem que as mulheres). Os resultados indicam que, ao contrário dos homens na população em geral, os homens que têm doença celíaca são tão suscetíveis quanto as mulheres celíacas para doenças autoimunes, como a doença da tiróide e síndrome de Sjögren .

Também parece haver uma ligação entre a doença celíaca e infertilidade masculina – homens com doença celíaca não diagnosticada têm taxas mais elevadas de esperma anormal e hormônios anormais. Ambas as características do esperma e níveis hormonais parecem melhorar e até mesmo normalizar sobre a dieta livre de glúten.

Por que os homens são subdiagnosticados com doença celíaca?

Vários pesquisadores têm especulado que menos homens são diagnosticados com a doença celíaca, porque eles são menos propensos do que as mulheres a procurar ajuda para problemas de saúde. Por isso, muitos homens são diagnosticados apenas quando ficam gravemente doentes – quando estão perdendo peso e não podem trabalhar devido ao cansaço e diarréia.

Enquanto isso, a doença celíaca silenciosa (ou seja, a doença celíaca sem sintomas) é provável que não seja diagnosticada em homens, a menos que eles estejam selecionados para a condição por algum motivo. Na verdade, o rastreio da doença celíaca em parentes próximos pega muitos homens que de outra forma não seriam diagnosticadas, uma vez que não poderia ter procurado o teste sem o impulso adicional de diagnóstico de um parente, independentemente de que eles tinham como sintomas.

Fontes:

Os sintomas da doença celíaca em Homens
Samuel Costa

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/os-sintomas-da-doenca-celiaca-em-homens/feed/ 0
Cozido à Portuguesa https://www.semglutensemlactose.com/receita/cozido-a-portuguesa/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cozido-a-portuguesa Mon, 11 Apr 2016 14:05:16 +0000 https://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=12165 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Receitinha deste site muito 10. A receita do Bolo dos Anjos também veio de lá. A Tita é muito caprichosa nas fotos.

Vamos experimentar um prato [...]

Cozido à Portuguesa
Samuel Costa

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Receitinha deste site muito 10. A receita do Bolo dos Anjos também veio de lá. A Tita é muito caprichosa nas fotos.

Vamos experimentar um prato típico daquela terra maravilhosa?

Cozido à Portuguesa
Porções Tempo Preparação
6pessoas ~50min.
Porções Tempo Preparação
6pessoas ~50min.
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Comece lavando muito bem as carnes e coloque numa panela de pressão, a carne de vaca, de porco, as orelhas de porco, e tempere com sal. Deixe cozinhar por cerca de 15-20min após levantar fervura.
  2. Retire a carne e coloque no caldo as cenouras, batatas e nabos em quartos, a hortelã e couve desfolhada e por cima os chouriços. Tempere com pouco sal e deixe cozer.
  3. Enquanto os legumes cozinham, corte as carnes em pedaços e coloque numa travessa.
  4. Posteriormente retire as chouriços da panela e corte-as também. Escorra os legumes depois de cozidos e reserve o caldo que dará uma bela “sopa do cozido”.
  5. Com este caldo faça o arroz e sirva juntamente com carne e os legumes.
Notas da Receita

Pode juntar no caldo os restos dos legumes e carnes, bem como umas massinhas Sem Glúten e servir no dia seguinte.

Cozido à Portuguesa
Samuel Costa

]]>
Bolo dos Anjos https://www.semglutensemlactose.com/receita/bolo-dos-anjos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bolo-dos-anjos Thu, 07 Apr 2016 19:16:05 +0000 https://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=12162 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Dica: Desenforme depois de frio e aplique o recheio ou cobertura a gosto. Sirva com um chá quente ou um suco natural fresco.

Receita retirada do site Receita e [...]

Bolo dos Anjos
Samuel Costa

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Dica: Desenforme depois de frio e aplique o recheio ou cobertura a gosto. Sirva com um chá quente ou um suco natural fresco.

Receita retirada do site Receita e Coisas.

Bolo dos Anjos
Porções
10fatias
Tempo Cozedura
35-45minutos
Porções
10fatias
Tempo Cozedura
35-45minutos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Comece por bater as claras em neve, com o sal fino e reserve-as. Pré-aqueça o forno a 180ºC.
  2. Numa taça grande junte as gemas, o açúcar e o sumo de limão (se for da sua preferência pode juntar a raspa, nós não usámos), bata os ingredientes em velocidade alta até que fique uma mistura bem cremosa e pálida.
  3. Misture a farinha à mão ou com a batedeira na velocidade mais baixa.
  4. Envolva as claras em neve neste preparado, sem bater para que não se perca muito ar, que é o que vai dar altura ao bolo.
  5. Verta a mistura para uma forma redonda sem buraco e leve ao forno por cerca de 35-45min, ou até que o palito saia limpo.

Bolo dos Anjos
Samuel Costa

]]>
Quatro grandes diferenças entre Doença Celíaca e Sensibilidade ao glúten não-celíaca https://www.semglutensemlactose.com/artigos/4-diferencas-doenca-celiaca-sensibilidade-ao-gluten/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=4-diferencas-doenca-celiaca-sensibilidade-ao-gluten Thu, 31 Mar 2016 20:26:10 +0000 https://www.semglutensemlactose.com/?p=12155 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Por Jefferson Adams – Publicado 08/05/2015

Adaptação: Raquel Benati

Embora seja verdade que todas as pessoas com doença [...]

Quatro grandes diferenças entre Doença Celíaca e Sensibilidade ao glúten não-celíaca
Samuel Costa

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Por Jefferson Adams – Publicado 08/05/2015

Adaptação: Raquel Benati

gluten

Embora seja verdade que todas as pessoas com doença celíaca sejam sensíveis ao glúten, nem todas as pessoas que são sensíveis ao glúten tem doença celíaca.

Vários estudos confirmaram a existência de Sensibilidade ao glúten não-celíaca (SGNC) , uma hipersensibilidade que provoca numerosos sintomas semelhantes aos da doença celíaca.

Há várias diferenças importantes entre a doença celíaca e SGNC:

  1. Nenhuma ligação hereditária: Ao contrário da doença celíaca, SGNC não é hereditária, e não apresenta qualquer componente genético (*pesquisas continuam sendo feitas para esclarecer se realmente não existe esse componente).
  2. Sem ligação com distúrbios relacionados com doença celíaca: Ao contrário da doença celíaca, SGNC até agora não está associada a má absorção, deficiências nutricionais, ou um maior risco de desenvolver doenças autoimunes ou doenças intestinais malignas.
  3. Sem marcadores sorológicos: Os pesquisadores, por enquanto, não identificaram mecanismos imunológicos ou marcadores sorológicos para SGNC. Isso significa que, ao contrário com a doença celíaca, não há testes de rastreio de indicadores que podem apontar para SGNC.
  4. Ausência de doença celíaca ou alergia ao trigo: Médicos diagnosticam SGNC excluindo a doença celíaca e alergia mediada por IgE ao trigo, e pela presença continuada de sintomas adversos associados com o consumo de glúten.

Diagnosticar a doença celíaca pode ser um desafio. Erro de diagnóstico é comum, e o diagnóstico final pode levar anos e visitas a numerosos médicos.

Devido a estas diferenças fundamentais, sensibilidade ao glúten não-celíaca é muitas vezes ainda mais escorregadia e difícil de confirmar que a doença celíaca, em si.

Comente abaixo como foi sua descoberta!

Bjos.

Quatro grandes diferenças entre Doença Celíaca e Sensibilidade ao glúten não-celíaca
Samuel Costa

]]>
Torta de Maçã https://www.semglutensemlactose.com/receita/torta-de-maca-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=torta-de-maca-2 Wed, 30 Mar 2016 17:15:26 +0000 https://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=12082 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Por Bapegil

Meu filho amava esta torta, mas quando foi diagnosticado com Doença Celíaca, tive que fazer uma adaptação para que ele pudesse comer.

Torta de Maçã CozinhaTorta de Maçã
Samuel Costa

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Por Bapegil

Meu filho amava esta torta, mas quando foi diagnosticado com Doença Celíaca, tive que fazer uma adaptação para que ele pudesse comer.

Torta de Maçã
Porções Tempo Preparação
20porções 1hora
Porções Tempo Preparação
20porções 1hora
Ingredientes
Massa
Creme
Espelho
Instruções de preparação
Massa
  1. Misture todos os ingredientes, forre o fundo e as laterais da fôrma, leve ao forno para assar. Dê umas espetadas com o garfo na massa, para que ela não estufe.
Creme
  1. Misture todos os ingredientes, leve ao fogo e faça um mingau, mexendo sempre. Cuidado para não grudar no fundo.
  2. Enquanto isso, a massa deve estar assada. Coloque o mingau nessa massa pronta. A seguir, coloque fatias de maçã, morango ou pêssego e cubra com esse espelho.
Espelho
  1. Leve os três ingredientes ao fogo. Deixe ferver bem e em seguida despeje por cima das frutas. Deixe esfriar e leve à geladeira. Desenformar depois de gelada.
Notas da Receita

OBS: É bom fazer essa torta num tipo de fôrma que possa tirar o fundo ou as laterais.

Torta de Maçã
Samuel Costa

]]>
Bolo de Fubá Cremoso https://www.semglutensemlactose.com/receita/bolo-de-fuba-cremoso/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bolo-de-fuba-cremoso Tue, 08 Mar 2016 17:12:34 +0000 https://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=12072 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Algumas chamam este bolo de bom-bocado. Ele é uma delícia mas nem sempre se acerta de primeira. Quentinho parece um pudim.

A camada de fubá embaixo ficou super fofinha. Depois que [...]

Bolo de Fubá Cremoso
Samuel Costa

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Algumas chamam este bolo de bom-bocado. Ele é uma delícia mas nem sempre se acerta de primeira. Quentinho parece um pudim.

A camada de fubá embaixo ficou super fofinha. Depois que o bolo esfria, tem a tendência de ficar mais dura, mas nada que uma leve aquecida no forno não resolva. Esse bolo fica muito mais gostoso quente, e se polvilhar canela fica melhor ainda!

Se estiver a fim de variar, coloca goiabada no meio dele que também fica muito bom!

Fonte: da querida Akemi do Pecado da Gula

Bolo de Fubá Cremoso
Obs. ingredientes correspondem a meia receita, caso prefira dobre a receita.
Porções Tempo Preparação
1/2receita 20min
Tempo Cozedura
50min
Porções Tempo Preparação
1/2receita 20min
Tempo Cozedura
50min
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Bata no liquidificador: o ovo, leites, açúcar e manteiga ghee. Acrescente o fubá e a farinha de arroz e bata por mais alguns minutos.
  2. Coloque o fermento e bata somente para misturar.
  3. Despeje em uma forma pequena e funda (untada e enfarinhada com farinha de arroz) e leve ao forno médio (180 graus) pré-aquecido por aproximadamente 50 minutos. Atenção: se utilizar uma forma muito grande as camadas não vão se formar.

Bolo de Fubá Cremoso
Samuel Costa

]]>
Alergia/Intolerância ao Glúten – Será que você realmente tem? https://www.semglutensemlactose.com/artigos/alergiaintolerancia-ao-gluten-sera-que-voce-realmente-tem/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=alergiaintolerancia-ao-gluten-sera-que-voce-realmente-tem Fri, 04 Mar 2016 18:43:14 +0000 https://www.semglutensemlactose.com/?p=11933 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Desde criança, o glúten faz parte de nossa vida através do trigo, cevada, centeio e aveia. São pães, pizzas, bolos, biscoitos, bolachas, macarrão, bebidas, molhos, doces, salgados, enfim uma grande [...]

Alergia/Intolerância ao Glúten – Será que você realmente tem?
Samuel Costa

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Desde criança, o glúten faz parte de nossa vida através do trigo, cevada, centeio e aveia. São pães, pizzas, bolos, biscoitos, bolachas, macarrão, bebidas, molhos, doces, salgados, enfim uma grande variedade de produtos com glúten que consumimos de maneira tão automática que nem percebemos o quanto comemos e nem o como nos sentimos depois que comemos. Por isto, muitos adultos que são alérgicos/intolerantes ou sensíveis ao glúten em maior ou menor proporção, desconhecem seu quadro clínico, pois muitos dos sintomas e mal estar que são sentidos, por serem diversificados, se confundem com outras doenças, levando a erros de diagnóstico.

Alergia/Intolerância ao Glúten – Será que você realmente tem?

Se você ainda não tem claro para si, se desenvolveu a alergia/intolerância ou sensibilidade ao glúten devido a esta diversidade de sintomas e diagnóstico pouco transparente, te convido a fazer o AUTOTESTE abaixo, disponibilizado no Blog Dieta sem Glúten para entender se você está ou não no hall da alergia, intolerância ou sensibilidade a proteína:

Identifique quais os sintomas que se aplicam a você nos diversos ambitos e anote em uma folha:

  • Digestivo
    • Desejo de comer coisas feitas com trigo
    • Barriga estufada / Gases
    • Síndrome do Intestino Irritável
    • Refluxo ácido
    • Prisão de ventre
    • Diarréia
    • Falta de apetite
    • Problemas de peso
    • Anemia ferropriva
    • Indigestão
    • Náusea
  • Neurológico
    • Dores de cabeça
    • Enxaqueca
    • Problemas de memória
    • Confusão mental
    • Falta de concentração
    • TDAH ( déficit de atenção / hiperatividade )
    • Dores articulares e / ou dores musculares
    • Ataxia
    • Fibromialgia
  • Hormonal
    • Fadiga
    • Problemas de sono
    • Depressão
    • Ansiedade
    • Irritabilidade
    • Mudanças de humor
    • Problemas menstruais
    • Infertilidade masculina e feminina e / ou aborto
    • Problemas de tireoide
    • Osteoporose ou osteopenia (você ou na sua família)
  • Sistema Imunológico
    • Você tem infecções facilmente
    • Congestão nasal
    • Asma
    • Erupção cutânea
    • Eczema
    • Psoríase
    • Elevação das enzimas hepáticas (transaminases)
    • Artrite, qualquer tipo – em você ou sua família
    • História de câncer – você ou sua família
    • Doença auto-imune, como diabetes, esclerose múltipla, Lupus – você ou sua família
    • Doença celíaca – você ou sua família

 Resultado:

  • Se você marcou 1-3 sintomas: a sensibilidade ao glúten pode estar desempenhando algum papel em seus problemas de saúde.
  • Se você marcou 4-7 sintomas: há uma possibilidade concreta de que você esteja sofrendo de sensibilidade ao glúten.
  • Se você marcou 8 ou mais sintomas: a probabilidade é forte de que a sensibilidade ao glúten está tendo um efeito negativo sobre sua saúde.

Se você percebeu a possibilidade de ter realmente a alergia/intolerância ou sensibilidade ao glúten, orientamos a fazer uma visita ao médico, manifestar suas percepções e solicitar alguns exames gástricos e testes de alergia que poderão confirmar ou não o quadro.

Enquanto isto experimente uma dieta livre de glúten por alguns dias; você sentirá um alívio nos sintomas e uma melhora na qualidade de vida. Mas como fazer para não comer glúten, você deve estar se perguntando? Procure uma nutricionista que lhe oriente sobre sua alimentação. Caso não tenha disponibilidade para isto, visite nosso site com diversas receitas, grupos nas redes sociais que trocam e disponibilizam receitas fáceis, práticas, simples e rápidas de fazer. Tenho certeza que você não passará fome por causa disto.

Por Tania R. Sanchess
Texto extraído do site Uma Vida Sustentável com Amor

Alergia/Intolerância ao Glúten – Será que você realmente tem?
Samuel Costa

]]>
7 sinais de intolerância ao glúten que todos ignoram! https://www.semglutensemlactose.com/artigos/7-sinais-de-intolerancia-ao-gluten-que-todos-ignoram/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=7-sinais-de-intolerancia-ao-gluten-que-todos-ignoram Wed, 02 Mar 2016 14:03:34 +0000 https://www.semglutensemlactose.com/?p=11926 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Saiba que a grande maioria das pessoas que têm uma intolerância ao glúten, são pessoas [...]

7 sinais de intolerância ao glúten que todos ignoram!
Samuel Costa

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

7 sinais de intolerância ao glúten que todos ignoram

Saiba que a grande maioria das pessoas que têm uma intolerância ao glúten, são pessoas a quem ainda não lhe foi diagnosticada, será que você é um deles?

Nem sempre o diagnóstico é de reconhecendo fácil, visto que a sensibilidade ao glúten tem sintomas que podem se sobrepor a outros problemas de saúde tornando-se difícil distinguir.

É importante você saber que muitos destes sintomas podem se manifestar logo após as suas refeições e podem desaparecer rapidamente. Em outros casos, os sintomas podem ficar por algumas semanas ou tornaram-se crônicos.

Confira aqui uma lista de 7 sintomas que pode ajudar a diagnosticar uma sensibilidade ao glúten:

  1. Tonturas ou Vertigens: Se sentir falta de equilíbrio pode ser um sinal de intolerância ao glúten.
  2. Doenças auto-imunes: Certamente não em todos os casos, mas alguns casos com problemas de tiroidite de Hashimoto, artrite reumatóide, colite ulcerativa, lúpus, escleroderma, esclerose múltipla, psoríase, são doenças onde a taxa intolerância ao glúten é bem alta.
  3. Fadiga Crônica: Se sentir uma fadiga quase constante, confusão mental, e sensação de cansaço, especialmente após as refeições consulte um médico, poderá ser apenas uma intolerância ao glúten.
  4. Queratose pilar: também conhecido como “pele de galinha” que se manifesta normalmente nas costas dos braços e coxa é o resultado de deficiência de ácidos graxos causados ​​pelo glúten.
  5. Fibromialgia: Algumas pessoas diagnosticadas com fibromialgia e fadigas crônicas realmente têm intolerância ao glúten, mas não percebem isso. Se você foi diagnosticado, considere o glúten como a causa potencial.
  6. Dores de cabeça persistentes: Enxaquecas e dores de cabeça persistentes é outro sinal potencial da sua intolerância ao glúten. Eles também podem ser sinais de desidratação e outras desordens.
  7. Problemas digestivos crônicos: gases, diarreia, inchaço e  que persiste aparentemente sem causa é um dos sinais mais evidentes. A obstipação é um sinal comum de intolerância ao glúten em crianças.

Como viver com intolerância ao glúten

Após o diagnóstico de intolerância ao glúten, deve-se retirar da dieta todos os alimentos que contenham essa proteína, como farinha de trigo, macarrão, pão, bolos e biscoitos. É possível encontrar diversos produtos especiais que não contêm essa proteína, como macarrão, pão, biscoitos e bolos feitos a partir de farinhas que são permitidas na dieta, como a farinha de arroz arroz, de mandioca, de milho, o fubá, a fécula de batata, fécula de mandioca, polvilho doce e polvilho azedo.

Fontes: MulherVIP e SOS-Saudável

7 sinais de intolerância ao glúten que todos ignoram!
Samuel Costa

]]>
Transmissão da Doença Celíaca https://www.semglutensemlactose.com/artigos/transmissao-da-doenca-celiaca/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=transmissao-da-doenca-celiaca Mon, 22 Feb 2016 18:15:49 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11904 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Por LORENA PÉREZ Tradução/Adaptação: Raquel Benati

A doença celíaca é uma doença autoimune desencadeada pela ingestão de glúten, que requer uma predisposição genética para se desenvolver. Assim, uma [...]

Transmissão da Doença Celíaca
Samuel Costa

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Por LORENA PÉREZ

Tradução/Adaptação: Raquel Benati

A doença celíaca é uma doença autoimune desencadeada pela ingestão de glúten, que requer uma predisposição genética para se desenvolver. Assim, uma família pode ter vários celíacos. Mas isso não significa nem que seja uma doença congênita nem que seja uma doença hereditária. Vamos explicar como ocorre a transmissão da doença celíaca.

Embora nos últimos anos tenha havido uma série de avanços no estudo da doença celíaca, métodos de diagnóstico, testes e das doenças relacionadas, a ciência ainda não encontrou a explicação exata sobre o que dispara o gatilho da doença celíaca e como acontece a transmissão entre membros da mesma família.

O que sabemos é que ela não é uma doença hereditária ou congénita. Não é congênita porque você não nasceu com ela, mas pode desenvolvê-la em qualquer momento da vida.

Também não é hereditária. Ou seja, a doença celíaca não é herdada de pai para filho, o que se herdada é o risco de desenvolvê-la. Ou seja, podemos herdar genes que estão associados com a doença celíaca e podem levar-nos a desenvolvê-la em algum momento da vida. Em particular, são os haplotipos HLA-DQ2 e HLA-DQ8, que estão diretamente associados à doença celíaca, embora ter estes genes não signifique  que acontecerá o desenvolvimento da doença, mas pode servir como um alerta,  segundo estudo do “New England Journal of Medicine” , para os pais que têm crianças com esta genética e assim serem capazes de fazer um diagnóstico na fase inicial da doença, antes que tenha havido graves danos ao intestino.

celicidad_transmissaoO diagnóstico precoce seria uma excelente notícia que, infelizmente, ainda está longe de ser alcançado de forma generalizada, de tão complicado que é diagnosticar a doença celíaca por causa de seu quadro sintomátológico difuso.

Como explicado no estudo publicado na NEJOM, mais de 1/4 das crianças com duas cópias (alfa e beta) de uma das variantes de alto risco (haplótipos HLA-DR3-DQ2 ) desenvolvem sintomas iniciais da doença ao redor de 5 anos de idade ou mais cedo. Ter esta variante dupla faz subir para 5 vezes o risco de desenvolver a doença em comparação com pessoas que têm outros haplótipos, como DR4-DQ8. Assim, poderíamos estar olhando para a evidência de como ocorre a transmissão da doença celíaca, independente que se desenvolva ou não.

Uma vez comprovada, portanto, a genética e que aparecem estes genes no DNA de uma criança, se pode implementar como afirmam no estudo, “um acompanhamento mais próximo para detectar a doença mais cedo, já que essas crianças seriam mais propensas a serem celíacas”.

Os especialistas dizem que a genética contribui com cerca de 75% para o desenvolvimento da doença celíaca, e  25% dependeria de fatores ambientais ainda a serem determinados. Fala-se do aleitamento materno, dieta, do momento em que se introduz os cereais com glúten na dieta, desenvolvimento de algum tipo de doença na infância, porém não são conhecidos com certeza quais os fatores ambientais que podem determinar o desenvolvimento da doença celíaca.

Quanto às chances de ter famíliares celíacos estima-se que entre 10% e 30% dos parentes de um celíaco também tem a doença celíaca, por isso os especialistas recomendam sempre  pesquisa dos membros da família porque muitas vezes não apresentam sintomas.

Texto Original

Transmissão da Doença Celíaca
Samuel Costa

]]>
Bolo Ovo https://www.semglutensemlactose.com/receita/bolo-ovo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bolo-ovo Thu, 18 Feb 2016 18:56:53 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11888 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Sabemos que existem milhares de pessoas, entre crianças e adultos, que sofrem de intolerância e alergia a lactose. Mas, e em festas de aniversário alguma ocasião especial? Quem sofre de alergias [...]

Bolo Ovo
Samuel Costa

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Sabemos que existem milhares de pessoas, entre crianças e adultos, que sofrem de intolerância e alergia a lactose. Mas, e em festas de aniversário alguma ocasião especial? Quem sofre de alergias ou intolerância à lactose não precisa se privar das delícias.

Bolo Ovo
Porções Tempo Preparação
6 a 8porções 30minutos
Tempo passivo
4horas
Porções Tempo Preparação
6 a 8porções 30minutos
Tempo passivo
4horas
Ingredientes
Massa
Leite Condensado
Recheio
Cobertura
Instruções de preparação
Massa
  1. Bata os ovos com o açúcar por aproximadamente 10 minutos até obter um creme claro e fofo. Enquanto isso peneire a farinha com o leite em pó em uma vasilha e reserve. Desligue a batedeira e incorpore delicadamente a farinha com o leite em pó. Unte com creme vegetal ou óleo e cubra 2 assadeiras retangulares de (22cm x 32cm) com papel manteiga untado e enfarinhado.
  2. Divida a massa em 2 partes iguais e distribua entre as assadeiras. Asse em forno, preaquecido, a 180°C por aproximadamente 12 minutos. Retire e reserve.
Leite Condensado
  1. Bata no liquidificador o creme vegetal, o açúcar e o leite vegetal em pó. Junte, aos poucos, ½ xícara (chá) de água fervente (100ml) sem parar de bater até obter uma mistura bem homogênea. Retire do liquidificador e deixe descansar por uma hora.
Recheio
  1. Misture todos os ingredientes e leve ao fogo médio, sem parar de mexer até soltar do fundo da panela. Reserve.
Cobertura
  1. Leve todos os ingredientes da cobertura, exceto as nozes, ao fogo com 1 xícara (chá) de água (200ml). Ferva por aproximadamente 15 minutos ou até ficar com uma textura parecida com a de brigadeiro mole. Reserve.
Montagem
  1. Forre um molde de ovo de páscoa de 500g com filme plástico. Coloque metade de uma das massas em toda a parte côncava do molde. Pique e misture ao recheio a outra metade da massa e preencha o ovo. Com a massa restante tampe o ovo. Cubra com filme e refrigere por 4 horas.
  2. Vire o molde em um prato para bolo e, com o auxílio de uma espátula, cubra toda a superfície do ovo com a cobertura fria e decore com as nozes inteiras.
Notas da Receita

Dica: Pode-se rechear o bolo com brigadeiro sem lactose.

Bolo Ovo
Samuel Costa

]]>
Coxinha sem Glúten https://www.semglutensemlactose.com/receita/coxinha-sem-gluten/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=coxinha-sem-gluten Thu, 18 Feb 2016 15:40:41 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11886 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Fonte: Urbano

Coxinha sem Glúten Coxinha sem glúten, dá para acreditar? Agora a paixão nacional pode ser aproveitada por quem tem intolerância ao glúten, então anote a receita. [...]

Coxinha sem Glúten
Samuel Costa

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Fonte: Urbano

Coxinha sem Glúten
Coxinha sem glúten, dá para acreditar? Agora a paixão nacional pode ser aproveitada por quem tem intolerância ao glúten, então anote a receita.
Tempo Preparação
2horas
Tempo Preparação
2horas
Ingredientes
Recheio
Massa
Instruções de preparação
Recheio
  1. Cozinhe o frango em água com alho e sal.
  2. Depois de esfriar, desfie o frango em um processador.
  3. Refogue a cebola, o alho, os tomates e o tempero pronto com sal em óleo e azeite bem quente.
  4. Desligue o fogo e adicione a salsa.
Massa
  1. Ferva o caldo de frango com a margarina, o tempero pronto, o sal, a salsa e a batata.
  2. Acrescente a farinha de arroz aos poucos, mexendo até desgrudar da panela. Deixe esfriar em uma vasilha e sove a massa.
  3. Abra-a na mão em pequenos círculos. Recheie e amasse para ficar na forma da coxinha. Depois, molhe levemente em água, passe no fubá e frite em óleo bem quente, deixando-as douradas.

Coxinha sem Glúten
Samuel Costa

]]>
Novo Teste Detecta se uma Criança tem a Doença Celíaca com uma Picada no Dedo https://www.semglutensemlactose.com/artigos/novo-teste-detecta-se-uma-crianca-tem-a-doenca-celiaca-com-uma-picada-no-dedo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=novo-teste-detecta-se-uma-crianca-tem-a-doenca-celiaca-com-uma-picada-no-dedo Tue, 16 Feb 2016 18:33:47 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11873 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Rápida, econômica e não invasiva, nova técnica permite descobrir se uma criança entre 2 e 4 anos sofre da doença celíaca com uma simples picada no dedo.

Novo Teste Detecta se uma Criança tem a Doença Celíaca com uma Picada no Dedo
Samuel Costa

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Rápida, econômica e não invasiva, nova técnica permite descobrir se uma criança entre 2 e 4 anos sofre da doença celíaca com uma simples picada no dedo.

Vega Almazán Fernández de BobadillaAinda desconhecida pela grande maioria da população, alguns estudos afirmam que uma em cada 100 pessoas no mundo é portadora da Doença Celíaca e que mais da metade dessas pessoas não sabem que estão doentes!

Atualmente o diagnóstico da enfermidade é realizado através de exames de sangue e a confirmação através de uma amostra do tecido do intestino delgado que é colhida através de uma endoscopia com biópsia, o que pode se tornar doloroso para crianças pequenas.

A boa notícia vem da Espanha, onde cientistas da Universidade de Granada desenvolveram uma nova técnica simples e não invasiva para detectar, com apenas uma picada no dedo, se uma criança entre dois e quatro anos pode ser celíaca.

Conforme relatado pela Universidade de Granada, este sistema não requer uma pessoa experiente (embora a confirmação do diagnóstico da Doença Celíaca deva ser realizada por um médico) e não tem a necessidade de coleta de sangue. A técnica, semelhante ao do teste de gravidez, é feito em dez minutos e custa cerca de 12 euros por dispositivo.

Maria Vega Almazan Fernandez de Bobadilla, pesquisadora do Departamento de Pediatria da Universidade de Granada, explica que a ideia para este trabalho veio para tentar responder à pergunta “qual a prevalência oculta ou silenciosa, que passa despercebida aos olhos dos médicos e do próprio paciente, existe na Doença Celíaca?”

Doença Celíaca Silenciosa

A Doença Celíaca silenciosa é aquela que passa despercebida aos olhos do médico por reunir pequenos sintomas imperceptíveis até para o próprio paciente. A Doença Celíaca é uma desordem sistêmica autoimune causada pela intolerância permanente ao glúten (contido no trigo, cevada, centeio e malte) e ocorre em pessoas com tendência genética à doença. A enfermidade manifesta-se por sintomas intestinais (má absorção intestinal, distensão abdominal, diarreia, dor abdominal) e outros como dor nas articulações, dor de cabeça, etc.

Diagnóstico da Doença Celíaca

Atualmente, para diagnosticar a Doença Celíaca, é necessária uma combinação de sintomas clínicos, testes sanguíneos e uma biópsia intestinal.
O objetivo do estudo realizado na Universidade de Granada foi estudar a prevalência silenciosa da Doença Celíaca entre os 2 e 4 anos de idade, para o qual utilizaram um novo dispositivo que permite detectar os marcadores da enfermidade no sangue capilar do paciente.

“Basta apenas um furo no dedo da criança para extrair uma gota de sangue que é colocada sobre o dispositivo e, caso a criança possua a Doença Celíaca, aparecerá uma linha colorida rosa, semelhante aos testes de gravidez, que significará que em seu sangue existem marcadores característicos da enfermidade”, explica Maria Veja Almazan.

Resultados do Estudo

Um resultado positivo neste novo dispositivo necessita de confirmação da Doença Celíaca com a análise de sangue e medição de anticorpos da doença por outros métodos, mas um resultado negativo permitirá descartar a enfermidade com bastante segurança.

O estudo com o dispositivo permitiu detectar 6 crianças celíacas das 198 estudadas (uma prevalência muito alta de 3%, acima da média europeia), quando todos elas eram assintomáticas ou com sintomas imperceptíveis da doença. A confirmação do diagnóstico das 6 crianças foi realizada pela unidade de Gastrenterologia Infantil do Hospital Virgen de las Nieves de Granada, onde se procedeu a endoscopia e biópsia.

“Este é um estudo inovador, declara Maria Vega Almazan. Ter este tipo de diagnóstico na consulta com o médico ou pediatra permitiria encontrar os casos da Doença Celíaca que não são diagnosticados devido aos seus sintomas atípicos e evitar procedimentos clínicos e encaminhamentos desnecessários, uma vez que um resultado negativo evitaria a necessidade de extração de sangue ou encaminhamento para consultas especializadas.”

A Universidade de Granada não informa quando os dispositivos estarão disponíveis para os médicos ou mesmo se serão vendidos no mercado.

Fonte:
Universidad de Granada

Tradução:
Empório Ecco

Novo Teste Detecta se uma Criança tem a Doença Celíaca com uma Picada no Dedo
Samuel Costa

]]>
Pudim de Chia https://www.semglutensemlactose.com/artigos/pudim-de-chia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=pudim-de-chia Fri, 02 Oct 2015 14:14:21 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11776 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Há algum tempo tenho ouvido falar do Pudim de Chia, ou Chia Pudding em inglês. Essa é uma receita super nutritiva e muito fácil de fazer, pode ser consumida no [...]

Pudim de Chia
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Há algum tempo tenho ouvido falar do Pudim de Chia, ou Chia Pudding em inglês. Essa é uma receita super nutritiva e muito fácil de fazer, pode ser consumida no café da manhã ou de lanchinho. Achei um link muito legal do nosso parceiro Detox Market e quis compartilhar com você. Olha só como fica lindo e delicioso!

Pudim de Chia

O que você vai precisar?

Ingredientes:

  • 2 col. de sopa de semente de chia
  • 150 ml de leite vegetal **
  • frutas de sua preferência (morango, banana, amora, manga, romã, mamão, etc)
  • 2 col. de sopa de granola sem glúten (ou cereais de sua preferência)

** eu gosto de fazer com leite de amêndoas caseiro, tem a receita aqui no índice, ou use leite de coco light.

Preparo:

À noite antes de dormir hidrate a semente de chia no leite vegetal, coloque em um recipinete de vidro com tampa e misture bem. Esse passo é super importante porque se não ela vai ficar boiando e não vai pegar a textura de gel = pudim. Deixe na geladeira até o dia seguinte.

Pela manhã monte o seu pudim em uma tacinha para ficar bem bonito, coloque primeiro uma camada do gel de chia, em seguida as frutas e por último a granola.

Viu como é fácil, faz que você vai amar.

Receita: Detox Market
Foto: mittkok.expressen

Pudim de Chia
Débora Pusebon

]]>
Macarrão com Atum Fresco https://www.semglutensemlactose.com/receita/macarrao-com-atum-fresco/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=macarrao-com-atum-fresco https://www.semglutensemlactose.com/receita/macarrao-com-atum-fresco/#comments Wed, 06 May 2015 22:36:04 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11759 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Domingo, 10/05, é o dia de celebrar a rainha de todos os lares: as mães. E, para surpreendê-las apresentamos uma opção prática, saborosa e equilibrada: macarrão com atum fresco.

O [...]

Macarrão com Atum Fresco
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Domingo, 10/05, é o dia de celebrar a rainha de todos os lares: as mães. E, para surpreendê-las apresentamos uma opção prática, saborosa e equilibrada: macarrão com atum fresco.

O atum é um alimento muito nutritivo, rico em proteínas de alta qualidade e contém nutrientes importantes como selênio, magnésio e gorduras poli-insaturadas (as “gorduras boas”), como o ômega 3, que contribui com  a saúde do coração. O consumo de peixes frescos em substituição a carne vermelha é recomendado já que pode auxiliar na prevenção de doenças como as cardiovasculares.

Assim, mãos à massa. Afinal, elas merecem ser paparicadas com uma receita nutritiva e deliciosa como esta!

Dica:Reserve a água do cozimento do macarrão para escaldá-lo.

Receita e foto: Becel.

 

Macarrão com Atum Fresco
Porções Tempo Preparação
6porções 25minutos
Tempo Cozedura
25minutos
Porções Tempo Preparação
6porções 25minutos
Tempo Cozedura
25minutos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Pré-aqueça o forno em temperatura média (180°C).
  2. Em uma assadeira pequena, coloque os tomates e as cebolas. Leve-os ao forno por 25 minutos, ou até dourar. Acrescente 1 colher (sopa) do creme vegetal BECEL sabor manteiga e misture. Reserve em local aquecido.
  3. Cozinhe o macarrão, conforme as instruções da embalagem. Escorra-o e reserve.
  4. Em uma tigela, tempere o peixe com o alho e o sal. Reserve.
  5. Em uma frigideira média, aqueça 2 colheres (sopa) do creme vegetal em fogo médio e grelhe o peixe aos poucos. Reserve.
  6. Escalde o macarrão e coloque-o em uma tigela. Acrescente o creme vegetal BECEL sabor manteiga e o peixe, e misture tudo delicadamente.
  7. Coloque a mistura em uma travessa e cubra-a com o molho de cebolas e os tomates reservados.
  8. Salpique a cebolinha por cima e sirva em seguida.

Macarrão com Atum Fresco
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/macarrao-com-atum-fresco/feed/ 1
Páscoa – Dicas e Receitas para você saborear https://www.semglutensemlactose.com/artigos/pascoa-dicas-e-receitas-para-voce-saborear/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=pascoa-dicas-e-receitas-para-voce-saborear https://www.semglutensemlactose.com/artigos/pascoa-dicas-e-receitas-para-voce-saborear/#comments Sat, 21 Mar 2015 17:38:35 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11736 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Sabemos que existem milhares de pessoas, entre crianças e adultos, que sofrem de intolerância e alergia a lactose. Mas, e na época de Páscoa? Quem sofre de alergias ou intolerância [...]

Páscoa – Dicas e Receitas para você saborear
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Sabemos que existem milhares de pessoas, entre crianças e adultos, que sofrem de intolerância e alergia a lactose. Mas, e na época de Páscoa? Quem sofre de alergias ou intolerância à lactose não precisa se privar das delícias da Páscoa. Por isso selecionamos algumas receitas bem legais e gostosas para você saborear!

bolo ovo sem glúten sem lactose

BOLO OVO SEM GLÚTEN E SEM LACTOSE

Ingredientes

Massa:

  • 9 ovos
  • ¾ de xícara (chá) de açúcar (120g)
  • ¾ de xícara (chá) de farinha de arroz (90g)
  • 3 colheres de sopa de leite vegetal em pó

Leite condensado:

  • 1 colher (sopa) de creme vegetal
  • 1 ½ xícara (chá) de açúcar (240g)
  • 1 xícara (chá) de leite vegetal em pó (156g)

Recheio:

  • ½ receita de leite condensado feita anteriormente (145ml)
  • 80g de nozes picadas
  • ½ colher (sopa) de cacau em pó
  • 1 gema
  • 1 ovo
  • ⅕ colher (sopa) de creme vegetal (7g)

Cobertura:

  • 2 colheres de (sopa) de leite vegetal em pó
  • ½ xícara de (chá) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de cacau em pó
  • 15 unidades de nozes inteiras para decorar

Modo de preparo:

Massa:

  1. Bata os ovos com o açúcar por aproximadamente 10 minutos até obter um creme claro e fofo. Enquanto isso peneire a farinha com o leite em pó em uma vasilha e reserve. Desligue a batedeira e incorpore delicadamente a farinha com o leite em pó. Unte com creme vegetal ou óleo e cubra 2 assadeiras retangulares de (22cm x 32cm)  com papel manteiga untado e enfarinhado.
  2. Divida a massa em 2 partes iguais e distribua entre as assadeiras. Asse em forno, preaquecido, a180°C por aproximadamente 12 minutos. Retire e reserve.

Leite condensado:

  1. Bata no liquidificador o creme vegetal, o açúcar e o leite vegetal em pó. Junte, aos poucos, ½ xícara (chá) de água fervente (100ml) sem parar de bater até obter uma mistura bem homogênea. Retire do liquidificador e deixe descansar por uma hora.

Recheio:

  1. Misture todos os ingredientes e leve ao fogo médio, sem parar de mexer até soltar do fundo da panela. Reserve.

Cobertura:

  1. Leve todos os ingredientes da cobertura, exceto as nozes, ao fogo com 1 xícara (chá) de água (200ml). Ferva por aproximadamente 15 minutos ou até ficar com uma textura parecida com a de brigadeiro mole. Reserve.

Montagem:

  1. Forre um molde de ovo de páscoa de 500g com filme plástico. Coloque metade de uma das massas em toda a parte côncava do molde. Pique e misture ao recheio a outra metade da massa e preencha o ovo. Com a massa restante tampe o ovo. Cubra com filme e refrigere por 4 horas.
  2. Vire o molde em um prato para bolo e, com o auxílio de uma espátula, cubra toda a superfície do ovo com a cobertura fria e decore com as nozes inteiras.

Rendimento: 6 a 8 porções
Tempo de preparo: 30 minutos
Dica: Pode-se rechear o bolo com brigadeiro sem lactose.

 

brigadeiro sem glúten sem lactose

BRIGADEIRO SEM GLÚTEN E SEM LACTOSE

Ingredientes:

  • 1/2 xícara (chá) de leite vegetal em pó (78g)
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de cacau em pó
  • 1 colher (sopa) de glucose de milho
  • 200g de chocolate granulado

Modo de Preparo:

  1. Coloque 1/2 xícara (chá) de água no liqüidificador, junte o leite vegetal em pó, o açúcar, o cacau em pó e a glucose de milho. Bata até obter uma mistura homogênea.
  2. Passe para uma panela e leve ao fogo baixo, mexendo continuamente por 8 a 10 minutos, ou até que a massa comece a se soltar da panela. Passe para um prato untado com óleo de milho e deixe esfriar completamente.
  3. Pegue pequenas porções de doce com uma colher de chá, enrole e passe no chocolate granulado. Em seguida, acomode-os em forminhas de papel e coloque num prato grande.

Rendimento: 30 docinhos.

 

trufa sem glúten sem lactose
TRUFA SEM GLÚTEN E SEM LACTOSE

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de leite vegetal em pól (156 g)
  • 4 gemas peneiradas (80 g)
  • ½ colher (sopa) de margarina sem leite(7 g)
  • 1 xícara (chá) de açúcar (160 g)
  • 3 colheres (sopa) de cacau em pó (18 g)
  • 2 colheres (sopa) de licor de laranja (Cointreau) (26 ml)
  • 100 g de cacau em pó para finalizar

Modo de Preparo:

  1. Bata ½ xícara (chá) de água (100 ml), o SupraSoy, as gemas, o açúcar e o cacau no liquidificador até obter uma mistura homogênea.
  2. Transfira a mistura para uma panela pequena e leve ao fogo médio, mexendo sempre, até ferver. Reduza o fogo para a chama mínima e cozinhe por mais 4 minutos, ou até adquirir consistência de brigadeiro de colher (um pouco antes do ponto de brigadeiro convencional).
  3. Desligue o fogo e junte o licor de laranja. Transfira o doce para um prato ligeiramente untado com óleo e leve à geladeira para esfriar.
  4. Pegue porções do doce com uma colher de chá e, com o auxílio de outra colher de chá, modele as trufas, passando-as de uma colher para a outra. Depois, passe as trufas moldadas diretamente para um recipiente com o cacau em pó e role-as delicadamente para que toda a sua superfície fique envolta pelo cacau.

Rendimento: 30 unidades
Tempo de preparo: 30 minutos
Variação: Troque o Cointreau por rum ou kirsch (licor de cereja).
Dica: As trufas podem ser conservadas por até 2 dias fora da geladeira ou 5 dias em geladeira.

 

creme de framboesa sem glúten sem lactose

CREME DE CHOCOLATE E FRAMBOESA SEM GLÚTEN E SEM LACTOSE

Ingredientes:

  • ½ xícara (chá) de leite vegetal em pó (65g)
  • ¾ xícara (chá) de açúcar (120 g)
  • ¼ xícara (chá) de amido de milho (25 g)
  • 4 colheres (sopa) de chocolate em pó (40g)
  • 1 colher (chá) de gelatina em pó (8g)

Calda:

  • 200 g de polpa de framboesa congelada
  • 3/4 xícara (chá) de açúcar (120 g)
  • Suco de meio limão (30g)

Modo de preparo:

  1. Misture em uma panela média o SupraSoy, o açúcar, o amido de milho e o chocolate em pó junto com 2 xícaras (chá) de água (400 ml). Cozinhe em fogo médio-baixo mexendo sempre até adquirir consistência de um creme espesso. Transfira o creme para uma vasilha e deixe amornar, mexendo de vez em quando para não formar uma película na superfície.
  2. Hidrate a gelatina em 3 colheres (chá) de água e derreta-a levando ao micro-ondas em potência média por 20 segundos.
  3. Junte a gelatina ao creme e misture bem. Distribua o creme nos potinhos em que for servir e leve à geladeira por pelo menos uma hora para adquirir consistência.
  4. Enquanto isso faça a calda: cozinhe a framboesa junto com o açúcar e o suco de limão em fogo médio-baixo por cerca de 15 minutos ou até engrossar levemente, deixe esfriar.
  5. Sirva o creme junto com a calda de framboesa já fria.

Rendimento: 8 porções
Tempo de preparo: 35 minutos

Fonte: Suprasoy.

Páscoa – Dicas e Receitas para você saborear
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/pascoa-dicas-e-receitas-para-voce-saborear/feed/ 4
Quaresma: Peixes são a pedida da vez https://www.semglutensemlactose.com/artigos/quaresma-peixes-sao-a-pedida-da-vez/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quaresma-peixes-sao-a-pedida-da-vez https://www.semglutensemlactose.com/artigos/quaresma-peixes-sao-a-pedida-da-vez/#comments Thu, 19 Feb 2015 13:03:51 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11727 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Além de rico em nutrientes, alimento é fácil de preparar; confira receitas gostosas e práticas.

Durante a quaresma, período que vai do final do carnaval até a Páscoa, as pessoas [...]

Quaresma: Peixes são a pedida da vez
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Além de rico em nutrientes, alimento é fácil de preparar; confira receitas gostosas e práticas.

Durante a quaresma, período que vai do final do carnaval até a Páscoa, as pessoas mais religiosas mantêm a tradição de não comer carne vermelha. O costume faz com que aumente o consumo de peixes, assim como a procura por receitas práticas e gostosas feitas com a iguaria.

Pensando nisso, o chef da CampCarne, Henrique Silva Campos, elaborou algumas opções simples que vão dar água na boca! “Os peixes podem ser preparados de diversas maneiras. Grelhado, cozido, ensopado, assado, frito, empanado, com molho e até mesmo cru, exemplo das comidas japonesas”, explica.

Anote as dicas:

RECEITA 1: Salmão ao molho de maracujá

salmao com maracuja sem gluten sem lactose

Ingredientes:

  • 4 unidades de postas de salmão
  • 4 colheres (sopa) de margarina sem leite ou azeite de oliva
  • suco de 2 limões grandes
  • sal e pimenta do reino a gosto
  • polpa de maracujá de 4 unidades
  • 1 xícara (chá) de suco de laranja
  • 8 colheres (sopa) de maionese que será usada no molho
  • 2 colheres (sopa) de suco de limão
  • 1 pitada de açúcar

Modo de Fazer:

Tempere as postas de salmão com suco de um limão, sal e pimenta a gosto. Grelhe as postas por 10 minutos, em uma frigideira com margarina ou óleo, até o peixe dourar dos dois lados. Retire do fogo e reserve. Para o molho, bata no liquidificador a polpa dos maracujás e o suco de laranja. Coe o suco e acrescente a maionese, mexendo até obter uma mistura homogênea. Aqueça em banho-maria ou em fogo baixo, sem deixar queimar e evaporar. Adicione 2 colheres de suco de limão, o açúcar e o sal e misture bem.

Para montar o prato, coloque o peixe e cubra com o molho. Como combinação, pode servir o arroz branco ou batatas cozidas. Para decorar, utilize sementes de maracujá.

RECEITA 2: Bacalhoada

bacalhoada

Ingredientes:

  • 1 Kg de bacalhau
  • ½ Kg de batata
  • ½ Kg de cenoura
  • 1 pimentão
  • 2 tomates
  • 2 cebolas
  • 1 colher (sopa) de extrato de tomate
  • leite de coco
  • azeitonas
  • alho, azeite de oliva, coentro e sal a gosto

Para o molho:

  • 1 ovo
  • 1 colher (sopa) de margarina sem leite
  • 1 colher e meia (sopa) de farinha de arroz
  • 2 copos de leite vegetal ou leite sem lactose
  • ½ xícara (chá) de creme de leite de soja ou de arroz, ou maionese industrializada
  • sal, noz-moscada e pimenta do reino a gosto

Modo de fazer:

Coloque o bacalhau de molho com um dia de antecedência e lembre-se de trocar de água sempre, até o momento do preparo do prato. No dia seguinte, escalde o peixe removendo as espinhas e a pele. Coe essa água e reserve. Na sequência, tempere o bacalhau já em lascas com coentro, alho e sal. Leve uma panela grande ao fogo com o azeite e as cebolas em rodelas. Aos poucos, adicione os tomates sem pele e sementes, o pimentão e as azeitonas. Junte então o bacalhau, o leite de coco, o extrato de tomate e um pouco da água do cozimento do peixe. Deixe cozinhar até o molho pegar consistência. Separadamente, cozinhe as cenouras e as batatas em rodelas. Elas serão usadas na arrumação do prato.

Molho:

Derreta a margarina e bata no liquidificador junto com a farinha e o leite. Leve ao fogo e mexa até engrossar. Em seguida junte o creme de soja ou arroz, a noz-moscada, a pimenta do reino, sal e o ovo batido. Pegue um refratário e unte com azeite e um dente de alho. Arrume as camadas alternando entre o bacalhau, as batatas e as cenouras. Jogue o molho e leve ao forno. Depois de gratinado, acrescentes as azeitonas para enfeitar. O ideal é servir com arroz branco.

RECEITA 3: Tilápia ao molho de alcaparras

tilapia alcaparras

Ingredientes:

  • 6 filés de tilápia
  • 1 dente de alho socado
  • 3 colheres (sopa) de vinho branco seco
  • sal e pimenta do reino a gosto

Para o molho:

  • 1 cebola picada
  • 3 colheres (sopa) de alcaparras
  • ½ maço de salsinha picada
  • 1 xícara (chá) de azeite de oliva
  • 2 colheres de molho de mostarda
  • sal e pimenta do reino a gosto

Modo de fazer:

Marinar os filés no vinho, alho, sal e pimenta e reservar. Para o molho, colocar a salsinha, a cebola e as alcaparras, sempre mexendo bem. Em seguida adicionar os demais ingredientes e reservar. Em uma frigideira, grelhe os filés do peixe até dourar. Para montar o prato, coloque o filé e cubra com o molho. Para acompanhar, sirva com arroz branco e purê de batatas ou batatas cozidas.

Quaresma: Peixes são a pedida da vez
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/quaresma-peixes-sao-a-pedida-da-vez/feed/ 2
A história de Andréa Simonetti Grando https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-andrea-simonetti-grando/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-de-andrea-simonetti-grando https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-andrea-simonetti-grando/#comments Thu, 18 Dec 2014 16:53:14 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11712 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Personagem: Andréa Simonetti Grando
Idade: 37 anos
Cidade: Cascavel/PR

A história

Há quatro anos, a vida alimentar de Andréa era normal. Pães, [...]

A história de Andréa Simonetti Grando
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

10850147_308501882686439_6507263481406208730_n

Personagem: Andréa Simonetti Grando
Idade: 37 anos
Cidade: Cascavel/PR

A história

Há quatro anos, a vida alimentar de Andréa era normal. Pães, bolos, bolachas e chocolates faziam parte da alimentação, mas as reações não eram tão normais assim. “Com o tempo, passei a sentir dores no estômago, queimação, dores no corpo e um mal-estar geral. Basicamente, tudo que eu comia me fazia mal”, conta. Diante disso, a saída foi consultar um médico. “Ele me pediu um exame de glúten e lactose e estava tudo elevado”, lembra. Além disso, Andréa também descobriu que tinha doença celíaca – e ela estava no último estágio. “Foi um susto pra mim! Depois disso, foram feitos outros exames como endoscopia com biópsias no estômago e intestino delgado e colonoscopia. Desde então, faço esses exames uma vez por ano para controlar a doença”, observa.

Andréa, apesar de ter levado um grande susto com todos esses resultados obtidos por meio dos exames, diz que se adaptou bem com a alimentação. “Para conviver bem [com as doenças], é preciso ter disciplina, aceitar as intolerâncias e seguir em frente de cabeça erguida. Minha vida mudou por completo, mas minha família foi parceira em tudo isso. Hoje, a alimentação deles é praticamente toda sem glúten, mas uma pessoa em especial, o meu marido, o Marcelo, tem sido o alicerce principal desde que descobri a doença. Me apoiou e me apoia em tudo, inclusive nas comidas e receitas que faz com muito amor”, relata.

Por ter descoberto as intolerâncias e doenças com níveis avançados, Andréa também desenvolveu outras limitações alimentares. Hoje, por exemplo, ela já sabe que possui outras alergias. “Tenho alergia à laranja, amendoim e limão”, enumera. Diante disso, mesmo com várias alternativas no mercado, ela confessa: ainda sente falta de alguns alimentos. “Sinto falta de comer muitas coisas. A alimentação sem glúten para mim, em determinados alimentos, não supre… Ela só ameniza as vontades – mas elas passam. Viver de bem com a vida é ter uma alimentação saudável e encarar os obstáculos. O que importa é ser feliz”, finaliza Andréa que, apesar das limitações, acredita que mesmo com algumas restrições alimentares, a vida pode sim ser completa (e repleta de motivos para sorrir).

 

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para:contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história de Andréa Simonetti Grando
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-andrea-simonetti-grando/feed/ 1
Receitas para a Ceia de Natal dos celíacos e intolerantes à lactose https://www.semglutensemlactose.com/artigos/receitas-para-a-ceia-de-natal-dos-celiacos-e-intolerantes-a-lactose/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=receitas-para-a-ceia-de-natal-dos-celiacos-e-intolerantes-a-lactose https://www.semglutensemlactose.com/artigos/receitas-para-a-ceia-de-natal-dos-celiacos-e-intolerantes-a-lactose/#comments Tue, 16 Dec 2014 16:20:27 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11708 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

A mesa também pode ser farta e saborosa nas festividades de final de ano de quem possui alguma restrição alimentar

Dezembro chegou [...]

Receitas para a Ceia de Natal dos celíacos e intolerantes à lactose
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

familia-ceia-de-natal

A mesa também pode ser farta e saborosa nas festividades de final de ano de quem possui alguma restrição alimentar

Dezembro chegou e muita gente já está contando os dias para reunir a família, trocar presentes e, claro, saborear todas as delícias típicas da Ceia de Natal, né? Bom, nem todo mundo. Para quem possui alguma intolerância alimentar, essas festividades podem acabar se transformando em um verdadeiro drama, já que o cardápio natalino, em sua maioria, inclui a lactose e o glúten entre os ingredientes.

Mas resolver isso pode ser bem mais simples do que parece. “Já existe no mercado uma variedade interessante de produtos que podem ser consumidos pelos celíacos e intolerantes à lactose sem problemas. E tendo esses produtos em mãos e um pouquinho de criatividade, é possível montar um cardápio bem variado sem abrir mão do sabor”, garante a jornalista e idealizadora do portal ‘Sem Glúten Sem Lactose’, Débora Pusebon.

Se você possui uma dieta restritiva ou vai receber alguém para a Ceia de Natal que têm intolerância ou alergia ao glúten ou à lactose, pegue papel e caneta para anotar essas receitas que a Débora nos ensinou para garantir uma mesa farta e que agrade todos os paladares:

ENTRADAS

Para recepcionar os convidados, você pode servir duas opções de entradas diferentes. A primeira são as Bruschettas feita com pão sem glúten, tomates cerejas cortados ao meio, azeitonas pretas picadas, cubinhos de tofú, manjericão fresco, alho picado e azeite de oliva extra virgem.

O preparo é bem fácil: misture os tomates, as azeitonas, o tofú e o alho picado e coloque sobre as fatias de pão sem glúten. Leve ao forno até o pão ficar grelhadinho. Salpique o manjericão fresco por cima, regue com azeite de oliva e sirva.

Outra opção bem saborosa e nutritiva são os Rolinhos de Berinjela e Abobrinha. Para essa receita, você vai precisar de 1 berinjela, 1 abobrinha, 100g de tomates secos, 100g de champignon, ceboletes, sal e azeite de oliva extra virgem.

Corte fatias finas de berinjela e abobrinha no sentido do comprimento, salpique sal e deixe-as descansando por aproximadamente 30 minutos. Lave-as para retirar o excesso de sal e seque bem com papel toalha. Grelhe as fatias de berinjela e abobrinha em uma frigideira untada com azeite. Recheie as fatias com tomate seco e champignon, enrole e amarre com as ceboletes. Prontinho. Aí é só servir.

PRATO PRINCIPAL

Ele não poderia ficar de fora da nossa ceia de Natal: o tradicional Peru Recheado! A dica aqui é substituir a margarina comum pela margarina sem leite e também utilizar preferencialmente a farinha de mandioca, que não contém glúten. Confira todos os ingredientes: 1 peru grande, 1 xícara (chá) de vinho branco, 5 colheres (sopa) de margarina sem leite, 8 colheres (sopa) de azeite, 200g de bacon cortado em cubinhos, 250g de azeitonas picadas,2 ½ cebolas grandes picadas, 1 ½ xícara (chá) de ameixas pretas picadas, 5 xícaras (chá) de farinha de mandioca, sal a gosto, 1 maço grande de cheiro verde picadinho e 1 pimenta dedo-de-moça picada.

Outro prato que combina muito bem com a época do Natal é a Bacalhoada! Essa receita é mais fácil de preparar que o peru e também é muito gostosa. Você pode montar da seguinte forma: azeite de oliva no fundo do refratário, depois rodelas de tomate, rodelas de batatas pré-cozidas, o bacalhau já dessalgado, rodelas de pimentão, ovos cozidos e azeitonas. Finalize com muito azeite de oliva e leve ao forno para assar durante 30 minutos.

ACOMPANHAMENTOS

Para servir junto com o prato principal, você pode preparar esse Risoto de Quinoa com Vegetais e Shitake. Os ingredientes são 1 xícara de quinoa, 4 ½ xícaras de caldo de legumes (natural), 1 colher de sopa de azeite extra virgem, ½ molho de cheiro verde picado, ½ xícara de cebola picada, 1 colher de chá de gengibre ralado, 1 dente de alho picado, 1 colher de sopa de talos de salsinha, 200g de shitake fatiado, 1 xícara de cenouras cortadas em meia lua, 1 xícara de milho cozido, 1 xícara de vagem francesa picada, 1 xícara de abobrinha verde picada, 1 xícara de tomate perinha ou cereja cortados ao meio, ½ colher de chá de mix de especiarias e sal marinho.

Modo de preparo: lave a quinoa em água corrente. Numa panela, junte a quinoa e 2 xícaras de caldo de legumes. Cozinhe em fogo alto. Quando ferver, abaixe o fogo e cozinhe com a panela tampada por 20 min. Reserve. Numa frigideira, coloque o azeite, a cebola, o alho, os cabos de salsinha e o gengibre. Salteie por alguns segundos.

Acrescente o shitake e salteie até dourá-lo. Junte a cenoura, o milho e a vagem. Salteie por mais 2 minutos. Junte a abobrinha e salteie por mais 1 minuto. Adicione 1 xícara do caldo de legumes e deixe cozinhar por 5 minutos. Tempere com sal e o mix de especiarias. Acrescente a quinoa, o restante do caldo de legumes e cozinhe por mais 5 minutos. Junte o tomate e misture delicadamente. Sirva imediatamente salpicado com salsinha.

Como opção de salada, sugerimos essa receita que leva Folhas verdes com Manga, Palmito e Tomate. É só dispor a rúcula, o alface, o agrião, a manga cortada em tiras, o palmito em rodelas e os tomates cerejas em um refratário e regar com azeite de oliva, suco de limão e usar sal marinho para temperar.

SOBREMESAS

Para deixar sua ceia completa, só falta a sobremesa! E a nossa sugestão é o Pudim Sem Leite. Você vai precisar de 6 ovos, 400 ml de leite de coco, 1 ½ xícara de açúcar comum, 1 pitada de sal, 1 xícara de açúcar mascavo, ¼ xícara de água quente e 2 colheres (sopa) de amido de milho.

Coloque o açúcar mascavo em uma forma para pudim com furo no centro, leve ao fogo bem baixo e deixe o açúcar derreter. Assim que estiver dourado, coloque a água quente com cuidado e mexa. Deixe descansando enquanto coloca o pudim para bater. Peneire todos os ovos. Coloque os ovos e o restante dos ingredientes no liquidificador e bata bem. Despeje na forma e leve para assar (forno médio 180 graus pré-aquecido) em banho-maria por 1 hora. Leve a geladeira por pelo menos 4 horas para esfriar. Sirva a seguir.

Receitas para a Ceia de Natal dos celíacos e intolerantes à lactose
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/receitas-para-a-ceia-de-natal-dos-celiacos-e-intolerantes-a-lactose/feed/ 2
A história de Julia Reis Cordeiro https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-julia-reis/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-de-julia-reis https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-julia-reis/#respond Thu, 11 Dec 2014 16:28:28 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11703 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Nome: Julia Reis Cordeiro
Idade: 14 anos
Cidade: Cascavel/PR

A história

A história de Julia Cordeiro começa cedo. [...]

A história de Julia Reis Cordeiro
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

A história de Julia Reis

Nome: Julia Reis Cordeiro
Idade: 14 anos
Cidade: Cascavel/PR

A história

A história de Julia Cordeiro começa cedo. Quando pequena, com apenas seis meses, sua mãe percebeu que a pequena passava mal ao ingerir leite. A suspeita logo apontou para a intolerância à lactose, mas os exames mostraram que Julia tinha outros problemas. Além dessa intolerância, a adolescente também tem alergia à proteína do leite e pré-disposição genética à intolerância ao glúten.

Quando bebê, a rotina alimentar normal fez Julia passar por alguns problemas. “Com apenas seis meses eu ia parar no hospital depois de tomar leite”, relembra. Depois que as intolerâncias e alergias foram descobertas, toda a rotina foi modificada – e Julia confidencia: por ter descoberto os problemas muito cedo, ela se adaptou, ao longo da vida, à alimentação diferenciada. “Como eu descobri ainda pequena, fui acostumada a comer apenas coisas sem leite, glúten e lactose, então, para mim, não faz tanta diferença ficar sem comer certas coisas”.

Segundo ela, ter uma vida normal – mesmo que não possa comer muitas coisas – é fácil. “Hoje em dia existem muitos produtos sem leite que são praticamente iguais aos com lactose, e em muitos lugares esses produtos estão bem acessíveis, portanto é bem fácil levar uma vida ‘normal'”, explica. Mesmo com essas facilidades, Julia já entende que o cuidado deve ser sempre redobrado. “É preciso seguir uma dieta sem se arriscar com produtos que possuem a lactose, por menor quantidade que seja”, diz.

Na casa dela, poucos membros da família possuem os mesmos problemas. Por isso, os alimentos “perigosos” para Julia, de vez em quando, aparecem na geladeira e nos armários da cozinha. Mesmo assim, toda a família já está alerta: quando a jovem vai comer algo, todos os ingredientes são inspecionados com cuidado. “Lá em casa ainda existem produtos com lactose… O cuidado é maior com coisas de uso em comum. Muitos pratos são feitos sem o queijo e sem o leite, como uma lasanha ou um bolo”, observa.

 

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para:contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história de Julia Reis Cordeiro
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-julia-reis/feed/ 0
Mingau de Aveia https://www.semglutensemlactose.com/receita/mingau-de-aveia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mingau-de-aveia https://www.semglutensemlactose.com/receita/mingau-de-aveia/#comments Wed, 10 Dec 2014 12:54:29 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11700 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Parece comidinha da mãe ou da vó e acho que por isso é tão gostoso! Ainda mais em um dia chuvoso ou com clima mais friozinho. E essa receita com [...]

Mingau de Aveia
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Parece comidinha da mãe ou da vó e acho que por isso é tão gostoso! Ainda mais em um dia chuvoso ou com clima mais friozinho. E essa receita com aveia e banana ainda é super nutritiva. Aprovada!

DICA: Polvilhe um pouquinho de canela em pó para finalizar seu mingau com mais sabor.

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

Mingau de Aveia
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Liquidifique a banana com a aveia, o leite de coco e a água.
  2. Leve ao fogo até engrossar.
  3. Sirva com o mel e canela.

Mingau de Aveia
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/mingau-de-aveia/feed/ 56
Fabricante pode ser obrigado a informar presença de lactose nos alimentos https://www.semglutensemlactose.com/artigos/fabricante-pode-ser-obrigado-a-informar-presenca-de-lactose-nos-alimentos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=fabricante-pode-ser-obrigado-a-informar-presenca-de-lactose-nos-alimentos https://www.semglutensemlactose.com/artigos/fabricante-pode-ser-obrigado-a-informar-presenca-de-lactose-nos-alimentos/#respond Mon, 08 Dec 2014 12:02:50 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11696 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou um projeto obrigando a indústria a indicar no rótulo das embalagens de alimentos [...]

Fabricante pode ser obrigado a informar presença de lactose nos alimentos
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Rótulo mostrando se tem lactose

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou um projeto obrigando a indústria a indicar no rótulo das embalagens de alimentos se eles contêm lactose (PLS 260/2013). Autor do projeto, o senador Paulo Bauer (PSDB-SC) justificou a apresentação indicando os resultados de diversos estudos que apontam a elevada ocorrência da intolerância à lactose no Brasil. O projeto segue agora para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação em Plenário.

Bauer afirmou que essa condição é determinada geneticamente e tem incidência variável de acordo com a etnia. “Essa incidência é muito baixa entre os brancos europeus (3%), medianamente elevada nos povos do norte da África, América Central, Índia e Oriente Médio (50%), e excessivamente elevada nos povos africanos, afro-caribenhos, sul-americanos e nas populações do leste e sudeste asiático (90%)”, diz ele ao justificar o projeto.

Amparado nas pesquisas brasileiras, o autor da matéria afirmou que essa intolerância foi verificada em percentuais que variam de 45 a 71%. Em geral, segundo Bauer, 50% da população brasileira, no mínimo, são afetados por essa condição. Ele ressalva, contudo, que essa é uma avaliação otimista, diante de estudos internacionais segundo os quais 75% da população mundial sofrem de intolerância à lactose.

O relator, senador Cícero Lucena (PSDB-PB) fez duas emendas ao projeto. A proposta original obrigava a informação sobre o teor de lactose, mas o relator achou prudente, em termos financeiros, que os rótulos informem apenas se o alimento contém a lactose. A outra emenda serviu para mudar a ementa do projeto.

Inicialmente contra a proposta, a senadora Ana Rita (PT-ES) apresentou voto em separado. Ela alegou que essa responsabilidade deve ser da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No entanto, diante da argumentação dos demais senadores, que afirmaram ser o Senado competente para legislar sobre a matéria, a senadora retirou o voto em separado e o projeto foi aprovado por unanimidade.

– Quero reafirmar que é, sim, direito desta Casa legislar e estabelecer inclusive as agências para se submeter a normas que forem legisladas aqui no Congresso Nacional e no Senado. A Anvisa tem suas obrigações e ela não cumpre como a sociedade brasileira deseja – criticou o relator, Cícero Lucena.

Fonte: Agência Senado.

Fabricante pode ser obrigado a informar presença de lactose nos alimentos
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/fabricante-pode-ser-obrigado-a-informar-presenca-de-lactose-nos-alimentos/feed/ 0
A história de Anna Letícia Dorigoni https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-anna-leticia-dorigoni/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-de-anna-leticia-dorigoni https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-anna-leticia-dorigoni/#respond Thu, 04 Dec 2014 12:00:10 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11691 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Personagem: Anna Letícia Dorigoni
Idade: 20 anos
Cidade: Cascavel – PR

A história

A descoberta da intolerância à lactose aconteceu quando [...]

A história de Anna Letícia Dorigoni
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Anna Leticia

Personagem: Anna Letícia Dorigoni
Idade: 20 anos
Cidade: Cascavel – PR

A história

A descoberta da intolerância à lactose aconteceu quando ainda era bebê. A mãe passou a observar que sempre após as mamadas, Anna Letícia tinha fortes cólicas e a primeira providência foi procurar um médico. “O pediatra não quis fazer exame, mas minha mãe desconfiou e tirou por conta própria o leite da minha alimentação. Mais tarde, um pouco maiorzinha, fiz o exame que constatou intolerância mesmo, mas já não ingeria mais lactose. Minha mãe e minhas duas irmãs também são intolerantes à lactose”, conta a jovem que hoje tem 20 anos.

Aos 16 anos, ela diagnosticou que além da lactose, também era intolerante ao glúten. “Começaram a aparecer feridas nas minhas pernas, fui em dois dermatologistas diferentes mas eles não descobriram o que era e nem pediram exame de sangue. Um dia, por acaso eu estava junto com a minha mãe em uma consulta dela na gastroenterologista, e ela perguntou para a médica se ela tinha alguma ideia do que podiam ser essas feridas. Aí a doutora logo pediu o exame de sangue e a endoscopia e descobrimos que meu grau de intolerância ao glúten era muito alto. Já era doença celíaca. Imediatamente parei totalmente de consumir glúten”, lembra.

A família precisou se adaptar a uma nova rotina, já que toda a alimentação de Anna Letícia passou a ser diferenciada. Até mesmo objetos e utensílios da cozinha foram separados para uso exclusivo dela. “Em casa estou bem habituada, já tenho minhas coisinhas que gosto e posso comer. O problema é quando vou em um aniversário, ou alguma festa que tenha salgadinhos, bolos, docinhos, aí é difícil. Quando é assim eu como bastante antes de sair de casa pra não ficar com tanta vontade. Algumas pessoas que têm intolerância, costumam levar junto nessas ocasiões sua própria comida, eu não gosto muito porque chama muito atenção, aí como antes mesmo”.

Apesar dos desafios diários, ela é super bem resolvida quanto às suas restrições alimentares. “Desde que descobri, tentei enfrentar como algo normal. Descobri que tinha uma doença, mas que eu podia controlar se quisesse. O pior se tivesse algo que não pudesse controlar. E hoje é fácil encontrar alimentos e tudo mais”, ressalta a estudante.

 

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para: contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história de Anna Letícia Dorigoni
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-anna-leticia-dorigoni/feed/ 0
Docinho de Amendoim https://www.semglutensemlactose.com/receita/docinho-de-amendoim/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=docinho-de-amendoim https://www.semglutensemlactose.com/receita/docinho-de-amendoim/#comments Wed, 03 Dec 2014 11:00:54 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11688 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Cansou do brigadeiro e do beijinho e quer dar uma incrementada no cardápio da festinha de aniversário? Problema resolvido: docinho de amendoim sem lactose! Receita fácil e super saborosa.

DICA: Acrescente [...]

Docinho de Amendoim
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Cansou do brigadeiro e do beijinho e quer dar uma incrementada no cardápio da festinha de aniversário? Problema resolvido: docinho de amendoim sem lactose! Receita fácil e super saborosa.

DICA: Acrescente à receita 2 colheres (sopa) de mel e ½ xícara (chá) de farinha de aveia (60g). Não é necessário dar o ponto com a água.

Receita e foto: SupraSoy.

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

Docinho de Amendoim
Porções
35docinhos
Porções
35docinhos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Triture o amendoim no processador ou liquidificador até formar uma farofa.
  2. Passe para uma vasilha, acrescente leite em pó e o mel.
  3. Com as mãos, amasse até formar uma massa homogênea.
  4. Se necessário, acrescente, aos poucos, 1 colher (sopa) de água para dar o ponto.
  5. Pegue pequenas porções de massa com as mãos e molde os dadinhos.
  6. Faça a decoração: coloque o açúcar em uma tigela pequena e vá acrescentando o suco de limão, aos poucos, misturando até ficar cremoso.
  7. Molhe um palito na mistura de açúcar e decore pingando gotinhas sobre os dadinhos.
  8. Espere secar para decorar os outros lados dos dadinhos.

Docinho de Amendoim
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/docinho-de-amendoim/feed/ 4
Médicas explicam diferenças entre alergias e intolerâncias alimentares https://www.semglutensemlactose.com/artigos/medicas-explicam-diferencas-entre-alergias-e-intolerancias-alimentares/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=medicas-explicam-diferencas-entre-alergias-e-intolerancias-alimentares https://www.semglutensemlactose.com/artigos/medicas-explicam-diferencas-entre-alergias-e-intolerancias-alimentares/#comments Tue, 02 Dec 2014 11:47:36 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11678 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Tem gente que para de comer glúten ou para de tomar leite porque está de dieta, mas tem também aqueles [...]

Médicas explicam diferenças entre alergias e intolerâncias alimentares
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Diferenças intolerância e alergia alimentar

Tem gente que para de comer glúten ou para de tomar leite porque está de dieta, mas tem também aqueles que fazem isso porque não podem comer ou beber nada disso, porque tem algum tipo de alergia ou intolerância, por exemplo. Mas como identificar se é um problema ou outro? No Bem Estar desta quarta-feira (12), a gastroenterologista pediátrica Vera Lucia Sdepanian e a alergista Ariana Yang explicaram as diferenças entre as reações e sintomas.

No caso da alergia, o sistema imune reage a uma quantidade – pequena ou grande – de uma proteína do alimento, como a do leite, por exemplo, o que causa uma inflamação que envolve todos os órgãos, como a pele e o sistema respiratório.
Na maior parte das vezes, a reação é imediata, com risco até mesmo de morte, como alertou a alergista Ariana Yang. Mas vale ressaltar que a alergia ao leite tem cura: espontânea, quando a criança melhora sozinha depois que cresce, ou através do tratamento de dessensibilização, com acompanhamento médico, em que o corpo vai “se acostumando” com o leite.

Em alguns casos, as reações alérgicas podem também ser um pouco mais tardias, o que faz muita gente confundir com a intolerância a lactose. Nesse caso, o problema não é a reação do sistema imune, como explicou a alergista Ariana Yang, mas a dificuldade em digerir algum componente daquele alimento, o que dá aquela sensação de empachamento. Não há risco de morte e as reações podem ser tardias, não só com barriga inchada, mas também com gases, dor e diarreia, justamente porque o organismo não têm substâncias para concluir aquele processo digestivo.

A gastroenterologista pediátrica Vera Lucia Sdepanian falou também sobre intolerância ao glúten, problema que pode se iniciar em qualquer fase da vida. O problema é que, se o diagnóstico for tardio, tudo o que o paciente ingeriu antes pode trazer consequências, como problemas de ganho de estatura, ganho de peso e atraso de puberdade, no caso dos adolescentes, por exemplo. O principal sintoma é a diarreia, mas a médica explica que é importante prestar atenção a outros sinais de alerta, como a osteoporose, por exemplo, que também pode ter relação com a intolerância ao glúten.

Por último, as médicas alertaram que pessoas que não têm nenhum tipo de intolerância ou alergia alimentar não precisam restringir alimentos da dieta, já que essas substâncias são importantes na alimentação, na quantidade ideal. Já quem tem algum desses problemas, é fundamental ler sempre o rótulo dos produtos industrializados e processados, para verificar se não há glúten ou leite, por exemplo, como uma maneira de evitar crises e reações mais sérias.

Fonte: Programa Bem Estar.

Médicas explicam diferenças entre alergias e intolerâncias alimentares
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/medicas-explicam-diferencas-entre-alergias-e-intolerancias-alimentares/feed/ 4
A história de Jussara Loes https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-jussara-loes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-de-jussara-loes https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-jussara-loes/#respond Thu, 27 Nov 2014 17:06:54 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11672 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Personagem: Jussara Loes
Idade: 42 anos
Cidade: Brusque – SC

A história

“Ou eu mudava minha alimentação ou ia [...]

A história de Jussara Loes
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

História da Jussara Loes

Personagem: Jussara Loes
Idade: 42 anos
Cidade: Brusque – SC

A história

“Ou eu mudava minha alimentação ou ia viver com diarreia. Isso me atrapalhava muito, não tinha condições de sair e comer fora de casa”. Esse foi o dilema vivido por Jussara Loes durante dois anos. Diarreias, fortes cólicas abdominais, dores de cabeça, coceiras pelo corpo e couro cabeludo, eram os principais sintomas.

Na família, já existiam dois casos de intolerância à lactose, por isso ela já desconfiava do diagnóstico. Mas só depois de realizar o Food Detective, exame que aponta, através de uma única gota de sangue, intolerância a 59 tipos de alimentos foi que o resultado apareceu. “Foi então que descobri que tenho alergia ao leite de vaca, ao glúten, fermento, além de gengibre, milho e outros alimentos”.

A partir daí, a rotina da Jussara tomou outro rumo. Com a ajuda de uma nutricionista funcional, ela passou a readequar a alimentação diária e após oito meses de readaptações, o resultado começou a aparecer com a diminuição dos sintomas, que tanto a incomodavam. “Comecei uma dieta bem equilibrada, mudei a alimentação, exclui totalmente do cardápio alimentos com glúten e lactose, e conforme vou percebendo que determinado alimento me faz mal, já começo a evitar”, relata.

 

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para:contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história de Jussara Loes
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-jussara-loes/feed/ 0
Brigadeiro sem Lactose https://www.semglutensemlactose.com/receita/brigadeiro-sem-lactose/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=brigadeiro-sem-lactose https://www.semglutensemlactose.com/receita/brigadeiro-sem-lactose/#comments Wed, 26 Nov 2014 13:02:26 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11665 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Receitinha excelente para quem tem crianças intolerantes à lactose em casa e que adoram um doce! Esse brigadeiro é super fácil de fazer e você pode caprichar na decoração para as [...]

Brigadeiro sem Lactose
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Receitinha excelente para quem tem crianças intolerantes à lactose em casa e que adoram um doce! Esse brigadeiro é super fácil de fazer e você pode caprichar na decoração para as festinhas infantis também.

DICA: Se você não encontrar granulado sem lactose para enrolar, vale usar açúcar colorido também!

Receita: Suprasoy.

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

Brigadeiro sem Lactose
Porções
30docinhos
Porções
30docinhos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Coloque 1/2 xícara (chá) de água no liquidificador
  2. Junte o leite de soja em pó, o açúcar, o cacau em pó e a glucose de milho
  3. Bata até obter uma mistura homogênea
  4. Passe para uma panela e leve ao fogo baixo, mexendo continuamente por 8 a 10 minutos, ou até que a massa comece a se soltar da panela
  5. Passe para um prato untado com óleo de milho e deixe esfriar completamente.
  6. Pegue pequenas porções de doce com uma colher de chá, enrole e passe no chocolate granulado
  7. Em seguida, acomode-os em forminhas de papel e coloque num prato grande

Brigadeiro sem Lactose
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/brigadeiro-sem-lactose/feed/ 33
Criança com alergia a leite de vaca não deve tomar tríplice viral https://www.semglutensemlactose.com/artigos/crianca-com-alergia-a-leite-de-vaca-nao-deve-tomar-triplice-viral/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=crianca-com-alergia-a-leite-de-vaca-nao-deve-tomar-triplice-viral https://www.semglutensemlactose.com/artigos/crianca-com-alergia-a-leite-de-vaca-nao-deve-tomar-triplice-viral/#comments Mon, 24 Nov 2014 17:27:46 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11662 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

As crianças que são alérgicas a leite de vaca não devem tomar a [...]

Criança com alergia a leite de vaca não deve tomar tríplice viral
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Criança com alergia a leite de vaca não deve tomar tríplice viral

As crianças que são alérgicas a leite de vaca não devem tomar a vacina com a tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba). A recomendação foi feita nesta quarta-feira (19) pelo Ministério da Saúde após serem notificadas reações adversas em algumas crianças que têm alergia a leite de vaca.

Segundo o ministério, foram registrados 28 casos, mas todas as crianças afetadas passam bem.

Segundo a Saúde, a medida é preventiva e, a partir de agora, os pais vão ser questionados nos postos de saúde para saber se a criança é ou não alérgica. Se for, a vacina não será dada.

A campanha contra o sarampo e a paralisia infantil começou no início do mês e vai até o dia 28 de novembro. Os pais podem aproveitar para atualizar as cadernetas de vacinação dos filhos.

Desde junho deste ano, mais de 4,4 milhões de crianças já foram vacinadas com essa tríplice viral no país e, segundo a pasta, “há garantia da segurança da vacina”. O ministério diz que na bula não há nenhuma contraindicação do seu uso em pessoas que apresentam alergia ao leite de vaca, mas que preferiu avisar as secretarias de saúde que essas crianças não devem ser vacinadas agora.

O ministério ainda analisa quando e como elas serão imunizadas. A vacinação para criança não alérgica continua normalmente, diz a Saúde.

O ministério diz ainda que o laboratório fornece há anos vacina para vários países do mundo, inclusive o Brasil. O ministério diz ainda que cada lote antes de ser utilizado é testado e as da vacina tríplice viral passaram por análises do Instituto de Qualidade em Saúde (INCQS), sendo aprovadas para uso.

O Ministério da Saúde está analisando, em conjunto com a Organização Pan-America de Saúde (OPAS/OMS), responsável pela aquisição deste produto, os eventos adversos registrados e sua possível associação com a vacina.

São Paulo não tem nenhum caso autóctone (com transmissão direta em território estadual) de sarampo desde 2000. Nesse ano há o registro de sete casos importados da doença no Estado. No Brasil, somente até outubro desse ano, há 514 casos confirmados, com concentração de incidência no Ceará.

Texto e foto: Blog Maternar – Folha de S. Paulo.

Criança com alergia a leite de vaca não deve tomar tríplice viral
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/crianca-com-alergia-a-leite-de-vaca-nao-deve-tomar-triplice-viral/feed/ 1
Beijinho de Coco Sem Lactose https://www.semglutensemlactose.com/receita/beijinho-de-coco-sem-lactose/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=beijinho-de-coco-sem-lactose https://www.semglutensemlactose.com/receita/beijinho-de-coco-sem-lactose/#comments Wed, 19 Nov 2014 13:48:34 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11641 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Receitinha excelente para quem tem crianças intolerantes à lactose em casa e que adoram um doce! Esse beijinho é super fácil de fazer e você pode caprichar na decoração para [...]

Beijinho de Coco Sem Lactose
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Receitinha excelente para quem tem crianças intolerantes à lactose em casa e que adoram um doce! Esse beijinho é super fácil de fazer e você pode caprichar na decoração para as festinhas infantis também.

DICA: Se o seu filho não gosta tanto assim de coco, vale enrolar o beijinho no açúcar colorido ou mesmo no granulado!

Receita e foto: Suprasoy.

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

Beijinho de Coco Sem Lactose
Porções
30docinhos
Porções
30docinhos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Coloque numa panela 1 xícara (chá) de água e junte o leite em pó, o coco seco ralado e o açúcar.
  2. Leve ao fogo médio, mexendo continuamente por cerca de 10 minutos, ou até que a massa comece a soltar da panela.
  3. Passe a massa para um prato untado com margarina e deixe esfriar.
  4. Pegue pequenas porções de doce com uma colher de chá, enrole-os e passe pelo açúcar cristal ou coco seco ralado.
  5. Acomode os docinhos em forminhas de papel, espete em cada um 1 cravo e sirva em seguida.

Beijinho de Coco Sem Lactose
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/beijinho-de-coco-sem-lactose/feed/ 7
O que comer se sou celíaco? https://www.semglutensemlactose.com/artigos/o-que-comer-se-sou-celiaco/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-que-comer-se-sou-celiaco https://www.semglutensemlactose.com/artigos/o-que-comer-se-sou-celiaco/#comments Mon, 17 Nov 2014 17:13:07 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11654 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

A doença celíaca afeta o sistema digestivo e consiste na intolerância à proteína denominada glúten. Desta forma, quando a [...]

O que comer se sou celíaco?
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

O que comer se sou celíaco?

A doença celíaca afeta o sistema digestivo e consiste na intolerância à proteína denominada glúten. Desta forma, quando a pessoa celíaca ingere alimentos que contêm esta substância, seu sistema de imunidade entra em alerta e reage eliminando de forma progressiva as vilosidades encontradas no intestino delgado, as quais cumprem a função de absorver os nutrientes, minerais e vitaminas dos alimentos. Por conseguinte, ocorre uma inflamação e o organismo não é capaz de absorver e digerir essa proteína, originando dor na zona do abdômen e diarreia, entre outros sintomas. Por isso, a primeira coisa que você deve fazer é modificar a sua dieta. Mas como? Se esse é o seu caso e você não sabe o que comer se for celíaco, confira nossas dicas.

A importância das etiquetas

Aprenda primeiro a ler as etiquetas dos alimentos. Tenha em conta que existem muitos produtos que contêm, em maior ou menor grau, glúten e, portanto, saiba identificá-lo para não os comprar. Assim, é importante que não se guie apenas pelos ingredientes desse determinado produto por uma razão lógica. Você conhece todos os ingredientes para saber se realmente têm glúten? Provavelmente não.

Neste sentido, o que deverá olhar são as marcas que aparecem na embalagem ou na etiqueta. Em geral, aqueles alimentos que são livres de glúten ou que contêm uma quantidade adequada para os celíacos costumam ter um símbolo de identificação que pode ser “Sem glúten”, “Gluten free”, ou o símbolo do trigo tachado. Por outro lado, podemos encontrar os símbolos das diferentes marcas e associações que garantem que esse alimento não contém a proteína glúten. As mais conhecidas são a Gluten-Free Certification Organization (GFO) e a Allergen Free Internacional (AFI).

O que comer se sou celíaco

Verificar as etiquetas é importante, mas nem sempre se especifica se esse produto tem ou não glúten. Então, que alimentos não contêm glúten? Os produtos que você pode comer sem problema se for celíaco são:

  • Frutas, verduras, tubérculos e hortaliças frescas.
  • As frutas em calda também são adequadas.
  • Peixes e mariscos frescos, congelados, ao natural, em azeite ou em conserva, mas sem empanar.
  • Carnes e vísceras congeladas, frescas ou em conserva.
  • Embutidos sem glúten: presunto serrano, presunto cozido de qualidade, carne seca.
  • Leite e seus derivados (iogurtes naturais, queijos, creme de leite, etc.)
  • Ovos.
  • Arroz, milho, quinoa, trigo sarraceno, linho, soja, nozes e tapioca.
  • Legumes.
  • Azeite e manteiga sem fibras.
  • Açúcar, mel, café em grão ou moído e sal.
  • Refrescos de limão, refresco e laranja, bebidas espumantes e tônicas.

Todos esses alimentos não têm glúten e, portanto, você pode ingeri-los sem problema. Ainda existem mais alguns que podem ser consultados em nosso artigo onde incluímos a lista completa de alimentos sem glúten.

O que NÃO comer se sou celíaco

Agora que já conhece os produtos sem glúten, é fundamental que conheça todos aqueles que têm glúten. Aqui mostramos os produtos com maior quantidade desta proteína, os quais devem ser evitados:

  • Trigo e todos os seus derivados (espelta, escândea, trigo, kamut, amido de trigo, farelo de trigo, gérmen de trigo, proteína de trigo hidrolisada).
  • Farinha de trigo dura, farinha de trigo integral, farinha simples, farinha fosfatada, farinha com fermento, farinha de mandioca, farinha bromada, farinha enriquecida e semolina.
  • Cevada, centeio e malta.
  • Aveia (contém pouco glúten).
  • Cafés, infusões e chocolates de máquina.
  • Refrescos em pó, cerveja e baileys.
  • Massas de trigo.

Desta forma, todos os alimentos e pratos elaborados com estes ingredientes, como pão e outros produtos de confeitaria, massas, empanados, molhos ou bebidas fabricados a partir de cereais, não podem ser ingeridos.

Comer sem glúten

Ainda que possa parecer complicado, comer sem glúten hoje em dia é muito simples, porque a maioria dos supermercados oferece uma grande variedade de alimentos sem glúten, com preço acessível. Cada vez mais há embutidos, bebidas e produtos de confeitaria sem esta proteína para toda a família, não só para os celíacos. Quanto à preparação de comidas, jantares e outras receitas, é só ter um pouco de imaginação e lembrar os ingredientes nomeados nas seções anteriores. Para tornar esta tarefa um pouco mais fácil, confira várias receitas em nosso Índice.

Fonte: umComo.

O que comer se sou celíaco?
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/o-que-comer-se-sou-celiaco/feed/ 2
Quando a alergia mata: o drama de ser mãe de uma criança super alérgica https://www.semglutensemlactose.com/artigos/quando-a-alergia-mata-o-drama-de-ser-mae-de-uma-crianca-super-alergica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quando-a-alergia-mata-o-drama-de-ser-mae-de-uma-crianca-super-alergica https://www.semglutensemlactose.com/artigos/quando-a-alergia-mata-o-drama-de-ser-mae-de-uma-crianca-super-alergica/#comments Mon, 10 Nov 2014 13:01:17 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11628 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Fernanda Santos, 29 anos, técnica em enfermagem, é mãe de Bernardo, 1 ano e [...]

Quando a alergia mata: o drama de ser mãe de uma criança super alérgica
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Fernanda: o drama de ser mãe de uma criança super alérgica

Fernanda Santos, 29 anos, técnica em enfermagem, é mãe de Bernardo, 1 ano e 2 meses. Junto com o nascimento do filho começou uma luta que ela nem sabia qual era. Bernardo era choroso demais e tinha brotoejas pelo corpo, cólicas fortes e vômitos intensos – sintomas que eram encarados pelos médicos, familiares e palpiteiros de plantão como “normal da idade”. Ela lembra que os três primeiros meses foram horríveis e que tudo ainda ficou pior quando o bebê teve de ser internado depois de uma diarréia com sangue e muco além de vômitos mais intensos do que os que tinha todos os dias. O primeiro diagnóstico: virose. Dias depois, mais uma internação e mais um diagnóstico de virose. Apenas na terceira ida ao hospital uma médica encontrou pistas do que o menino realmente tinha: alergia ao leite de vaca que Fernanda, que amamentava, consumia. O pediatra que acompanhava o menino desde o nascimento, questionado, afirmou que “não existe esse negócio de alergia ao leite de vaca”. Fernanda, determinada, cortou os produtos e seus derivados da alimentação. Bernardo melhorou, mas só um pouco. Apenas quando Fernanda também retirou a soja do cardápio e mudou de médico que o diagnóstico fechou: alergia ao leite de vaca, ao de soja e um refluxo grau IV – que é gravíssimo. Com o passar do tempo mais exames foram feitos e outros alimentos que faziam mal ao bebê foram descobertos na fase das papinhas: ovo, banana, manga, carne de vaca e corante vermelho também eram intolerados pelo bebê.

A situação ficou mais grave quando descobriu-se que Bernardo também não podia ter contato com resíduos de derivados de leite: o pai deu-lhe um beijo depois de comer um salgadinho de queijo e placas vermelhas surgiram imediatamente no rosto do bebê. “Bernardo tem o que chamamos de reação imediata”, explica a gastropediatra Maria de Fátima Servidoni, que cuida do menino. “Ele entra em contato com o alérgeno e em menos de duas horas os sintomas aparecem”, explica. Tempos depois Bernardo teve de ser levado ao pronto-socorro com tosse e dificuldade para respirar por simplesmente inalar o perfume de um creme de cabelo da tia que continha caseína – a proteína do leite – o que só foi descoberto depois de muita investigação e leituras de rótulos.

Rótulos de produtos industrializados mal escritos ou sem informação são um pesadelo na vida de mães de crianças super alérgicas. Maria Cecília Cury Chaddad, 34 anos, advogada e mãe de Rafael, 3 anos, sente uma imensa dificuldade em escolher produtos seguros para o filho, que tem alergia à proteína do leite e da soja: “Algumas indústrias rotulam muito bem, descrevendo todos os ingredientes dos produtos porque têm responsabilidade social ou porque exportam e lá fora essas informações são importantes”, constata. “Já outras simplesmente não dão satisfação para seus consumidores”, conclui. Além do leite e da soja, muitas crianças (e adultos) têm alergia a ovo, peixe, crustáceos, amendoim e oleaginosas. E o alérgico alimentar corre risco de morte dependendo do seu grau de sensibilidade podendo sofrer choque anafilático e fechamento de glote, entre outras reações graves. No Brasil, cerca de 8% das crianças e 3% dos adultos possuem alergia alimentar.

Da união das famílias de crianças super alérgicas nasceu a campanha “Põe no Rótulo” que até o momento em que este post foi escrito já contava com mais de 75 mil curtidas em sua página do Facebook e angariado apoios de peso. Esses pais e mães querem conscientizar e mobilizar a sociedade para exigir que os rótulos de produtos industrializados sejam claros e que ingredientes desconhecidos sejam decifrados. A caseína, por exemplo, passa despercebida em rótulos lidos por leigos. O grupo luta para que a informação seja completa: ao lado da palavra “caseína” teria de aparecer também a palavra “leite”. Ao lado de “albumina” também deveria ser acrescentada a informação “proteína do ovo”. E assim com todos os alimentos letais para os super alérgicos. O barulho feito pela “Põe no Rótulo” foi grande e uma comissão de pais foi recebida pela Anvisa em Brasília para discutir uma proposta de resolução. Os pais esperam ser chamados novamente para que uma rotulagem responsável e comprometida finalmente seja obrigatória e saia do papel.

Mas a falta de informação não é apenas nos rótulos. Fernanda, mãe do Bernardo, enfrenta uma luta diária com a família, conhecidos e até médicos que encaram o problema do menino como “frescura”. “Nossa dificuldade são as pessoas que não acreditam que a alergia dele é séria. Quando o levamos ao hospital muitos profissionais da saúde desdenham do problema mesmo eu tendo um relatório médico. E o que mais eu ouço dos familiares e dos amigos é que “um pouquinho (de todos alimentos que ele tem alergia) não faz mal”, conta.

Segundo a gastropediatra de Bernardo, o senso comum acredita que mães e pais de crianças alérgicas são “neuróticos” mas, segundo ela, os cuidados com Bernardo não são exagero: “É comum avós e tios acharem que o problema não é real”, afirma. “Eu mesma já tive um paciente que quase morreu porque o pai desdenhou da alergia que o menino tinha à picada de formiga”, conta. Fernanda e o marido andam sempre com uma injeção de adrenalina no bolso, por orientação médica, já que Bernardo pode ter um fechamento de glote ou choque anafilático se exposto aos alimentos que tem alergia.

Os motivos para o crescente número de crianças super alérgicas ainda não são claros, segundo a médica. Há apenas uma série de hipóteses: o consumo cada vez mais frequente de alimentos industrializados, o aumento da poluição nas grandes cidades e a genética estão no topo da lista de possíveis responsáveis. Por isso, quando há casos de super alérgicos na família, Maria de Fátima já sugere que a mãe do recém-nascido exclua por precaução alguns alimentos da dieta enquanto amamenta. Contudo há tratamento para os super alérgicos e Bernardo já melhorou muito desde que começou com a medicação. “Há alimentos que ele nunca vai poder consumir, como o leite, mas acredito que um dia poderá entrar em contato com os resíduos do leite. Acredito também que ele poderá comer bolo e que possa até namorar e beijar uma menina que coma chocolate”, brinca.

Se você quer encontrar um super especialista em alguma doença procure uma mãe que tem um filho com a enfermidade cuja informação você procura. Claro que não podemos e nem devemos ignorar os profissionais da medicina. Mas são apenas as mães que duvidam dos diagnósticos fáceis, procuram sempre uma segunda opinião e fazem de tudo para oferecer qualidade de vida para as crianças que necessitam de cuidados especiais. Essa matéria foi feita a pedido dessas mães. Além de “arregaçar as mangas” e lutar pela saúde dos filhos, Fernanda e Maria Cecília também querem que o mundo seja um lugar mais tolerante e bem-informado – para a própria segurança deles.

Fonte: Estadão.

Quando a alergia mata: o drama de ser mãe de uma criança super alérgica
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/quando-a-alergia-mata-o-drama-de-ser-mae-de-uma-crianca-super-alergica/feed/ 1
Deixar de comer glúten ou tomar leite é moda ou necessidade pra você? https://www.semglutensemlactose.com/artigos/deixar-de-comer-gluten-ou-tomar-leite-e-moda-ou-necessidade-pra-voce/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=deixar-de-comer-gluten-ou-tomar-leite-e-moda-ou-necessidade-pra-voce https://www.semglutensemlactose.com/artigos/deixar-de-comer-gluten-ou-tomar-leite-e-moda-ou-necessidade-pra-voce/#respond Mon, 03 Nov 2014 12:16:36 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11608 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Excluir esses itens da alimentação pode trazer benefícios reais para a saúde desde que a pessoa tenha intolerância à proteína presente nos [...]

Deixar de comer glúten ou tomar leite é moda ou necessidade pra você?
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Excluir esses itens da alimentação pode trazer benefícios reais para a saúde desde que a pessoa tenha intolerância à proteína presente nos cereais ou à lactose

“Quem pode, pode, quem não pode se sacode” poderia virar “quem pode não quer, quem não pode adoraria.” Enquanto os celíacos estão proibidos de comer alimentos com glúten, parte da população, mesmo podendo, deixa de comer a proteína dos cereais para perder peso. Pesquisadores afirmam que a retirada do glúten, em si, não seria a causa do emagrecimento. A perda de peso, que é real, estaria ligada ao fato de se tirar da alimentação as principais fontes de carboidrato. Alguns nutricionistas pensam diferente. Fato é que parar de comer glúten virou moda, pode desequilibrar a alimentação e isso tem consequências.

Para o nutrólogo Mauro Fisberg, professor da Escola Paulista de Medicina, todo modismo é uma situação transitória baseada ou não em evidências científicas. “E eles são muito comuns quando o assunto é alimentação. “Muita gente segue, muita gente tem resultado e muita gente sofre os efeitos colaterais só depois”, alerta.

Com o leite, que algumas pessoas retiram da alimentação sem orientação de um especialista, a questão é diferente. Segundo o gastroenterologista pediátrico Luciano Amedee Peret Filho, professor do Departamento de Fisiologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), enquanto a alergia à proteína do leite de vaca é rara em adultos, embora ocorra em crianças de até 2 anos de idade, a intolerância à lactose, o açúcar do leite, pode atingir de 30% a 40% da população adulta em geral, e de 60% a 70% dos negros. O designer gráfico Rick Cavalcante, de 42, que consumia mais de um litro de leite por dia, descobriu, tardiamente, a intolerância e trocou a bebida por sucos.

Rick sempre tomou muito leite. “Era o dia inteiro. Se tinha um intervalo no trabalho ou dava fome, abria a geladeira para tomar leite, e não água”, conta. Dois anos atrás, a mãe, por orientação médica, passou a tomar leite sem lactose. Ele provou e gostou, principalmente porque se sentia mais leve. Em junho, em um processo de reeducação alimentar com nutricionista, ele fez testes que confirmaram a intolerância. E só quando cortou o alimento é que foi possível perceber os benefícios. As rinites e sinusites, antes comuns, deixaram de fazer parte de sua vida. A digestão facilitada e a sensação de leveza após uma refeição também foram uma novidade. “Hoje, no lugar do leite, faço sucos. Por mais incrível que pareça, achei que seria muito difícil, mas não foi”, comemora.

Para a nutricionista Cíntia Tabaral, doutoranda em ciência dos alimentos e professora substituta da Escola de Enfermagem da UFMG, para os que têm a intolerância à lactose é essencial substituir o alimento. “Quando nascemos, e temos uma alimentação baseada em leite materno, produzimos muita lactase, a enzima responsável por quebrar a molécula da lactose. Mas, com o passar dos anos, algumas pessoas têm uma redução na produção da enzima e quando consomem o leite ele não é digerido, provocando uma fermentação no intestino”, explica a nutricionista. Já no caso do glúten, ela alerta que a substituição dos cereais por frutas, muito comum por quem adere a esse tipo de dieta, não é adequada por serem tipos diferentes de alimento. Mas vai falar isso com quem está emagrecendo.

CELÍACOS
O glúten é uma proteína presente em cereais como trigo, cevada, centeio, aveia e em todos os seus derivados, do pãozinho à cerveja. Segundo o gastroenterologista pediátrico Luciano Amedee Peret Filho, uma fração dessa proteína, a gliadina, é intolerada pelo organismo de algumas pessoas, que podem desenvolver a doença celíaca, uma lesão na parte alta do intestino que diminui a absorção de nutrientes. Em quem tem essa predisposição, as moléculas não digeridas de gliadina, ao entrar em contato com as camadas mais internas da mucosa intestinal, disparam uma reação imunológica no intestino delgado, causadora de processo inflamatório crônico que gera sintomas variados.

Mudança de hábito
Não dá para simplesmente deixar de lado o leite. É importante descobrir se há de fato intolerância e buscar orientação de especialistas para a substituição correta da alimentação

Tirar o leite da alimentação não é para qualquer um. O alimento é a principal fonte de cálcio para o organismo e sua reposição a partir de outras fontes é difícil. A principal preocupação dos especialistas é o motivo dessa mudança na dieta, principalmente aquela feita sem orientação, simplesmente para emagrecer. Por que as pessoas estão parando de beber leite? Por que se sentem melhores com isso, um estímulo a seguir sem ele? Somos os únicos mamíferos a manter o leite na alimentação mesmo depois de adultos. E o leite de outra espécie. Isso é possível porque a espécie humana sofreu uma adaptação para manter os níveis de lactase, a enzima essencial para a digestão do leite.

É preciso diferenciar a intolerância à lactose da alergia à proteína do leite de vaca. A primeira é causada pela incapacidade do organismo de digerir o açúcar do leite devido à deficiência de uma enzima. A segunda é uma reação do sistema imunológico à caseína, principal proteína do leite de vaca. Essa última, segundo a nutricionista Cíntia Tarabal, pode causar alterações no trânsito intestinal, com ou sem diarreia, alergias na pele, coceira e vermelhidão e pode também influenciar no processo respiratório. Mas a prevalência na população adulta é muito pequena, coisa de 2%. “Muita gente relata esses sintomas, mas nem sempre é alergia”, explica.

Para a especialista, a não ser que o indivíduo tenha um desses dois quadros, não há benefícios em retirar o leite da alimentação. O gastroenterologista pediátrico Lucian Amedee Peret Filho não vê grandes problemas em priorizar o leite sem lactose, que tem realmente menos calorias, mas se preocupa com as deficiências de cálcio possíveis com a interrupção ou diminuição do consumo de leite e derivados. “Não tem necessidade”, defende. É muito diferente de quem tem a alergia ou a intolerância, que realmente precisam mudar a alimentação. Mas mesmo para esses casos há recursos. Pessoas com intolerância à lactose, por exemplo, podem consumir a enzima lactase em forma de comprimido ou sachê, o que melhora a qualidade de vida, permitindo o consumo de leite e derivados em algumas ocasiões.

O quadro pode ser identificado por meio do teste de tolerância à lactose, quando o indivíduo passa por uma sobrecarga de lactose, tomando o açúcar do leite misturado à água para observação das reações e dosagem da glicemia. Os sintomas podem variar de leve a intensos, como aumento da produção de gases intestinais, distensão abdominal, diarreia, náuseas e vômitos. Tirando ou diminuindo o consumo de leite, eles melhoram. Pessoas com uma intolerância leve podem tomar, por exemplo, fermentados como o iogurte, porque eles têm 50% menos lactose. “Pode ser que passe mal com leite e não com o iogurte”, explica. E é importante saber: com o passar dos anos a produção da lactase diminui e a dificuldade de digestão do leite, consequentemente, vai crescer.

VEGANOS
A jornalista Patrícia Dutra, de 45 anos, é vegetariana desde 2006 em função de sua compaixão pelos animais. Em 2012, tornou-se vegana, uma filosofia de vida que respeita qualquer ser vivo de forma integral. Não toma leite, só o de soja. Mas ela abandonou o leite de vaca bem antes disso. Há 10 anos, ela interrompeu o consumo em função das crises de sinusite. “Procurei um nutricionista e ele me orientou substituir o leite. Os sintomas melhoraram muito, mas ainda comia queijo e iogurte. Desde que me tornei vegana, entretanto, não tenho mais as crises alérgicas”, conta Patrícia, que é voluntária de uma ONG de proteção animal e vê o veganismo não como uma dieta, e sim como filosofia de vida. “Minha alimentação é uma prioridade hoje”, conta.

Para o nutrólogo Mauro Fisberg, professor do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina e coordenador do Centro de Dificuldades Alimentares do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, o veganismo pode trazer benefícios para prevenir doenças cardiovasculares, embora esteja relacionado a baixos níveis de ferro e ácido fólico. O que preocupa é quem adere à restrição sem qualquer orientação. “Se retirar tudo e não recorrer a suplementos, fica complexo”, alerta. Apesar de ter tirado um importante grupo alimentar do prato, as proteínas, Patrícia fez tudo com acompanhamento e faz exames para acompanhar os níveis de nutrientes. “O cálcio tento repor com o consumo de folhas escuras. A única suplementação que faço é de vitamina B12”, conta.

Alimentação consciente
Dieta balanceada é importante para evitar carências nutricionais e o comprometimento da saúde

A modificação na composição corporal da humanidade é uma realidade. O Brasil, por exemplo, deixou de ser um país desnutrido para ser um país com excesso de peso. Para o nutrólogo Mauro Fisberg, é desse cenário que nascem os modismos na alimentação, que, apesar de seguidos por muitos, podem ou não ser adequados. “A busca desenfreada pelo emagrecimento tem feito as pessoas lançarem mão de qualquer processo para isso”, alerta o especialista, que chama a atenção para as restrições de grupos alimentares. “Fomos feitos para comer gordura, proteína e carboidrato em proporções estabelecidas. Toda vez que faço uma restrição estou desbalanceando a dieta e isso tem um custo gigantesco para o metabolismo, que pode ir de carências nutricionais, ganho de peso em efeito rebote e até dificuldade de crescimento”, alerta.

Segundo Mauro Fisberg, que é professor do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina e coordenador do Centro de Dificuldades Alimentares do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, as restrições podem ser de ordem religiosa, filosófica ou por moda. A mais conhecida é a restrição ao consumo de carne dos vegetarianos, ou de qualquer produto animal, caso dos veganos. Mas a que chama a atenção atualmente é a moda de tirar a lactose e o glúten da alimentação mesmo que não se tenha intolerância ou alergia a eles. Do ponto de vista clínico, o ser humano tem uma diminuição, geneticamente determinada, da lactase, impossibilitando a digestão da lactose. A questão é que o homem precisa de fontes de cálcio e de diferentes alimentos para suprir esse nutriente.

O consumo médio da população brasileira é de 600 miligramas (mg) de cálcio por dia, sendo necessários 1000mg. Segundo Fisberg, só com vegetais não se chega aos 500mg. O brasileiro toma pouco leite, um copo diário, em média, quantidade que seria tolerável até por quem tem a intolerância à lactose. Além disso, os derivados do leite têm de três a quatro vezes menos lactose por causa do processo de fermentação e se priorizados poderiam manter os níveis adequados de proteína, cálcio, vitaminas e minerais. “As pessoas acham que o leite e a lactose causa inflamação intestinal, mas quem não tem a intolerância não terá nada disso. Só deve tirar a lactose quem tem a intolerância comprovada por exame”, defende.

intolerancia

POLÊMICA
A questão do glúten é mais polêmica. O trigo é a base da alimentação há milhares de anos e embora alguns estudos mostrem que o cereal dos dias atuais tem maior quantidade de glúten, segundo Fisberg isso não representa um aumento de casos de alergia à proteína, que teve sim, mais diagnósticos, mas por uma evolução dos métodos de investigação. De acordo com o professor, há três situações em que ele deve ser retirado. Quando há diagnóstico da doença celíaca, uma alergia ao glúten que provoca uma resposta do sistema imune ao consumo de qualquer quantidade; quando existe alergia a outros componentes dos cereais; e quando há uma intolerância ao glúten. Esse último, contudo, segundo Fisberg, ainda é assunto polêmico na comunidade científica.

“Um pequeno grupo de investigadores percebeu que alguns pacientes, apesar de não ter alergia ao glúten, ao comer os cereais tinham um aumento da inflamação do intestino, e quando tirava se sentiam melhor. Mas é um trabalho ainda muito contestado, sem evidência cientifica, não há um conjunto de estudos com grupo-controle para confirmar esse quadro. Mas isso chamou a atenção dos entusiasmados e dos nutricionistas funcionais, que tomaram isso como bandeira, já que é uma possibilidade de diminuir o mal-estar de pessoas acima do peso. Elas tiram o glúten e falam que se sentem melhor”, explica Fisberg, segundo o qual a retirada do glúten pode beneficiar alguns, mas não deve ser feita por quem não tem as alergias.

Glícia Kelly dos Santos, de 42 anos, cortou o gluten em janeiro deste ano, após orientação nutricional. Na época, ela estava pesando 128 quilos, tinha um quadro de inflamação, dores no joelho, problemas gastrointestinais, fadiga, azia e cansaço, entre outros problemas por causa do peso e da alimentação incorreta. Na mesmo ocasião retirou o leite, que nunca esteve muito presente em sua alimentação. “Não realizei exames que confirmassem alguma intolerância, mas, atualmente, consumo leites de amêndoas, castanhas, inhame e iogurtes feitos pelos mesmos. Tomo suplementos e consumo alimentos com cálcio”, conta.

Fisicamente, ela se sente outra pessoa. Faz academia, não tem mais problemas nas articulações e nem as dores, que eram quase diárias. Glícia, inclusive, faz os próprios pães, bolos, iogurtes e pães de queijo, priorizando a funcionalidade dos ingredientes. “Estou totalmente adaptada e sem nenhuma vontade de comer alimentos com glúten ou lactose. Hoje, estou mais leve 35 quilos, sem remédios, somente com alimentação consciente, suplementos e esporte. Esse tipo de reeducação alimentar me fornece uma segurança para manter o meu peso quando chegar na meta, pois as restrições foram totalmente substituídas.”

Segundo a nutricionista funcional Ana Paula Fidélis, o glúten pode causar uma superativação do sistema imunológico. Por isso, defende que os sinais do paciente sejam avaliados para se observar se há uma reação tardia a esse tipo de proteína. Essas reações não são como a alergia já conhecida, mas sim sintomas que aparecem depois de dois a quatro dias da ingestão da proteína. “Elas são somatizadas, pois a pessoa consome diariamente e os sintomas ficam presentes e podem evoluir. Mas retirada do glúten deve ser bem orientada, pois não é somente essa proteína que pode causar a inflamação, e sim o consumo excessivo de farinhas brancas, embutidos, adoçantes, produtos industrializados, leite e derivados etc.

A nutricionista explica que a matéria-prima utilizada para a fabricação de produtos sem glúten nem sempre é saudável, mas sim rica em farinhas brancas, como mandioca, arroz, batata, o que pode levar à piora da inflamação e ao ganho de peso. “Não há um malefício çna retirada do glúten a ponto de ter que substituir essa proteína. Ela não tem um valor nutricional importante. O consumo de uma alimentação sem glúten balanceada e nutritiva é relevante para os pacientes que a retiram”, acredita.

Fonte: Saúde Plena.

Deixar de comer glúten ou tomar leite é moda ou necessidade pra você?
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/deixar-de-comer-gluten-ou-tomar-leite-e-moda-ou-necessidade-pra-voce/feed/ 0
VÍDEO: Torta salgada sem glúten e lactose feita por Denize Sperafico https://www.semglutensemlactose.com/videos/video-torta-salgada-sem-gluten-e-lactose-feita-por-denize-sperafico/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=video-torta-salgada-sem-gluten-e-lactose-feita-por-denize-sperafico https://www.semglutensemlactose.com/videos/video-torta-salgada-sem-gluten-e-lactose-feita-por-denize-sperafico/#respond Tue, 28 Oct 2014 13:06:21 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11600 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Quem ensina as dicas e todo o modo de preparo da torta salgada sem glúten e sem lactose é a apresentadora Denize Sperafico do programa [...]

VÍDEO: Torta salgada sem glúten e lactose feita por Denize Sperafico
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Quem ensina as dicas e todo o modo de preparo da torta salgada sem glúten e sem lactose é a apresentadora Denize Sperafico do programa Ver Mais Oeste da RIC TV. Para o recheio ela escolheu carne moída, mas você pode fazer conforme a sua preferência. Olha só como é fácil fazer, gente! Bora preparar para o almoço?

Veja o vídeo no site da RIC TV.

VÍDEO: Torta salgada sem glúten e lactose feita por Denize Sperafico
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/videos/video-torta-salgada-sem-gluten-e-lactose-feita-por-denize-sperafico/feed/ 0
No Brasil, 350 mil crianças têm alergia à proteína do leite de vaca https://www.semglutensemlactose.com/artigos/no-brasil-350-mil-criancas-tem-alergia-a-proteina-do-leite-de-vaca/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=no-brasil-350-mil-criancas-tem-alergia-a-proteina-do-leite-de-vaca https://www.semglutensemlactose.com/artigos/no-brasil-350-mil-criancas-tem-alergia-a-proteina-do-leite-de-vaca/#respond Mon, 27 Oct 2014 11:14:58 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11594 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Proteína do leite pode estar presente também em sabonetes, giz, balão de festa. Busca [...]

No Brasil, 350 mil crianças têm alergia à proteína do leite de vaca
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Criança com alergia à proteína do leite de vaca

Proteína do leite pode estar presente também em sabonetes, giz, balão de festa. Busca por produtos sem leite já é um grande desafio no mercado.

Você já ouviu falar em alergia a leite? O Fantástico tem recebido vídeos de mães de várias partes do Brasil, pedindo para o Fantástico fazer uma reportagem sobre o assunto. Elas estão preocupadas com a saúde dos filhos pequenos. Balão de festa, giz escolar. A Mariana, mãe do Mateus, de 5 anos, nunca imaginou que ali tinha proteína do leite. “Ele estava brincando no pátio da escola, com giz com a turma inteira, e aí naquele momento que ele deixou o giz, ele coçou o nariz e logo depois ele foi correr no pátio. Ele ficou inchado, com dificuldade de respiração, tossindo, e aí teve uma reação muito séria”, relembra Mariana.

Foi assim que ela descobriu que a alergia do Mateus era mais grave do que pensava. “Eu já sabia que ele tinha alergia a leite quando ele teve reação ao giz. Só que eu não imaginava que no giz tinha proteína do leite na composição”, afirma Mariana.
O giz tem caseína, uma proteína encontrada no leite de vaca. “Eu fui no médico e ele me explicou que, a partir daquele momento, a gente precisaria ter uma adrenalina onde ele fosse”, diz Mariana.

“Uma reação alérgica grave, do tipo anafilático, não tem outra alternativa. A única garantia de vida é o uso da adrenalina. Aplica sobre a coxa, ouve um clique, conta até 10, já aplicou a medicação e esse paciente está fora de risco. Essa caneta pode salvar a vida de uma criança”, avisa a alergista Ariana Young.

A caneta não é regulamentada no Brasil. Os pais que precisam tem que importar. E sai caro. “O mais barato custa R$ 600”, diz Ariana Young. A Anvisa diz que só não regulamentou esses produtos porque nenhum laboratório pediu.

No Brasil, 350 mil crianças têm alergia à proteína do leite de vaca. “Desses 350 mil, em torno de 70 mil já tiveram ou terão alguma reação do tipo anafilática, com choque anafilático – que representa risco de morte”, afirma Ariana Young, alergista.
“Alergia à proteína do leite de vaca é surge normalmente no primeiro ano de vida, enquanto ele é bebê ainda”, explica Ariana Young.

A Karina descobriu cedo. O Lucca tinha 8 meses quando teve as primeiras reações. “Já reagiu a lencinho umedecido, a sabonete, à medicação”, ela lembra.

E desde a hora que o Lucca acorda, a mãe já fica em estado de alerta. No café da manhã, a irmã, Pietra, não tem alergia e come normalmente derivados do leite. A Karina separa tudo com etiquetas.

“Tudo que é dele está etiquetado, na dúvida, não tem etiqueta, não tem o nome dele, não usa. O pratinho é separado, canequinha separada, o copo é separado, até o jogo americano. A louça do Lucca é lavada com a esponja separada”, ensina Karina.

No banheiro, tudo separado também. “Eu evito ao máximo produtos que tenham leite na higiene dele, mas alguns podem conter traços”, conta Karina.

Os traços de leite são uma “contaminação” do produto fabricado na mesma máquina que outros produtos com leite ou derivados. Não é todo alérgico que reage aos traços, mas o Lucca, sim.

Em casa, tudo sob controle. Mas e quando o Lucca é convidado para uma festa? A mãe entra em contato com quem estiver organizando a festa e prepara o “kit-festa” do Lucca. “A gente está preparando uma esfiha, massa toda caseira, não tem leite, não tem manteiga”, explica Karina.

Para as mães de filhos alérgicos, achar ingredientes é uma batalha. A busca por produtos sem leite já é um grande desafio no mercado. A situação fica ainda pior quando essas informações não são colocadas corretamente nos rótulos.

Como a rotulagem não é padronizada no Brasil, os fabricantes colocam os ingredientes do jeito que bem entendem e muitas vezes em inglês. Sabonete pode ter leite e caldo de carne também.

Atenção: a lactose é o açúcar natural do leite, não a proteína. “Uma pessoa que ela é intolerante à lactose, ela não consegue digerir o açúcar presente no leite. Não é o caso do Lucca, e das demais crianças que têm alergia à proteína ao leite da vaca. Elas não conseguem digerir a proteína”, explica Karina.

Com toda essa dificuldade, um grupo de mães criou a campanha “Põe no rótulo”. “Na grande maioria você não encontra leite. Você encontra outros nomes, proteína do leite, soro do leite, caseinato. O ideal é que tivesse mesmo em negrito: contém leite”, afirma Clarissa Oliveira, coordenador do Põe no Rótulo.  A campanha pegou e fez com que a Anvisa abrisse uma consulta pública sobre a rotulagem de ingredientes que causam alergia. Daí pode sair um novo modelo para os rótulos.
“Lactoalbumina é leite, caseína é leite, caseinato é leite. Seria muito mais fácil eles colocarem: contém leite”, destaca Karina. Com rótulo ou sem rótulo, a Karina sempre dá um jeito para garantir que leite nenhum impeça o Lucca de brincar.

Fonte: Fantástico.

No Brasil, 350 mil crianças têm alergia à proteína do leite de vaca
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/no-brasil-350-mil-criancas-tem-alergia-a-proteina-do-leite-de-vaca/feed/ 0
NOTÍCIA: Site ajuda a pessoa com tolerância a glúten e lactose a comer bem e saudável https://www.semglutensemlactose.com/videos/noticia-site-ajuda-a-pessoa-com-tolerancia-a-gluten-e-lactose-a-comer-bem-e-saudavel/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=noticia-site-ajuda-a-pessoa-com-tolerancia-a-gluten-e-lactose-a-comer-bem-e-saudavel https://www.semglutensemlactose.com/videos/noticia-site-ajuda-a-pessoa-com-tolerancia-a-gluten-e-lactose-a-comer-bem-e-saudavel/#respond Wed, 22 Oct 2014 10:41:01 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11587 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Veja a cobertura completa deste vídeo.

Veja o vídeo no site da NOTÍCIA: Site ajuda a pessoa com tolerância a glúten e lactose a comer bem e saudável
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Veja a cobertura completa deste vídeo.

Veja o vídeo no site da RIC TV.

NOTÍCIA: Site ajuda a pessoa com tolerância a glúten e lactose a comer bem e saudável
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/videos/noticia-site-ajuda-a-pessoa-com-tolerancia-a-gluten-e-lactose-a-comer-bem-e-saudavel/feed/ 0
Resultados promissores para o tratamento da doença celíaca https://www.semglutensemlactose.com/artigos/resultados-promissores-para-o-tratamento-da-doenca-celiaca/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=resultados-promissores-para-o-tratamento-da-doenca-celiaca https://www.semglutensemlactose.com/artigos/resultados-promissores-para-o-tratamento-da-doenca-celiaca/#respond Mon, 20 Oct 2014 17:36:48 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11584 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Em pessoas que sofrem de doença celíaca, o sistema imunológico reage anormalmente ao glúten, resultando em danos ao intestino delgado. Os [...]

Resultados promissores para o tratamento da doença celíaca
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Pesquisa sobre doença celíaca

Em pessoas que sofrem de doença celíaca, o sistema imunológico reage anormalmente ao glúten, resultando em danos ao intestino delgado. Os sintomas mais comuns são problemas gastrointestinais e os mais graves incluem dores nas articulações ou ossos, inchaço na boca ou na língua, fadiga, anemia, perda ou ganho de peso.

Pesquisadores australianos obtiveram resultados promissores na redução dos sintomas da doença celíaca. Para isso, utilizaram larvas do verme Necator americanus. A infestação por esse tipo de verme, devido à falta de saneamento, é um problema nos países tropicais pobres. Estima-se que nos países pobres 780 milhões de pessoas sofrem desse tipo de infestação. É interessante o fato de que condições inflamatórias – tais como a doença celíaca, doença inflamatória do intestino, doença de Crohn e asma – são menos comuns em países em pobres, mas abundantes em nações desenvolvidas onde esses tipos de verme foram erradicados.

A eficácia desse tipo de verme no tratamento de doenças inflamatórias está na capacidade de ele redirecionar a resposta imunológica humana – uma habilidade que lhe permite viver hospedado no intestino humano sem ser eliminado, porém, sem comprometer a capacidade do hospedeiro de combater outras doenças infecciosas.

Num estudo clínico realizado durante mais de um ano, 12 participantes sensíveis ao glutén foram experimentalmente infectados  com larvas do Necator americanus. Na sequência, eles receberam doses diárias de glúten aumentadas gradualmente: começaram com 0,1 grama de glutén por dia (equivalente a dois espaguete de dois centímetros) e chegaram, ao final, a uma dose diária de três gramas de glutén (equivalente a 75 espaguetes).

Quatro participantes se retiraram do estudo em etapa inicial por motivos não relacionadas ao glúten. “Os oito pacientes [que permaneceram] conseguiram aumentar a tolerância ao glúten de um fator de 60, uma grande mudança”, disse Alex Loukas, chefe do Centro de Biodescoberta e Desenvolvimento Molecular de Terapias da UJC, e um dos principais coautores do estudo.

“Ao final do estudo, os participantes da pesquisa estavam comendo o equivalente a uma tigela de tamanho médio de espaguete, mas sem efeitos nocivos”, disse o imunologista Paul Giacomin, da Universidade James Cook (UJC). “Essa é uma refeição que normalmente provocaria uma resposta inflamatória debilitante, deixando um paciente celíaco sofrendo de diarreia, cólicas e vómitos”.

Os pesquisadores pensam que a chave para essa habilidade anti-inflamatória está nas proteínas que os vermes segregam e estão se esforçando para encontrar essas moléculas proteicas com o objetivo de desenvolver uma droga anti-inflamatória eficaz no combate a doença celíaca.

Fonte: Epoch Times.

Resultados promissores para o tratamento da doença celíaca
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/resultados-promissores-para-o-tratamento-da-doenca-celiaca/feed/ 0
A história do pequeno Lorenzo https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-do-pequeno-lorenzo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-do-pequeno-lorenzo https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-do-pequeno-lorenzo/#respond Thu, 16 Oct 2014 18:22:19 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11581 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos


Personagem: Lorenzo Prisco
Idade: 5 anos
Cidade: São Paulo – SP

A história

Vanessa Prisco ainda amamentava o Lorenzo, quando os primeiros [...]

A história do pequeno Lorenzo
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Lorenzo
Personagem: Lorenzo Prisco
Idade: 5 anos
Cidade: São Paulo – SP

A história

Vanessa Prisco ainda amamentava o Lorenzo, quando os primeiros sinais de alerta surgiram. “Ele ficava bem vermelho quando eu comia alguma coisa com lactose e aí tentei introduzir outro tipo de leite, mas só de pingar na boca dele já inchava o rostinho todo, dava até bolha nos lábios”, lembra. O diagnóstico veio rápido: Alergia à Proteína do Leite. Lorenzo tinha só oito meses de vida.

Em casa, ele é o único com restrição alimentar e por isso os cuidados são redobrados. “Tudo é separado para o Lorenzo aqui. Ele tem medo de experimentar as coisas porque já teve uma experiência ruim e traumatizou, apesar de novinho ele tem consciência do que pode e não pode comer”.

Enquanto em casa e na escolinha onde ele estuda, os cuidados já estão bem estabelecidos, o mais complicado, segundo Vanessa, é conviver com os cardápios que fogem da rotina, como em restaurantes ou festinhas de aniversários. “Não é nada fácil! Sempre dou comida antes de sairmos de casa e levo bolo para as festas , mas nem sempre ele aceita comer. Percebo que ele olha com vontade para o que as outras crianças estão comento, e é difícil. Não poder beijá-lo a qualquer momento sem ter lavado bem a boca também é complicado”.

Mas, apesar de todas as dificuldades de uma restrição alimentar, o Lorenzo é uma criança feliz e bem sapeca. “Ele adora ir pra escola, ter amigos, é divertido, só tem um pouco de dificuldade de aceitar alguns nãos. Talvez por tudo ser mais restrito se mostra mais irredutível, mas é um menino super feliz”.

 

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para:contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história do pequeno Lorenzo
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-do-pequeno-lorenzo/feed/ 0
Empadão https://www.semglutensemlactose.com/receita/empadao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=empadao https://www.semglutensemlactose.com/receita/empadao/#comments Wed, 15 Oct 2014 13:32:04 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11577 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Essa é uma receita super versátil porque você pode fazer dezenas de variações para o recheio: frango, palmito, carne, tomate seco… É só escolher qual você gosta mais e colocar [...]

Empadão
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Essa é uma receita super versátil porque você pode fazer dezenas de variações para o recheio: frango, palmito, carne, tomate seco… É só escolher qual você gosta mais e colocar a mão na massa!

DICA: Para facilitar o preparo, abra a massa entre dois plásticos.

Receita e foto: Beladri.

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

Empadão
Porções Tempo Preparação
1forma 50 minutos
Porções Tempo Preparação
1forma 50 minutos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Misture todos os ingredientes, exceto a gema e vá amassando com os dedos a farofa até obter uma massa lisa e uniforme.
  2. Unte uma assadeira e com aproximadamente 3/4 da massa, forre seu fundo e suas laterais.
  3. Coloque o recheio de sua preferência e feche com o restante da massa aberta no rolo.
  4. Pincele com a gema e leve ao forno pré-aquecido até dourar.

Empadão
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/empadao/feed/ 46
Conheça os 10 “piores” alimentos para a sua saúde https://www.semglutensemlactose.com/artigos/conheca-os-10-piores-alimentos-para-a-sua-saude/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=conheca-os-10-piores-alimentos-para-a-sua-saude https://www.semglutensemlactose.com/artigos/conheca-os-10-piores-alimentos-para-a-sua-saude/#comments Mon, 13 Oct 2014 19:07:21 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11572 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Saiba quais são eles, os problemas que causam e como substituí-los por outros mais [...]

Conheça os 10 “piores” alimentos para a sua saúde
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Cachorro-quente está entre os piores alimentos para a saúde

Saiba quais são eles, os problemas que causam e como substituí-los por outros mais saudáveis

Você consegue resistir a um delicioso sorvete de massa? E quanto a um cachorro quente? Estes alimentos industrializados são tão gostosos para o nosso paladar que realmente é difícil evitá-los. “O foco da indústria alimentícia ao produzi-los era o sabor, deixando de lado o valor nutricional”, explica o nutrólogo Guilerme Giorelli, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

Pensando nos malefícios que estas comidas proporcionam, a nutricionista norte-americana Michelle Schoffro Cook, famosa autora de best-sellers sobre alimentação, elaborou uma lista com os 10 piores alimentos do mundo para o ser humano.

É importante deixar claro que nenhum destes alimentos precisa ser excluído do seu cardápio, especialmente aqueles que você gosta bastante. “Eu não os transformaria em vilões da dieta porque o problema é o nosso hábito. O que não devemos fazer é comer estes alimentos diariamente e em excesso, você pode escolher um alimento do grupo, o sorvete de massa por exemplo, e ingerir uma vez por semana”, aconselha o nutrólogo Celso Cukier do Hospital Albert Einstein. Logo abaixo, você confere os dez maiores “perigos” do cardápio saudável.

10º Sorvete de massa

Os problemas: O sorvete de massa industrializado não é interessante por ser pobre em nutrientes. “Este doce possui carboidratos de baixo valor nutricional, ou seja é rico em açúcar, que vão ser absorvidos rapidamente pelo organismo e serão transformados em gordura”, conta Cukier.

O consumo em excesso deste alimento pode facilitar o aumento de peso. Uma bola da versão sabor chocolate, equivalente a 60 gramas, contém 130 calorias e 18,5% dos Valores Diários de gorduras saturadas que um adulto necessita, este alto valor existe principalmente por ter uma série de aditivos incluídos no alimento ao longo da fabricação, o leite integral possui gorduras saturadas, mas não são poucas. “O principal problema do consumo em excesso desta gordura é que ela sofre um processo de oxidação e há o risco do aparecimento de placas que podem inflamar as artérias sanguíneas, levando a doença vascular que pode comprometer o coração, os rins e o cérebro a longo prazo”, explica Cukier.

Alternativa saudável: Uma opção melhor é o sorvete de palito de frutas que possui menos calorias, apenas 50 por porção de 60 gramas, e gorduras, apenas 0.14 gramas o equivalente a 0,25% dos Valores Diários. O frozen de iogurte desnatado, com 64 calorias e 0,3 gramas de gorduras saturadas o equivalente a 1,3% dos Valores Diários, é outra boa opção. O sorvete light, com 85 calorias e o equivalente a 6% dos Valores Diários de gorduras saturadas, também é uma escolha menos prejudicial.

 

9º Salgadinhos de milho

Os problemas: Por conter uma série de produtos químicos, o salgadinho de milho pode causar alergias. Além disso, um pacote, 63 gramas, deste alimento contém 17% do Valor Diário de sódio. “Quando consumido em excesso o sódio está relacionado ao aparecimento de pressão alta e doenças renais”, diz Cukier. O pacote do salgadinho também possui Valor Diário de 32,5% de gorduras totais e 10,3% de gorduras saturadas. O fato do salgadinho ser feito com milho transgênico é polêmico. “O transgênico é uma mistura de DNA, o ideal é saber qual é essa modificação e se poderia promover uma alergia. Não temos um estudo científico que comprove que a quantidade de milho com essas alterações no salgadinho pode causar uma doença”, ressalta Giorelli.

Alternativa saudável: A pipoca preparada na panela e com óleo vegetal fresco é uma opção muito melhor para a saúde. Mas o ideal, é claro, é não abusar do sal para não aumentar a quantidade de sódio do quitute.

 

8º Pizza congelada

Os problemas: Um pedaço, 73 gramas, de pizza congelada possui 16% do Valor Diário de sódio, cujo consumo em excesso está ligado ao aumento da pressão e doenças renais. O único pedaço ainda possui 14% do Valor Diário das gorduras saturadas que quando ingeridas em grandes quantidades podem levar a problemas cardíacos. Esta pizza ainda é feita com farinha branca que tem uma absorção rápida no organismo fazendo com que a pessoa fique com fome logo. “Outra descoberta é que quando o alimento é integral a absorção é mais lenta e o tempo que o alimento passa no intestino é maior o que faz com que outros hormônios deste órgão sejam estimulados”, observa Giorelli.

Alternativa saudável: Caso você adore uma pizza, o melhor a fazer é diminuir o consumo, comendo apenas uma vez por semana. O sabor escolhido também irá influenciar na quantidade de calorias e gorduras.

 

7º Batata frita

Os problemas: O principal problema da batata frita está no fato de ela ser uma fritura. Quando o alimento é submetido a altas temperaturas sofre a glicação que é uma modificação molecular. “Estão surgindo muitos estudos procurando relacionar essas alterações com o aparecimento de doenças cardiovasculares e também o câncer”, diz Cukier. A porção de 100 gramas de batata frita possui 14% do Valor Diário de gordura saturada.

Alternativa saudável: Uma maneira melhor de consumir a batata como petisco é cortá-la como se fosse um chips, dispor em uma travessa, colocar alecrim e azeite e levar ao forno. Caso você goste muito da batata frita, procure fazê-la em casa e sem reaproveitar o óleo, pois quanto mais utilizado, mais saturado ele fica e maiores os riscos para o coração.

 

6º Salgadinho de batata

Os problemas: O salgadinho de batata é ainda mais nocivo do que a batata frita. “Ele vai ser preparado de maneira industrial, utilizando grandes quantidades de gordura, sal e substâncias químicas”, explica Cukier. De fato, o alimento é rico em gorduras, um pacote de 50 gramas possui 33% do Valor Diário de gorduras totais e 9% de gorduras saturadas.

Alternativa saudável: A pipoca preparada na panela ou a batata cortada em forma de chips e levada ao forno com azeite e alecrim são alternativas de petiscos melhores para a saúde.

 

5º Bacon

Os problemas: Um levantamento feito pela Escola de Saúde Pública de Harvard descobriu que 50 gramas diários de carnes processadas como o bacon aumentam em 42% o risco de problemas cardíacos e em 19% o de diabetes tipo 2. Este alimento possui gordura saturada, de modo que uma fatia equivalente a 10 gramas possui 6,4% do Valor Diário desta gordura, que sofre um processo de oxidação que facilita o aparecimento de placas que podem inflamar as artérias sanguíneas levando ao comprometimento cardíaco.

Já o diabetes tipo 2 pode ocorrer em decorrência do consumo de bacon porque em alguns casos há diminuição da produção de insulina em resposta ao tamanho corporal do paciente. “Então uma alimentação exagerada, e o bacon é extremamente calórico, faz com que em algumas pessoas o organismo chegue a uma situação de insuficiência hormonal, passando a produzir uma quantidade de insulina insuficiente para o tamanho do corpo”, explica Giorelli.

Além disso, um estudo publicado no British Journal of Cancer concluiu que comer 50 gramas de carne processada diariamente aumenta em 19% o risco de câncer no pâncreas. Os cientistas responsáveis pela pesquisa acreditam que isto ocorre porque algumas químicas utilizadas para preservar este tipo de alimento são transformadas no nosso corpo em substâncias que podem afetar o DNA e aumentar o risco de câncer.

Alternativa saudável: Os fãs de bacon devem restringir o consumo do alimento para no máximo uma vez por semana. Procure fazer o feijão e a farofa sem o uso desta carne processada e caso bata uma vontade daquela fatia de bacon, tente substitui-la por peito de peru.

 

4º Cachorro-quente

Os problemas: Um salsicha de 50 gramas possui 24% do valor diário de gorduras totais, 20% de gorduras saturadas e 20,3% de sódio. A salsicha é uma carne processada como o bacon e por isso apresenta os mesmos problemas de saúde. Além disso, para a conservação da salsicha são utilizados nitritos e nitratos que no estômago se transformam em nitrosaminas. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estas nitrosaminas têm forte ação cancerígena levando a altos índices de câncer no estômago entre pessoas que consomem alimentos contendo os nitritos e nitratos com frequência.

Alternativas saudáveis: Uma boa opção é substituir o cachorro-quente por um lanche com queijo branco e peito de peru.

 

3ª Churros recheados

Os problemas: O alimento que ocupava a 3ª posição na lista original era o donuts. Como ele não é muito consumido no Brasil, o churros é o seu equivalente nacional. Ambos são massas fritas, recheadas com chocolate ou doce de leite e que possuem açúcar ao seu redor. Portanto, os churros têm as complicações das frituras e ainda são ricos em açúcar. O alimento recheado com doce de leite possui 18,4% do Valor Diário das gorduras totais e 18,8% das gorduras saturadas.

Alternativas saudáveis: Caso você goste muito do churros opte por comê-lo apenas uma vez por semana aliado a uma dieta saudável.

 

2º Refrigerante

Os problemas: Esta bebida é rica em açúcar. Uma lata de 350 ml do refrigerante tipo cola possui 37 gramas de açúcar. Então, caso a pessoa beba uma lata por dia em um mês ela terá consumido cerca de um quilo de açúcar! Uma pesquisa divulgada no American Journal of Clinical Nutrition concluiu que refrigerantes, tanto as versões açucaradas quanto as de baixa caloria, estão associados ao maior risco de acidente vascular cerebral.

Os refrigerantes também estão associados a problemas respiratórios. “Eles proporcionam um excesso de energia levando ao aumento do peso que é estocado no organismo na forma de tecido gorduroso. Hoje já se sabe que esse tecido produz uma série de hormônio e alguns causam especificamente mais inflamação respiratória”, diz Giorelli.

Outras bebidas ricas em açúcar que são tão prejudiciais quanto o refrigerante são os sucos industrializados. “O pior é o refresco, que tem em torno de 10% de polpa de frutas, o néctar varia em 30 e 40% e o suco em mais de 50%. Considero tão perigoso quanto o refrigerante porque a quantidade de vitaminas é mínima e ele é muito calórico”, explica Giorelli.

Alternativas saudáveis: Apesar de calóricos, os sucos naturais são ricos em vitaminas, fibras e sais minerais, por isso são opções muito melhores para a sua saúde, a água de coco também.

 

1º Refrigerante diet

Os problemas: Um estudo feito por pesquisadores das universidades de Miami e Columbia concluiu que quem consome o refrigerante diet diariamente tem mais chances de ter um infarto ou um acidente vascular cerebral. Outro estudo publicado pela revista científica Diabetes Care concluiu que o ingerir diariamente o refrigerante diet pode aumentar os riscos de desenvolver diabetes tipo 2 e síndrome metabólica.

Os especialistas divergem quanto ao fato da nutricionista americana ter colocado esta bebida como a pior de todas. “Não faz sentido, o diet não é mais ou menos saudável do que o normal, inclusive, pessoas com restrição ao uso dos carboidratos devem preferir o diet ao outro”, afirma Cukier.

Alternativa saudável: Neste caso, os sucos naturais também são opções muito melhores para a saúde.

Fonte: Minha Vida.

Conheça os 10 “piores” alimentos para a sua saúde
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/conheca-os-10-piores-alimentos-para-a-sua-saude/feed/ 2
A história do pequeno Arthur https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-do-pequeno-arthur/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-do-pequeno-arthur https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-do-pequeno-arthur/#respond Thu, 09 Oct 2014 18:11:34 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11568 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Personagem: Arthur Mallmann e Kate Mallmann
Idade: 3 anos | 31 [...]

A história do pequeno Arthur
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

A história do Arthur que tem intolerância alimentar múltipla

Personagem: Arthur Mallmann e Kate Mallmann
Idade: 3 anos | 31 anos
Cidade: Pinhais – Paraná

A história

O Arthur tem só três aninhos de idade, mas muita história pra contar. Já nos primeiros dias de vida, as preocupações começaram a surgir. “Ele chorava demais, e a gente achava que era algum desconforto abdominal. Eu não pude amamentá-lo porque não tive produção de leite, então com 20 dias ele já estava utilizando fórmula (leite artificial)”, conta a mãe Kate Mallmann.

Outros sintomas, como alergia na pele, irritação e refluxo gástrico deixaram os pais ainda mais em alerta. Mas, a situação ficou mesmo preocupante aos seis meses, quando ele teve a primeira pneumonia. “Foi uma maratona de idas e vindas ao médico, e o pior: medicação indevida. Alguns médicos consideravam o quadro dele normal, diziam que era comum sentir dor, que ele era muito novinho e eu não me conformava com aquilo”, relembra a mãe.

Com um ano e meio, Arthur sofreu a sexta pneumonia, dessa vez nos dois pulmões e muito grave. “Foi um tratamento traumático pra nós, ele chegou a ficar um dia na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), foi muito difícil”.

Depois de todo esse drama, exames e mais consultas, foi então que veio o diagnóstico: Alergia Alimentar Múltipla, ou seja, ele tem reações alérgicas a diversos alimentos. A partir daí a rotina do Arthur e de toda família iniciou um processo total de mudança, e não somente na alimentação. “São poucas as coisas que ele pode comer, é uma dieta muita restrita. Em casa tudo é separado pra ele, os talheres, as louças, os panos de prato… A esponja de lavar a louça não pode ser a mesma que a gente lava os nossos utensílios, tudo precisa ser separadinho, então a gente tem que ser bem cuidadoso com a rotina em casa”.

A internet e a troca de experiência com outras mães que passam pela mesma situação são as principais ferramentas de aprendizado de Kate. O universo das dietas restritas é bastante complexo e por isso a missão diária é driblar os desafios. “Coloquei ele na escolinha bem cedo, mas até se adaptar a uma que compreendesse realmente a sua situação, passamos por várias. Hoje graças a Deus ele está numa instituição ótima, e recebe toda a atenção necessária. E apesar de pequenininho, entende que não pode comer de tudo, ele vai crescendo e aprendendo a lidar com isso a cada dia”.

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para:contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história do pequeno Arthur
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-do-pequeno-arthur/feed/ 0
Bolo Integral de Frutas https://www.semglutensemlactose.com/receita/bolo-integral-de-frutas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bolo-integral-de-frutas https://www.semglutensemlactose.com/receita/bolo-integral-de-frutas/#comments Wed, 08 Oct 2014 16:58:52 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11566 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Essa receita não tem erro: todo mundo em casa vai adorar! Além de ser muito saboroso, esse Bolo Integral de Frutas é nutritivo e saudável! Uma ótima opção, inclusive, para [...]

Bolo Integral de Frutas
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Essa receita não tem erro: todo mundo em casa vai adorar! Além de ser muito saboroso, esse Bolo Integral de Frutas é nutritivo e saudável! Uma ótima opção, inclusive, para colocar na lancheira das crianças.

DICA: Se preferir, você pode trocar as frutas por castanhas, coco ou frutas cristalizadas, como o abacaxi.

Receita e foto: Beladri.

 

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

Bolo Integral de Frutas
Tempo Preparação
20minutos
Tempo Cozedura
30minutos
Tempo Preparação
20minutos
Tempo Cozedura
30minutos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Na tigela da batedeira, coloque os ovos, o açúcar, o amaranto, a farinha sem glúten, o óleo e a água.
  2. Bata até obter uma massa homogênea. Misturar as frutas.
  3. Coloque em uma assadeira untada.
  4. Leve ao forno pré-aquecido a uma temperatura de aproximadamente 200°C até dourar por cerca de 30 a 40 minutos.
  5. Desenforme, polvilhe açúcar e canela e sirva.

Bolo Integral de Frutas
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/bolo-integral-de-frutas/feed/ 43
Intolerância à lactose na infância nem sempre é uma condição permanente https://www.semglutensemlactose.com/artigos/intolerancia-a-lactose-na-infancia-nem-sempre-e-uma-condicao-permanente/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=intolerancia-a-lactose-na-infancia-nem-sempre-e-uma-condicao-permanente https://www.semglutensemlactose.com/artigos/intolerancia-a-lactose-na-infancia-nem-sempre-e-uma-condicao-permanente/#respond Mon, 06 Oct 2014 14:16:59 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11560 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

O problema pode ser de origem genética ou causado por algum dano na mucosa intestinal

Uma das grandes [...]

Intolerância à lactose na infância nem sempre é uma condição permanente
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Intolerância à lactose na infância

O problema pode ser de origem genética ou causado por algum dano na mucosa intestinal

Uma das grandes preocupações de toda mãe e pai de primeira viagem está relacionada à intolerância à lactose. Através desse artigo quero tranquilizá-los e ao mesmo tempo desmistificar um pouco o problema.

A intolerância à lactose primária se dá, principalmente, no período que compreende os três primeiros anos de vida, e ocorre por consequência de deficiência genética da enzima lactase, que hidrolisa a lactose. Traduzindo: crianças com deficiência em lactase, a enzima que permite a digestão da lactose, podem sofrer com gases (flatulência), cólicas, diarreia, náusea e inchaço após consumir alimentos que contenham essa substância. Isto ocorre porque a lactose chega intacta ao cólon, sendo fermentada por bactérias, o que irá produzir ácidos orgânicos. A recomendação é eliminar a ingestão de produtos lácteos para controlar os sintomas.

Outra alteração é a deficiência de lactase secundária por dano à mucosa intestinal, geralmente após quadros de diarreia. A permanência de eliminação de fezes amolecidas ou semilíquidas, acompanhada de flatulência e cólicas é facilmente percebida pelos pais, que deverão consultar um pediatra para o devido diagnóstico.

A intolerância à lactose primária é hereditária não tendo tratamento, e a solução é a eliminação total da ingestão de alimentos à base de leite e produtos derivados que contêm um açúcar natural chamado lactose. A doença secundária tende a ser autolimitada, mas, quando necessário, pode-se utilizar de correção de dieta e administração de lactobacilos que ajudam a recolonização da flora intestinal.

Alguns alimentos que podem ser substituídos no lugar do leite são coalhadas ou iogurtes, Estes alimentos não possuem lactose e têm as mesmas propriedades do leite. Também são indicados alimentos vegetais com alto teor de cálcio. No entanto, existe o problema da biodisponibilidade, sendo necessárias quantidades muito superiores destes alimentos: oito xícaras de espinafre equivalem, em níveis de cálcio, a uma xícara de leite.

O acompanhamento, e consequente tratamento, quando necessário, por um pediatra é importantíssimo para restabelecer as condições de saúde da criança, evitando-se assim alterações no seu crescimento e desenvolvimento.

Alimentos que contêm lactose

Laticínios: Os produtos feitos a partir do leite contêm lactose, tais como iogurte, creme de leite, sorvete, maionese, bebidas (mistas) de leite, creme de queijo, queijos em geral e queijo cottage. Iogurte pode ser uma boa opção para ingestão de cálcio, uma vez que culturas intestinais ativas metabolizam a lactose, facilitando a digestão.

Pães e massas: alimentos ricos em amido (pães, biscoitos, panquecas, bolos e outros similares) costumam usar leite em pó ou produtos lácteos na preparação.

Doces: sorvetes e bolos de sorvete, frozen, chocolate ao leite, pudins, cremes e sobremesas que usam leite condensado possuem lactose. Alguns adoçantes artificiais, caramelo e doces com sabor toffee também têm componentes do leite.

Bebidas: qualquer forma de leite contém lactose, como leite integral, leite em pó, leite condensado, leite batido, leites aromatizados e diversas bebidas instantâneas. Algumas bebidas lácteas estão disponíveis em versões com lactose reduzida e podem ser toleradas por alguns indivíduos.

Molhos e coberturas: molhos para salada, molhos de queijo, manteiga e patês também podem conter lactose. Geralmente, a manteiga possui uma quantidade menor de lactose e pode ser uma alternativa, desde que consumida com moderação.

Legumes: Matérias-primas vegetais não contêm lactose se não forem preparadas com produtos lácteos. Mas atenção: gratinados, pratos de legumes fatiados, vegetais com creme, pratos de vegetais cozidos podem conter ou utilizar lactose nos ingredientes.

Fonte: Minha Vida.

Intolerância à lactose na infância nem sempre é uma condição permanente
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/intolerancia-a-lactose-na-infancia-nem-sempre-e-uma-condicao-permanente/feed/ 0
A história de Linda Vitoria | Especial Dia das Crianças https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-linda-vitoria-especial-dia-das-criancas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-de-linda-vitoria-especial-dia-das-criancas https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-linda-vitoria-especial-dia-das-criancas/#respond Thu, 02 Oct 2014 13:10:54 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11549 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Personagens: Tainah Mendes e Linda Vitoria
Idade: 25 anos [...]

A história de Linda Vitoria | Especial Dia das Crianças
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

A história da Linda Vitoria, bebê que tem Alergia à Proteína do Leite de Vaca

Personagens: Tainah Mendes e Linda Vitoria
Idade: 25 anos e 3 meses
Cidade: Manaus – Amazonas

A história

Apesar de ser comum os recém-nascidos passarem pela fase das cólicas, as dores constantes da pequena Linda Victoria passaram a preocupar a mãe, Tainah Mendes. “Desde que nasceu, ela sempre sofreu com cólicas terríveis. Barriga muito dilatada e muito sofrimento para fazer suas necessidades. Recebeu leite materno exclusivo desde o início. Com 40 dias, após comer uma colher de chá de ricota, ela mamou normalmente, mas horas depois fez as primeiras fezes com sangue. Foi a partir desse dia que a nossa luta começou”, relata a mãe.

As idas ao médico passaram a ser constantes. Tainah decidiu trocar de pediatra, e foi então, orientada pelo novo especialista a suspender da sua alimentação qualquer derivado de leite. “Desde então não ingiro nada com leite ou derivados, soja, ovo, glúten e castanhas… É uma dieta bem restrita e acima de tudo muito cautelosa por conta dos traços existentes em muitos alimentos que nem imaginamos”.

A pequena Linda tem apenas três meses de vida, e o quadro dela foi diagnosticado como APLV (Alergia à Proteína do Leite de Vaca). Uma reação alérgica às proteínas presentes no leite de vaca e seus derivados. Isso ocorre, porque assim que os bebês nascem, seu intestino ainda está imaturo e a ingestão dessas proteínas pode iniciar um processo de inflamação no aparelho digestivo. É uma doença que normalmente acomete bebês e crianças menores de três anos.

“Minha rotina hoje é outra, desde a alimentação até os produtos que usamos na limpeza da casa, higiene, medicamentos e tudo mais que tiver a proteína. Mas depois de todas essas mudanças minha filha não sentiu mais dor, dificilmente aparece sangue nas fezes e sua barriguinha não é mais dilatada! Hoje é uma criança super feliz, bem desenvolvida e bem-humorada!”.

 

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para:contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história de Linda Vitoria | Especial Dia das Crianças
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-linda-vitoria-especial-dia-das-criancas/feed/ 0
Psicóloga faz testes até criar receitas de pão sem glúten para o filho https://www.semglutensemlactose.com/artigos/psicologa-faz-testes-ate-criar-receitas-de-pao-sem-gluten-para-o-filho/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=psicologa-faz-testes-ate-criar-receitas-de-pao-sem-gluten-para-o-filho https://www.semglutensemlactose.com/artigos/psicologa-faz-testes-ate-criar-receitas-de-pao-sem-gluten-para-o-filho/#comments Mon, 29 Sep 2014 15:07:50 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11536 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Elen e o filho têm alergia ao glúten. Mas quem [...]

Psicóloga faz testes até criar receitas de pão sem glúten para o filho
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Psicóloga faz testes até criar receitas de pão sem glúten para o filho

Elen e o filho têm alergia ao glúten. Mas quem disse que uma dieta sem glúten é uma dieta sem pão? Foi assim que ela criou várias receitas sem glúten

 

É mesmo difícil ficar sem pão. A psicóloga Elen não teve escolha. Ela e o filho têm alergia ao glúten. “A doença celíaca, ela é autoimune, e o organismo reage toda vez que o organismo entra em contato com a proteína que é o glúten”, explica Elen.

Mas quem disse que uma dieta sem glúten é uma dieta sem pão? E foi assim que Elen criou várias receitas de pão sem glúten.

Globo Repórter: Porque o glúten faz diferença em uma receita…
Elen: Total diferença. O glúten ativa a fermentação, ele é indispensável na maciez e para você poder ter um produto que você consiga ter textura agradável, você precisa do glúten. Então os primeiros testes que eu fazia em casa, ou o produto quebrava, ou ele não crescia, ou ele crescia demais. Ou seja, era um caos. Era um caos trabalhar sem glúten, era um caos.

Globo Repórter: Em vez da farinha de trigo, tem o que?
Elen: Farinha de arroz, amido de milho, fécula de batata e fécula de mandioca.

Assista o vídeo completo da matéria no site do Globo Repórter.

Psicóloga faz testes até criar receitas de pão sem glúten para o filho
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/psicologa-faz-testes-ate-criar-receitas-de-pao-sem-gluten-para-o-filho/feed/ 8
A história de Bruna Lima https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-bruna-lima/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-de-bruna-lima https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-bruna-lima/#respond Thu, 25 Sep 2014 20:13:21 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11520 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Personagem: Bruna Lima
Idade: 23 anos
Cidade: Cascavel – PR

A história

Quando o leite faz parte do seu cardápio diário em [...]

A história de Bruna Lima
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

buh

Personagem: Bruna Lima
Idade: 23 anos
Cidade: Cascavel – PR

A história

Quando o leite faz parte do seu cardápio diário em quase todas as refeições, se torna ainda mais difícil identificar a intolerância à lactose. Foi o que aconteceu com a Bruna Lima. “Nunca fui uma pessoa muito saudável, mas a intolerância à lactose me pegou de surpresa aos 21 anos de idade. Sofro muito de ansiedade e acredito que isso tenha ajudado a desenvolver este problema. Como sempre fui uma super consumidora de leite, demorou para que eu percebesse que ele estava sendo o vilão. Tomava leite toda manhã e quase toda tarde e por um acaso li os sintomas na internet e alguns batiam. Resolvi fazer um teste e ficar sem ingerir leite e derivados por um tempo, deu certo! Os sintomas desapareceram e logo fui ao gastro para entender meu problema”, conta.

O médico, então, pediu que ela fizesse o teste para confirmar se os sintomas eram mesmo da intolerância à lactose, e o resultado deu positivo. Mas aí as coisas começaram a ficar mais difíceis. “Não me recomendaram nenhum tipo de remédio ou alimentação diferenciada, apenas ouvi a frase ‘não consuma leite’, o que foi um problema, pois sou teimosa e vez ou outra acabo ingerindo queijos, iogurte, chocolate. Por algum motivo nem sempre me faz mal, então às vezes corro o risco e nada acontece, mas também já fui parar no hospital por tomar meio copo de vitamina”, relata.

Agora, dois anos depois de descobrir a doença, a Bruna conta que consegue controlar melhor a alimentação, mas comer fora de casa ainda é um desafio. “São poucos os lugares que oferecem alternativas para quem possui essa restrição alimentar. No último ano busquei mais e descobri alguns sites e grupos no Facebook, que têm me ajudado muito. E sempre que meus amigos vêem alguma matéria ou receita, logo se lembram de mim e me enviam. Não é fácil, ainda passo muita vontade, principalmente por não gostar das alternativas de soja que são oferecidas nos mercados, mas sei que há muita coisa que pode sim feita sem o uso de produtos que possuem a lactose, basta procurar, e a variedade de produtos encontrados também está cada vez maior. Ou seja, isso deixou de ser um drama na minha vida!”.

 

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para:contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história de Bruna Lima
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-bruna-lima/feed/ 0
Café coletivo sem glúten e sem lactose em Cascavel (PR) https://www.semglutensemlactose.com/blog-da-debora/cafe-coletivo-sem-gluten-e-sem-lactose-em-cascavel-pr/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cafe-coletivo-sem-gluten-e-sem-lactose-em-cascavel-pr https://www.semglutensemlactose.com/blog-da-debora/cafe-coletivo-sem-gluten-e-sem-lactose-em-cascavel-pr/#comments Thu, 25 Sep 2014 13:29:47 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11495 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Oi gente! Na semana passada, participei de um café super bacana em Cascavel, [...]

Café coletivo sem glúten e sem lactose em Cascavel (PR)
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Café coletivo sem glúten e sem lactose no Nex Coworking em Cascavel

Oi gente! Na semana passada, participei de um café super bacana em Cascavel, no Paraná, minha terrinha natal, e quero contar aqui pra vocês um pouquinho dessa experiência.

O convite veio do Nex Coworking, que é um espaço de escritórios coletivos, muito lindo e interessante por sinal. Já é tradição entre os profissionais que trabalham lá se reunir todas as quintas-feiras para um Café Coletivo e então eu tive o prazer de me juntar a eles e trazer algumas curiosidades e dicas sobre o universo sem glúten e sem lactose.

Montamos uma mesa cheia de delícias pra eles experimentarem. Pães, bolos, biscoitos, sequilhos, wafers, palitinhos de queijo, leite de arroz, e rolou até uma espécie de fondue com frutas, tudo sem glúten e sem lactose, inclusive o chocolate!

Todos esses produtos que eu citei, vocês encontram na nossa loja virtual, é só acessar aqui: http://www.semglutensemlactose.com/loja.

Foi uma tarde muito especial e eu adorei o convite. Até a imprensa da cidade esteve por lá e eu dei entrevista até para um programa de tevê. Assim que eu aparecer na telinha eu mostro pra vocês! Obrigada Nex Coworking Cascavel :)

 

Image00001 Image00002 Image00003 Image00004 Image00010 Image00011 Image00012 Image00013 Image00015 Image00016 Image00017 Image00018 Image00019 Image00020 Image00032 Image00038

 

 

Café coletivo sem glúten e sem lactose em Cascavel (PR)
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/blog-da-debora/cafe-coletivo-sem-gluten-e-sem-lactose-em-cascavel-pr/feed/ 1
Doença celíaca: como diagnosticar e tratar https://www.semglutensemlactose.com/artigos/doenca-celiaca-como-diagnosticar-e-tratar/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=doenca-celiaca-como-diagnosticar-e-tratar https://www.semglutensemlactose.com/artigos/doenca-celiaca-como-diagnosticar-e-tratar/#respond Mon, 22 Sep 2014 02:16:37 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11491 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Fonte: Site do Dr. Dráuzio Varella.

Por Gláucia Balbachan, editora do site Empratado.

A doença celíaca é uma doença [...]

Doença celíaca: como diagnosticar e tratar
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Doença celíaca, intolerância ao glúten

Fonte: Site do Dr. Dráuzio Varella.

Por Gláucia Balbachan, editora do site Empratado.

A doença celíaca é uma doença autoimune, ou seja, as próprias células de defesa imunológica agridem as células do organismo, causando um processo inflamatório. Na doença celíaca, a inflamação é provocada pelo glúten, proteína presente no trigo, cevada e centeio. Esse processo inflamatório, que no caso ocorre na parede interna do intestino delgado, leva à atrofia das vilosidades intestinais, gerando diminuição da absorção dos nutrientes.

No geral, os sintomas como diarreia, prisão de ventre, perda de peso, anemia, sensação de estufamento, cólica e desconforto abdominal começam na infância. Na fase adulta, muitas vezes os sintomas são mais indefinidos, como dores eventuais.

A maneira mais segura de fazer o diagnóstico é realizar a dosagem no sangue dos anticorpos contra o glúten. Outro exame importante é a biópsia do intestino, para verificar se há alterações de inflamação e atrofia das vilosidades.

Não há cura para a doença celíaca. O melhor tratamento ainda é retirar da dieta os alimentos que contenham glúten, responsável por desencadear a inflamação.

Segundo o médico Orlando Ambrogini, coordenador do Ambulatório de Doenças Intestinais da disciplina de gastroenterologia clínica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a doença celíaca é uma doença genética. “Há um componente genético bem definido, por isso ela pode acometer várias pessoas da mesma família. Se fizermos o diagnóstico em uma pessoa, todos os parentes de primeiro grau devem ser investigados, pois podem apresentar a doença mesmo sem apresentarem os sintomas”, conclui Ambrogini.

A doença é mais comum em crianças, mas também ocorre em adultos, de ambos os sexos. Outros sintomas da doença celíaca estão relacionados à má absorção de nutrientes, como cansaço, falta de ar, lesões na pele, queda de cabelo, dificuldade de crescimento em crianças, osteoporose e carência de vitaminas. É importante lembrar que algumas pessoas podem ter poucos ou nenhum sintoma. A falta de tratamento da doença pode causar o surgimento de tumores no intestino ou linfoma.

Há relatos da doença descritos na Grécia Antiga por Areteu da Capadócia e no século XIX, por um médico chamado Mathew Baillie. Naquele período, as pessoas ficavam desnutridas e acabavam falecendo pelas complicações da desnutrição.

Doença celíaca: como diagnosticar e tratar
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/doenca-celiaca-como-diagnosticar-e-tratar/feed/ 0
Bolo Sem Ovo https://www.semglutensemlactose.com/receita/bolo-sem-ovo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bolo-sem-ovo https://www.semglutensemlactose.com/receita/bolo-sem-ovo/#comments Wed, 17 Sep 2014 10:41:15 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11486 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Sem glúten, sem lactose e sem ovo! Essa receitinha de bolo vai te surpreender mesmo sem todos estes ingredientes. É a prova de que a intolerância alimentar não precisa te impedir [...]

Bolo Sem Ovo
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Sem glúten, sem lactose e sem ovo! Essa receitinha de bolo vai te surpreender mesmo sem todos estes ingredientes. É a prova de que a intolerância alimentar não precisa te impedir de comer tudo, né?

DICA: Dá para finalizar jogando coco ralado por cima do bolo, ou ainda espremer mais um pouquinho de laranja e usar como cobertura.

Receita e foto: Nutri&Você.

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

Bolo Sem Ovo
Porções Tempo Preparação
8porções 50minutos
Porções Tempo Preparação
8porções 50minutos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Bata todos os ingredientes no liquidificador;
  2. Coloque em uma forma untada com óleo;
  3. Leve ao forno médio, pré-aquecido, por cerca de 40 minutos, ou até dourar.

Bolo Sem Ovo
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/bolo-sem-ovo/feed/ 94
Saiba mais sobre a dificuldade de digestão da rafinose https://www.semglutensemlactose.com/artigos/saiba-mais-sobre-a-dificuldade-de-digestao-da-rafinose/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=saiba-mais-sobre-a-dificuldade-de-digestao-da-rafinose https://www.semglutensemlactose.com/artigos/saiba-mais-sobre-a-dificuldade-de-digestao-da-rafinose/#respond Mon, 15 Sep 2014 18:16:02 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11480 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Um problema bem ‘embaraçoso’ que acomete várias pessoas é a flatulência. Uma das causas já conhecidas da [...]

Saiba mais sobre a dificuldade de digestão da rafinose
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Flatulência por má digestão da rafinose - Digeliv

Um problema bem ‘embaraçoso’ que acomete várias pessoas é a flatulência. Uma das causas já conhecidas da presença constante de gases intestinais é a dificuldade que alguns organismos têm de digerir certos alimentos, como aqueles que apresentam rafinose, por exemplo.

A rafinose é um açúcar complexo encontrado em legumes folhosos como repolho, brócolis, couve-flor; cereais como arroz, aveia, centeio, cevada, granola, milho e trigo; frutas como banana, damasco, laranja, kiwi, maçã e pêssego; vegetais e nos feijões. Quando estas comidas passam diretamente para o intestino sem terem sido corretamente digeridas, as bactérias podem começar a produzir gases.

O desconforto, no entanto, pode ser evitado com a ajuda do Digeliv. Este produto é formulado com enzimas digestivas, especialmente a Alfa Galactosidase, que podem ser utilizadas no preparo de alimentos, ajudando na digestão da rafinose e evitando os gases e o inchaço abdominal. Cada embalagem de Digeliv vem com 30 sachês de 2g cada, sendo que para uma refeição cotidiana, a média é de 1 a 2 sachês.

Saiba mais acessando o site www.digeliv.com.br.

 

Saiba mais sobre a dificuldade de digestão da rafinose
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/saiba-mais-sobre-a-dificuldade-de-digestao-da-rafinose/feed/ 0
A história de Káthia Victório Ferreira https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-kathia-victorio-ferreira/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-de-kathia-victorio-ferreira https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-kathia-victorio-ferreira/#comments Thu, 11 Sep 2014 12:55:54 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11474 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Personagens: Káthia Victório Ferreira e a filha Polyana
Idade: 33 e 06 anos
Cidade: Corumbá – [...]

A história de Káthia Victório Ferreira
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Káthia e a filha Polyana, que tem galactosemia

Personagens: Káthia Victório Ferreira e a filha Polyana
Idade: 33 e 06 anos
Cidade: Corumbá – MS

A história

Em junho de 2008, nasceu a pequena Polyana, filha da Káthia Victório Ferreira. A bebê veio ao mundo em um parto normal e os médicos diziam que ela era perfeita, sem nenhum problema de saúde. “Viemos pra casa no dia seguinte. Ela realizou o teste do pezinho – que disseram que demorava 20 dias para o resultado ficar pronto – e eu mantive a amamentação exclusiva no peito, mas no quarto dia de vida ela começou a vomitar. Era instantâneo: mamava e vomitava. Procurei o pediatra e ele a diagnosticou com refluxo, receitou alguns remédios, disse para ela mamar quase em pé e ficar em pé no colo por pelo menos 30 minutos”, relata.

Uma semana se passou e nada da pequena melhorar. Pelo contrário, a Polyana perdia peso e estava com a aparência amarelada. “Fui novamente ao pediatra e dessa vez o diagnóstico foi icterícia e desnutrição. O médico ainda me disse: ‘mãe, você tem que colocar sua filha pra mamar, ela está desnutrida! Hoje em dia as mães não querem mais amamentar, mas você tem que por ela no peito’. E eu assim o fazia”, conta.

Quando a filha estava com 22 dias de vida, Káthia buscou outro pediatra e ele recomendou que ela buscasse ajuda em um centro especializado. Começou então uma verdadeira peregrinação médica para descobrir o problema da Poly. “Procurei o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, mas não conseguimos consulta. Fomos para a capital, 450 quilômetros de onde moramos e procuramos um pediatra que nos disse que ela tinha um problema no sangue. Aí, ele indicou que procurássemos um hematologista. Chegando lá ela nos disse que o problema era outro e nos encaminhou para um gastropediatra. Foi só aí que as coisas começaram a clarear!”, lembra.

O médico, de imediato, disse que seria necessário internar a pequena para investigar a fundo o caso, mas adiantou qual poderia ser o problema: Galactosemia, um distúrbio no qual o corpo não consegue transformar galactose em glicose. “Nunca tínhamos ouvido falar nessa palavra que mais parecia um palavrão! Minha filha foi internada, e fizemos a substituição do leite materno pelo leite de soja. Minha menina estava muito mal. Os médicos chegaram até a dizer que ela poderia não suportar… Ela teve infecção por E.coli e aí fazia exames a todo momento. Lembro de uma médica entrando no quarto e dizendo que a minha Polyana não teria uma vida fácil, que poderia ter muitas sequelas devido a gravidade da doença e que a restrição alimentar seria algo difícil. Porém, eu só sabia agradecer, a vida dela me bastava!”, afirma Káthia.

A partir desse momento, não foi só a Polyana que precisou se adaptar a uma nova rotina alimentar. Os pais também acabaram mudando seus hábitos. “Eu que sempre amei leite passei a odiar, meu corpo não o tolerava mais. E aí começamos a dieta. Se a Polyana podia, todos podiam. Se ela não podia, então ninguém podia. O amor me fez pensar assim”.

Sempre dedicada, a mãe começou a adquirir o hábito de ler bulas e rótulos. “Essa foi a tarefa difícil. As empresas não se importam se a falta de rótulos decentes nos prejudicam. Comecei a adaptar receitas e minha princesa só comia as ‘comidas da mamãe’. Conheci o site ‘Sem Glúten Sem Lactose’ e isso me ajuda demais da conta! Através dele, conheci pessoas com os mesmos problemas que eu e hoje tenho amigos em várias partes do país. Todos os dias dedico algumas horas de estudo para aprender como melhorar a vida dela, mas continuo afirmando que a vida dela me basta, os problemas e sequelas não são nada perto da grandiosidade do meu amor!”.

 

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para: contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores! 

A história de Káthia Victório Ferreira
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-kathia-victorio-ferreira/feed/ 1
Farinha Láctea Caseira https://www.semglutensemlactose.com/receita/farinha-lactea-caseira/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=farinha-lactea-caseira https://www.semglutensemlactose.com/receita/farinha-lactea-caseira/#comments Wed, 10 Sep 2014 10:57:32 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11472 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

É comida de criança, mas os adultos também adoram! Essa receita de Farinha Láctea Caseira é muito fácil de fazer e é bem nutritiva, fonte de vitaminas e nutrientes.

DICA: Misture [...]

Farinha Láctea Caseira
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

É comida de criança, mas os adultos também adoram! Essa receita de Farinha Láctea Caseira é muito fácil de fazer e é bem nutritiva, fonte de vitaminas e nutrientes.

DICA: Misture com frutas no café da manhã! Fica uma delícia…

Receita: Cereais Maninho.

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

Farinha Láctea Caseira
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Torre as duas farinhas em uma frigideira, mexendo sempre em fogo brando até corar.
  2. Junte os outros ingredientes e misture bem.
  3. Deixe esfriar e guarde em um pote hermético.

Farinha Láctea Caseira
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/farinha-lactea-caseira/feed/ 23
Não conseguiu se adaptar à rotina sem lactose? Conheça o Lactosil! https://www.semglutensemlactose.com/artigos/nao-conseguiu-se-adaptar-a-rotina-sem-lactose-conheca-o-lactosil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nao-conseguiu-se-adaptar-a-rotina-sem-lactose-conheca-o-lactosil https://www.semglutensemlactose.com/artigos/nao-conseguiu-se-adaptar-a-rotina-sem-lactose-conheca-o-lactosil/#comments Mon, 08 Sep 2014 12:37:04 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11448 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Para quem está acostumado a levar a vida sem se preocupar em excluir um ou outro alimento da dieta, [...]

Não conseguiu se adaptar à rotina sem lactose? Conheça o Lactosil!
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Lactosil para quem tem intolerância à lactose

Para quem está acostumado a levar a vida sem se preocupar em excluir um ou outro alimento da dieta, descobrir uma intolerância alimentar não é nada fácil. Nem todos conseguem se acostumar com a ideia de manter uma dieta restrita, onde vários alimentos não podem mais ser consumidos. Quem possui intolerância à lactose sabe bem do que estou falando. Seja no café da manhã, no almoço ou no jantar, em toda refeição há sempre um derivado do leite ou uma receitinha que leva o ‘bendito’ ingrediente.

E o que fazer se não conseguimos deixar de lado o queijo, a manteiga, o requeijão, o iogurte e o chocolate? Felizmente, já inventaram uma saída para quem possui a intolerância, mas ao mesmo tempo não consegue viver sem o leite. Existe uma enzima digestiva, disponível nas farmácias de todo o Brasil, que pode ser usada na preparação de alimentos com lactose.

O Lactosil permite aos intolerantes voltar a consumir o que antes eles não podiam. É recomendado o uso de 01 a 02 sachês nos alimentos lácteos ou mesmo naqueles que contenham leite ou derivados em sua receita. A cada 01 litro de leite (50g de lactose), o indicado é adicionar 02 sachês infantis (4.000 FCC ALU) ou 01 sachê adulto (10.000 FCC ALU).

O bacana deste produto é que ele não possui nem cheiro e nem gosto, portanto não altera o sabor de nenhuma receita. Vale lembrar que gestantes, nutrizes (mães que amamentam) e crianças até três anos devem consumir este produto somente com orientação de nutricionista ou médico.

Para saber mais, acesse o site do Lactosil.

Não conseguiu se adaptar à rotina sem lactose? Conheça o Lactosil!
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/nao-conseguiu-se-adaptar-a-rotina-sem-lactose-conheca-o-lactosil/feed/ 1
Quatro coisas sobre intolerância à lactose que você vai gostar de saber https://www.semglutensemlactose.com/artigos/quatro-coisas-sobre-intolerancia-a-lactose-que-voce-vai-gostar-de-saber/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quatro-coisas-sobre-intolerancia-a-lactose-que-voce-vai-gostar-de-saber https://www.semglutensemlactose.com/artigos/quatro-coisas-sobre-intolerancia-a-lactose-que-voce-vai-gostar-de-saber/#respond Thu, 04 Sep 2014 14:06:17 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11443 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

1. Tendência em alta

Produtos com benefícios específicos vêm cada vez mais garantindo [...]

Quatro coisas sobre intolerância à lactose que você vai gostar de saber
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Quatro coisas sobre intolerância à lactose que você vai gostar de saber

1. Tendência em alta

Produtos com benefícios específicos vêm cada vez mais garantindo um espaço nas gôndolas e nas mesas dos consumidores. Uma tendência que se verifica não só no Brasil, mas no mundo inteiro. Alimentos orgânicos, diet, light, sem glúten, com baixa ou sem lactose vêm ganhando a preferência das pessoas – o que se verifica tanto no mix em oferta nas prateleiras quanto nos ganhos contabilizados no comércio. A Europa lidera o consumo global, mas, apesar das diferenças culturais de cada região, é possível detectar pontos em comum entre os consumidores:

• Boa parte da população mundial sofre com o sobrepeso e o sedentarismo.
• Estimulados a mudar os hábitos alimentares, os consumidores eliminam da dieta várias categorias de produtos tidos como “não saudáveis”.
• Pessoas com algum problema de saúde costumam ter uma dieta mais restrita, optando por consumir alimentos funcionais e/ou com benefícios específicos.

2. Leite para intolerantes, benefício para todos

O leite zero lactose é um leite muito mais leve e de fácil digestão. O motivo é simples: no processo produtivo, é adicionada ao leite a enzima lactase, a mesma enzima que o organismo deveria produzir para a digestão do próprio leite – com a função de quebrar a lactose, o açúcar dele. Nesse processo, o leite permanece com todas as suas propriedades nutricionais e com sabor levemente adocicado, mas sem adição de açúcar. Os diabéticos podem consumir preferencialmente sob a orientação de um médico, pois contém glicose. O Camponesa Zero Lactose é um leite saudável para todos. Além de rico em vitaminas, também tem um baixo teor de gordura – por ser semidesnatado. Por todas essas qualidades, o leite zero lactose está sendo consumido até por pessoas que não apresentam intolerância, mas que sempre buscam uma vida mais saudável.

3. Intolerância e genética

Ser geneticamente intolerante à lactose tem a ver com a origem étnica e com a tradição na ingestão de produtos lácteos de uma população. Europeus ocidentais – com um longo histórico de ingestão de produtos lácteos – apresentam baixas taxas de intolerância à lactose – cerca de 3%. Já em populações em que o leite é tradicionalmente ausente da dieta, como os povos subsaarianos, afro-caribenhos, sul-americanos e de partes da Ásia, a incidência da intolerância à lactose é superior a 90%. Em uma população miscigenada como a brasileira, cerca de 70% dos adultos têm apresentado algum grau de intolerância. Considerando a população mundial, aproximadamente 75% é intolerante à lactose.

4. Intolerância na infância

Já na infância, a não ser quando o bebê apresenta uma deficiência congênita, é raro o registro de intolerância à lactose em recém-nascidos. A intolerância costuma atingir prematuros nascidos com menos de 30 semanas. Já a intolerância adquirida, mais frequente em crianças, geralmente ocorre depois de uma infecção intestinal.

Saiba mais acessando http://leitecamponesa.com.br/zero-lactose/

 

Sem Glunten Sem Lactose - banner-retangulo-(300x250px)(1)

 

Quatro coisas sobre intolerância à lactose que você vai gostar de saber
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/quatro-coisas-sobre-intolerancia-a-lactose-que-voce-vai-gostar-de-saber/feed/ 0
A história de Josiane Oliveira https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-josiane-oliveira/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-de-josiane-oliveira https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-josiane-oliveira/#respond Thu, 04 Sep 2014 11:35:36 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11439 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Personagem: Josiane Oliveira
Idade: 29 anos
Cidade: Pinhais – Paraná

A história

Os sintomas [...]

A história de Josiane Oliveira
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Josiane de Oliveira tem alergia à proteína do leite

Personagem: Josiane Oliveira
Idade: 29 anos
Cidade: Pinhais – Paraná

A história

Os sintomas começaram logo no primeiro ano de vida. Na época, quase nada se falava sobre intolerâncias ou alergias alimentares. Mas os sinais já apontavam que havia algo de errado.

Hoje, aos 29 anos, ela tem bem claro o seu diagnóstico: alergia à proteína do leite. Mas a rotina alimentar de Josiane, durante anos, não foi nada fácil. “Minha mãe percebeu que tinha algo errado quando eu ainda era bebê. É comum as mães introduzirem os primeiros alimentos que sejam feitos com leite ou que sejam derivados do leite a uma criança, e eu passava muito mal. Tinha falta de ar, inchava, saía manchas vermelhas pelo corpo inteiro e coçavam muito,  sofria com vômitos e parecia que eu estava com asma, o chiado no peito era insuportável”, lembra.

Preocupada com os sintomas constantes da filha, a mãe decidiu levá-la ao médico. “Como naquela época não se falava muito sobre isso, o médico apenas a aconselhou a me dar leite à base de soja , que por sinal era bem caro, e evitar certos alimentos”.

O fato de não ter um real diagnóstico acabou deixando a infância de Josiane um pouco confusa quando o assunto era alimentação. “Eu não entendia muito bem o que tinha, então sempre que me ofereciam algo, aceitava, principalmente chocolates e outros doces que as crianças adoram, só que eu passava muito mal . Só anos depois, já adolescente, fui entender que não poderia comer de tudo”, conta.

E foi assim, com o passar dos anos e com os novos recursos que iam surgindo que Josiane pôde enfim ter clareza de qual era o seu problema. Única da família a possuir uma dieta restrita, ela foi adaptando o cardápio diário, e aprendendo a lidar com os desafios. “Eu mesma preparo as refeições em casa, então fica mais simples. Hoje existe muita informação e também muitos produtos para substituir na alimentação. O site Sem Glúten Sem Lactose,me ajudou muito, inclusive, a entender melhor sobre dietas restritas”, relata.

 

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para: contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história de Josiane Oliveira
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-josiane-oliveira/feed/ 0
Suflê de Alface https://www.semglutensemlactose.com/receita/sufle-de-alface/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sufle-de-alface https://www.semglutensemlactose.com/receita/sufle-de-alface/#comments Wed, 03 Sep 2014 14:35:49 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11437 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Essa receita é rápida, fácil, saudável e uma opção bem leve para o seu almoço ou jantar. Ah, é ideal não só para os intolerantes ao glúten e à lactose, [...]

Suflê de Alface
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Essa receita é rápida, fácil, saudável e uma opção bem leve para o seu almoço ou jantar. Ah, é ideal não só para os intolerantes ao glúten e à lactose, mas também para os vegetarianos.

DICA: Você pode usar o leite vegetal de sua preferência. Pode ser de soja, de arroz, de castanhas…

Foto e receita: Cereais Maninho.

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

Suflê de Alface
Porções Tempo Preparação
3 30minutos
Tempo Cozedura
15minutos
Porções Tempo Preparação
3 30minutos
Tempo Cozedura
15minutos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Frite a farinha de arroz na manteiga, mexa bem até dourar.
  2. Vá diluindo com leite vegetal até formar um creme homogêneo.
  3. Junte o tempero verde, o sal, a alface e as gemas. Por último, as claras em neve.
  4. Coloque numa forma refratária redonda untada e polvilhada com farinha de arroz.
  5. Asse em forno pré-aquecido por 15 minutos.

Suflê de Alface
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/sufle-de-alface/feed/ 11
Proteína natural Elafin pode ajudar doentes celíacos https://www.semglutensemlactose.com/artigos/proteina-natural-elafin-pode-ajudar-doentes-celiacos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=proteina-natural-elafin-pode-ajudar-doentes-celiacos https://www.semglutensemlactose.com/artigos/proteina-natural-elafin-pode-ajudar-doentes-celiacos/#comments Mon, 01 Sep 2014 11:34:42 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11420 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Por Fernanda Oliveira Souza, formada em Educação Física pela Universidade Tiradentes e desde 2011 estuda Nutrição na Holanda.

A [...]

Proteína natural Elafin pode ajudar doentes celíacos
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Proteína natural pode auxiliar doentes celíacos

Por Fernanda Oliveira Souza, formada em Educação Física pela Universidade Tiradentes e desde 2011 estuda Nutrição na Holanda.

A doença celíaca é uma patologia autoimune  que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos à intolerância ao glúten, sendo uma das enfermidades gastrointestinais mais comuns da atualidade e que tem aumentado consideravelmente nas duas últimas décadas. Pessoas afetadas por essa doença não possuem enzimas suficientes para digerir o glúten, uma proteína que se encontra naturalmente na semente de muitos cereais como o trigo, a cevada e a aveia. Por enquanto, ainda não se conhece um tratamento capaz de curar essa deficiência e a única solução é a eliminação completa do glúten da dieta.

Porém, em um estudo recente publicado no Jornal Americano de Gastroenterologia (American Journal of Gastroenterology), cientistas do Instituto Nacional Francês de Pesquisa Agrícola (French National Institute for Agricultural Research, INRA) e do Instituto Nacional Francês de Pesquisa e Saúde (French National Institute of Health and Medical Research, INSERM) em colaboração com cientistas canadenses e suíços descobriram que uma proteína chamada Elafin pode ajudar contra a inflamação intestinal causada em pacientes celíacos. Elafin é uma proteína humana com propriedades anti-inflamatórias encontrada no tecido do trato gastrointestinal.

O estudo comparou em laboratório o tecido do intestino delgado (intestino fino) de humanos saudáveis e humanos diagnosticados com doença celíaca. Os resultados mostraram que Elafin encontra-se em menor quantidade em pacientes celíacos do que em pessoas saudáveis. Outras observações foram que Elafin é capaz de prevenir a destruição das paredes do intestino durante a inflamação causada pelo glúten e de interagir com enzimas responsáveis pela degradação anormal dessa proteína. Dessa maneira, observou-se que Elafin pode reduzir a toxicidade do glúten consideravelmente.

Nesse mesmo estudo, os cientistas propuseram uma maneira para que pacientes celíacos pudessem produzir Elafin com a ajuda de uma inofensiva bactéria chamada Lactococcus lactis. Essa bactéria é usada principalmente na produção de queijos e foi transformada de tal maneira que estimulasse no intestino a produção de Elafin. O primeiro teste usando essa técnica foi feito em ratos, também celíacos. Os resultados mostraram que a produção de Elafin através da bactéria Lactococcus lactis nos ratos diminuiu significantemente a reação inflamatória desses animais ao glúten.

Essas descobertas abrem grandes perspectivas para os pacientes celíacos, já que esse pode ser o início de novos tratamentos para a intolerância ao glúten sem a necessidade de eliminar por completo certos alimentos da dieta. Porém, por se tratar de um estudo pequeno e feito principalmente em animais, não se pode concluir que a cura foi finalmente descoberta. O que podemos concluir é que a ciência está cada dia mais perto de descobrir alternativas para que o tratamento da doença celíaca se torne mais simples e menos sacrificante.

Fonte: French National Institute for Agricultural Research (INRA), Abril 2014.

Proteína natural Elafin pode ajudar doentes celíacos
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/proteina-natural-elafin-pode-ajudar-doentes-celiacos/feed/ 1
A história de Adrielli Gonçalves https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-adrielli-goncalves/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-de-adrielli-goncalves https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-adrielli-goncalves/#comments Fri, 29 Aug 2014 11:56:11 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11431 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Personagem: Adrielli Gonçalves
Idade: 25 anos
Cidade: Maceió – AL

A história

Os [...]

A história de Adrielli Gonçalves
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Adrielli Gonçalves contou sua história com a intolerância à lactose

Personagem: Adrielli Gonçalves
Idade: 25 anos
Cidade: Maceió – AL

A história

Os problemas da Adrielli com a lactose começaram cedo. “Desde a infância eu sofria com crises de diarreia. Fui muitas vezes ao médico relatando este sintoma, mas ele sempre me passava uma medicação para determinado problema e eu não cheguei a fazer nenhum teste de alergia quando criança. Passei a minha vida convivendo com a diarreia, buscando cuidados paliativos para sanar o sintoma. Não foi nada fácil”, revela.

Em 2011, ela foi diagnosticada com a Síndrome do Intestino Irritável que estaria sendo causada pelo estresse. “No ano de 2013 comecei a perder peso de uma forma drástica e sem explicação, sentia fortes dores de estômago e não me sentia bem.  Em julho, quando estava de férias da faculdade, enfrentei o pior momento da minha vida. Tive diarreia de forma contínua, todos os dias, tudo que comia eu colocava pra fora. Foi aí que bateu o desespero! Me vi muito debilitada sem saber o porquê”, conta.

Diante disso, Adrielli procurou novamente um médico gastroenterologista que solicitou os exames de rotina e também receitou a ela um abridor de apetite, já que ela estava muito magra. “Quando voltei das férias da faculdade fui em outro médico e este, quando ouviu meu relato, me pediu uma série de exames como endoscopia, colonoscopia e os testes para intolerância ao glúten e à lactose. Fiz os exames. Deu positivo para intolerância à lactose e negativo para o glúten. E as biópsias do intestino delgado apontaram uma Ileíte Inespecífica leve e gastrite. Fiz tratamento com corticoide para diminuir a reação alérgica no intestino delgado, mas segundo o médico é uma doença crônica e tenho que me cuidar”.

Depois que recebeu todo este diagnóstico, Adrielli decidiu aprender mais sobre sua doença e passou a evitar não só a lactose, mas também o glúten. A nova rotina alimentar, no entanto, não foi fácil de encarar. “Receber esse diagnóstico aos 24 anos não foi fácil, sempre gostei muito de leite e seus derivados. Em muitos momentos me vi impaciente, sem querer cozinhar, e muita vezes não queria aceitar a nova realidade. Mas o apoio da família e dos amigos é essencial neste momento delicado. Atualmente levo uma vida saudável, aprendi a cozinhar e gostar da alimentação sem glúten e sem lactose”, confessa.

As nossas dicas e receitas aqui do site também já ajudaram muito a Adrielli! “Hoje faço biscoitos, pães, pizzas. Conheci o site e já utilizei diversas receitas, todas maravilhosas. E levo uma vida normal, sempre buscando aprender mais sobre o assunto”.

 

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para: contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história de Adrielli Gonçalves
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-adrielli-goncalves/feed/ 2
Trufa https://www.semglutensemlactose.com/receita/trufa/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=trufa https://www.semglutensemlactose.com/receita/trufa/#comments Wed, 27 Aug 2014 13:56:45 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11427 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Com esta onda de brigadeiros gourmet, aqueles que não podem ingerir a proteína do leite acabam ficando de fora. Mas essa receitinha de trufa sem lactose pode ser a sua [...]

Trufa
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Com esta onda de brigadeiros gourmet, aqueles que não podem ingerir a proteína do leite acabam ficando de fora. Mas essa receitinha de trufa sem lactose pode ser a sua salvação!

DICAS: As trufas acompanham muito bem cafés e chás. Se preferir, disponha-as em forminhas para brigadeiro e sirva-as em festas e reuniões. Elas podem ser conservadas por até 2 dias fora da geladeira ou 5 dias em geladeira. É possível também trocar o licor de laranja Cointreau por um rum ou kirsch (licor de cereja).

Receita e foto: SupraSoy.

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

Trufa Sem Glúten Sem Lactose
Porções Tempo Preparação
30unidades 30minutos
Porções Tempo Preparação
30unidades 30minutos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Bata ½ xícara (chá) de água (100 ml), o leite em pó, as gemas, o açúcar e o cacau no liquidificador até obter uma mistura homogênea.
  2. Transfira a mistura para uma panela pequena e leve ao fogo médio, mexendo sempre, até ferver. Reduza o fogo para a chama mínima e cozinhe por mais 4 minutos, ou até adquirir consistência de brigadeiro de colher (um pouco antes do ponto de brigadeiro convencional).
  3. Desligue o fogo e junte o licor de laranja. Transfira o doce para um prato ligeiramente untado com óleo e leve à geladeira para esfriar.
  4. Pegue porções do doce com uma colher de chá e, com o auxílio de outra colher de chá, modele as trufas, passando-as de uma colher para a outra.
  5. Depois, passe as trufas moldadas diretamente para um recipiente com o cacau em pó e role-as delicadamente para que toda a sua superfície fique envolta pelo cacau.

Trufa
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/trufa/feed/ 14
Intolerância aos carboidratos complexos vegetais. Qual é a solução? https://www.semglutensemlactose.com/artigos/intolerancia-aos-carboidratos-complexos-vegetais-qual-e-a-solucao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=intolerancia-aos-carboidratos-complexos-vegetais-qual-e-a-solucao https://www.semglutensemlactose.com/artigos/intolerancia-aos-carboidratos-complexos-vegetais-qual-e-a-solucao/#comments Mon, 25 Aug 2014 11:49:41 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11412 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Além da intolerância ao glúten e à lactose que nós já conhecemos, existe um grupo de pessoas que sofre de [...]

Intolerância aos carboidratos complexos vegetais. Qual é a solução?
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Intolerância aos carboidratos complexos vegetais

Além da intolerância ao glúten e à lactose que nós já conhecemos, existe um grupo de pessoas que sofre de outro mal: a dificuldade em digerir os alimentos conhecidos como carboidratos complexos vegetais, que são substâncias presentes principalmente em vegetais, mas também em cereais e grãos como aveia, cevada, milho, centeio, arroz, feijão e raízes como batatas e mandiocas.

Para essas pessoas, existe um produtinho milagroso: o Digeliv. Ele é uma enzima Alfa Galactosidase que auxilia na digestão de amidos/rafinose impedindo a fermentação bacteriana e evitando o inchaço abdominal, flatulência e o desconforto a pessoas intolerantes aos carboidratos complexos vegetais.

Cada embalagem do produto vem com 30 sachês de 2 gramas cada e para 300 gramas de carboidrato complexo vegetal que a pessoa vai ingerir, é recomendado utilizar um sachê de Digeliv. A conta parece difícil, mas vamos dar alguns exemplos para facilitar: para duas conchas de feijão ou três colheres de arroz, deve-se usar dois sachês de Digeliv; para uma porção de couve-flor, repolho, couve ou um cacho de uva, a medida será de um sachê. Para um brócolis, uma banana, uma mandioca, uma maçã ou uma batata, apenas meio sachê já será suficiente. A mesma medida vale para uma porção de milho, soja e grão-de-bico.

O Digeliv possibilita que os intolerantes aos carboidratos complexos vegetais possam voltar a usufruir dos inúmeros benefícios que este grupo de alimentos traz à saúde, como a prevenção das seguintes doenças: hipertensão, obstipação intestinal, doença diverticular dos cólons, diverticulite, câncer do intestino, obesidade e doença coronariana.

Saiba mais acessando o site www.digeliv.com.br.

Intolerância aos carboidratos complexos vegetais. Qual é a solução?
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/intolerancia-aos-carboidratos-complexos-vegetais-qual-e-a-solucao/feed/ 1
A história de Fernanda Gomes Savi https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-fernanda-gomes-savi/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-de-fernanda-gomes-savi https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-fernanda-gomes-savi/#comments Thu, 21 Aug 2014 13:14:05 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11406 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Personagem: Fernanda Gomes Savi
Idade: 24 anos
Cidade: Cascavel – PR

[...]

A história de Fernanda Gomes Savi
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Fernanda Savi descobriu a intolerância à lactose há cerca de um ano

Personagem: Fernanda Gomes Savi
Idade: 24 anos
Cidade: Cascavel – PR

A história
Depois de alguns exames de rotina e visitas ao médico, ela enfim pensou ter descoberto qual era o seu problema. “Comecei a ter alguns problemas com alimentação na época de faculdade, tinha 19 anos. Acho que a nova fase que estava vivendo afetou meu emocional. Fui ao médico, comentei os sintomas, entre eles muita dor abdominal, e ele diagnosticou como sendo Síndrome do Intestino Irritável”.

Mas, com o passar do tempo a dúvida começou a pairar novamente. “O médico nunca havia pedido pra eu fazer o exame de lactose, então sempre que eu comia e passava mal achava que era questão emocional mesmo. Ele não se atentou a isso, e eu fui atrás de fazer os exames. Minha irmã mais velha é intolerante, então fiquei em alerta. Comecei por conta própria a cortar o leite e derivados, e percebia melhoras no meu organismo”, conta a arquiteta Fernanda Gomes Savi, de 24 anos.

E não deu outra. O resultado do temido exame chegou, e ela teve a confirmação da intolerância à lactose, há um ano. “Passei muito mal após o exame, a ponto de ir para o pronto-socorro tomar soro, fiquei duas horas em observação”, lembra.

Desde então, Fernanda vive uma fase de adaptação. “Só tomo leite com baixa lactose, evito queijos e outros derivados, mas não é fácil. Às vezes sou teimosa, não deixo de comer, mas passo mal instantaneamente. Aí faço assim, quando vou num rodízio de pizzas, por exemplo, tomo enzimas de lactase, como uma forma de precaução”.

Outro grande desafio relatado por ela é a alimentação em família. Os pais não são intolerantes, e muitas vezes, é ela quem precisa se adequar ao cardápio deles. “Quando eu como sozinha consigo me policiar, mas em casa a tarefa não é tão simples. Minha irmã que é intolerante já é casada, então sou a minoria. Como vou mudar o hábito deles?”.

Por outro lado, os efeitos da nova rotina alimentar começam a surgir e sinalizam que Fernanda está no caminho certo. “Eu tenho como hábito correr pelo menos quatro vezes por semana, essa é a minha atividade física. E é incrível, se consumo lactose e corro, percebo que meu rendimento baixa drasticamente. Mas se me mantenho firme na dieta, o resultado é outro, muito melhor. É assim  que a gente vai conhecendo o nosso organismo, afinal preciso conviver com isso pelo resto da vida”.

Receita da Fernanda

Vitamina de frutas

  • 300 ml de leite de soja
  • 1 banana
  • 3 morangos
  • 1 colher de chá de mel

Modo de preparo
Bata no liquidificador todos os ingredientes até ficar homogêneo e sirva em um copo.

 

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para: contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história de Fernanda Gomes Savi
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-fernanda-gomes-savi/feed/ 1
Massa para Lasanha, Caneloni, Ravioli ou Talharim https://www.semglutensemlactose.com/receita/massa-para-lasanha-caneloni-ravioli-ou-talharim/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=massa-para-lasanha-caneloni-ravioli-ou-talharim https://www.semglutensemlactose.com/receita/massa-para-lasanha-caneloni-ravioli-ou-talharim/#comments Wed, 20 Aug 2014 12:30:23 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11397 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Quem disse que os celíacos precisam abrir mão das delícias da culinária italiana? Com essa receitinha, você pode fazer Lasanha, Caneloni, Ravioli ou Talharim sem glúten. Não perca tempo!

DICA: [...]

Massa para Lasanha, Caneloni, Ravioli ou Talharim
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Quem disse que os celíacos precisam abrir mão das delícias da culinária italiana? Com essa receitinha, você pode fazer Lasanha, Caneloni, Ravioli ou Talharim sem glúten. Não perca tempo!

DICA: Se você não é muito boa na cozinha, assista o vídeo e veja como essa receita é fácil de fazer.

Receita: Urbano Alimentos.
Veja mais em Índice de Receitas.

Conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

Massa para Lasanha, Caneloni, Ravioli ou Talharim
Tempo Preparação
20minutos
Tempo Cozedura
20 minutos
Tempo Preparação
20minutos
Tempo Cozedura
20 minutos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Coloque a farinha preparada numa bacia grande, abra um buraco na farinha e coloque o óleo, os ovos e o sal.
  2. Misture bem, vá colocando água aos poucos, sempre sovando, cuidando para não colocar água demais.
  3. Sove até obter uma massa dura e homogênea.
  4. Para fazer a lasanha, abra a massa numa superfície enfarinhada com um rolo enfarinhado e corte em retângulos com cerca de 10cm a 15cm de comprimento.
  5. Cozinhe-os um por um em água fervente levemente salgada.
  6. Retire com uma escumadeira e reserve-os em cima de guardanapos de pano.
  7. Monte a lasanha com o recheio que preferir.
  8. Pré-aqueça o forno em 220°C e asse por cerca de 20 minutos.

Massa para Lasanha, Caneloni, Ravioli ou Talharim
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/massa-para-lasanha-caneloni-ravioli-ou-talharim/feed/ 20
Prepare sopas mais leves e nutritivas neste inverno https://www.semglutensemlactose.com/artigos/prepare-sopas-mais-leves-e-nutritivas-neste-inverno/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=prepare-sopas-mais-leves-e-nutritivas-neste-inverno https://www.semglutensemlactose.com/artigos/prepare-sopas-mais-leves-e-nutritivas-neste-inverno/#respond Mon, 18 Aug 2014 14:13:58 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11388 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

As receitas que não levam glúten ou lactose evitam que você fique [...]

Prepare sopas mais leves e nutritivas neste inverno
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Sopas leves e nutritivas sem glúten e sem lactose

As receitas que não levam glúten ou lactose evitam que você fique com a sensação de estômago pesado

É só as temperaturas caírem pra que a gente já sinta vontade de preparar uma sopa bem quentinha no almoço e no jantar! Mas este prato que parece ser saudável e pouco calórico pode se transformar em uma armadilha para o seu estômago dependendo dos ingredientes usados na receita.

Eu tenho um segredinho para que você possa tomar sopa todos os dias sem sentir que ficou com o estômago pesado demais: excluir das receitas alimentos que contenham glúten ou lactose. Assim, na maioria das vezes, as sopas ficam mais leves e nutritivas.

Para te ajudar a variar o cardápio nos dias frios sem abrir mão do sabor e da leveza, temos quatro receitinhas super fáceis de fazer:

Creme de tomate

Você vai precisar de 900 gramas de tomates maduros, 2 cubos de caldo de carne, 1 colher de sopa de açúcar, 1 colher de chá de sal, 1 folha de louro, 1/4 colher de chá de manjericão seco, 1/4 colher de chá de pimenta do reino em pó, 110 gramas de margarina sem leite (ou manteiga para quem não tem intolerância à lactose), 5 colheres de sopa de farinha de arroz ou fécula de batata e 1 litro de leite vegetal sem sabor.

Para começar, retire as sementes e peles dos tomates e amasse-os. Coloque em uma panela grande em fogo médio e junte o caldo de carne, açúcar, sal, manjericão, louro e pimenta. Deixe ferver e, em seguida, reduza o fogo e cozinhe por 30 minutos. Em outra panela em fogo médio, derreta a manteiga e acrescente a farinha de arroz de uma só vez para formar um roux (base do molho branco), e cozinhe por 1 minuto. Misture o leite vegetal, um pouco de cada vez, cozinhando e mexendo sempre até engrossar.

Esta é uma maneira fantástica de fazer uso de tomates frescos e maduros em abundância e o resultado é uma sopa bem cremosa que acompanha muito bem torradinhas.

Sopa de abóbora

A abóbora é rica em fibras e agentes antioxidantes (vitamina C, betacaroteno). Para enriquecer ainda mais, podemos incluir o espinafre (que tem ferro, magnésio, vitamina A, C e K, importantes na saúde óssea) e o gengibre (que é anti-inflamatório, alivia enjoos e melhora a imunidade).

Para esta receita os ingredientes são 1 cebola picada, 2 dentes de alho picados, 500 gramas de abóbora de pescoço descascada, 1 colher de chá de sal, 1/2 maço de espinafre, 1 colher de sobremesa de gengibre fresco ralado e ervas desidratadas à gosto.

Comece refogando a cebola e o alho. Acrescente a abóbora, o sal e cubra com água. Cozinhe em fogo baixo até a abóbora ficar macia. Depois de cozida, bata no liquidificador até adquirir consistência de creme. Depois de batida coloque de volta na panela caso precise aquecer novamente, acrescente o espinafre e aguarde amolecer. Por fim, coloque o gengibre na hora de servir.

Sopa de cenoura e gengibre

Mais uma receita nutritiva e muito fácil de preparar. A cenoura traz benefícios para os olhos, a pele, os cabelos, as mucosas, os ossos e o sistema imunológico; previne úlceras, reumatismo e arteriosclerose. Já o gengibre é ótimo para eliminar as toxinas do corpo e ajudar na digestão, além de ser um antibiótico natural e um dos grandes descongestionantes da natureza.

Para esta receita você vai precisar de 5 cenouras, 5 batatas, 1 pedaço pequeno no gengibre, 1 cebola, azeite de oliva a gosto, sal a gosto, pimenta a gosto e ½ litro de água. Descasque a cenoura e a batata e corte em pedaços menores. Coloque para cozinhar em uma panela com água fervente, até ficar bem molinha. Escorra a água e deixe esfriar. Bata a batata e a cenoura no liquidificador com o gengibre e a água. Em uma panela, refogue a cebola no azeite, acrescente o conteúdo do liquidificador, tempere com sal e pimenta e deixe apurar. Sirva a seguir com ervas de sua preferência.

Sopa de mandioquinha

Esta é uma receita que pode ser vegetariana ou mais proteica com a adição de frango, conta Débora. Os ingredientes são: 400 gramas de mandioquinha, 1 cebola, 1 colher de sobremesa de azeite de oliva, 1 litro de água, cebolinha a gosto,  sal e pimenta a gosto.

Para iniciar o preparo, descasque a mandioquinha e corte em pedaços. Em seguida, cozinhe em uma panela com água fervente até ela ficar bem molinha. Escorra e deixe esfriar. Bata no liquidificador a mandioquinha com a água. Em uma panela refogue a cebola no azeite e acrescente a mandioquinha batida, tempere com sal e pimenta e deixe apurar. Decore com o cheiro verde na hora de servir.

Prepare sopas mais leves e nutritivas neste inverno
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/prepare-sopas-mais-leves-e-nutritivas-neste-inverno/feed/ 0
A história de Marlise Carvalho https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-marlise-carvalho/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-de-marlise-carvalho https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-marlise-carvalho/#respond Thu, 14 Aug 2014 12:00:22 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11381 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Personagem: Marlise Carvalho
Idade: 31 anos
Cidade: Maceió – Alagoas

A história

Café com leite, vitamina de banana, iogurtes e bolos [...]

A história de Marlise Carvalho
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Marlise Carvalho

Personagem: Marlise Carvalho
Idade: 31 anos
Cidade:
Maceió – Alagoas

A história

Café com leite, vitamina de banana, iogurtes e bolos eram algumas das delícias bem presentes na mesa dela. O leite e seus derivados sempre foram indispensáveis no cardápio, até que algumas crises de cólicas passaram a indicar que algo estava errado.

“Vivia dizendo que não viveria sem leite, e olha só como o mundo dá voltas”, conta a arquiteta Marlise Carvalho, que descobriu ser intolerante à lactose há três anos. O período entre idas e vindas ao médico até o real diagnóstico, não foi nada fácil. “Cheguei a pensar que tinha uma doença gravíssima”, lembra.

Os exames apontaram uma intolerância grave, e aceitar uma nova adaptação na rotina alimentar foi o maior desafio. “Desde a descoberta passei por diversas fases, que acredito que quase todos os intolerantes passam. Primeiro, na fase da negação, você quer acreditar que aquilo ali nem é tão grave assim, afinal uma dorzinha de barriga não mata ninguém. Logo depois vem a fase da enzima: você toma lactase de manhã, de tarde e de noite e passa o outro dia super mal. Depois chegamos à fase dos produtos com enzima (os “zero” lactose): o leite de vaca, queijo e requeijão finalmente voltam para sua mesa, mas após três dias de consumo causam sintomas até piores que os da lactose, pelo menos em mim”, conta.

Mas encarar o problema foi preciso, e ela bem sabe disso. “Agora me encontro buscando uma maneira de me conformar com essa condição e também estou na fase de descobertas de receitas e produtos livres de qualquer traço de leite. Hoje posso dizer que somente isso traz qualidade pra minha vida, mesmo existindo aqueles dias em que saio um pouco da dieta, e me arrependo logo depois. Mas isso também faz parte de todo esse aprendizado”.

A arquiteta conta, que decidiu participar do ‘Sua História’, primeiro como uma forma de desabafo, mas também como motivação para quem recentemente descobriu a intolerância e não sabe como lidar com tudo isso.

Se identificou com alguma situação vivida pela Marlise? Siga o exemplo dela e compartilhe sua experiência com a gente. Ela pode trazer boas lições e coragem pra muitas pessoas!

Receita da Marlise

Torta de maçã
Ingredientes:

  • 3 maçãs cortadas em cubinhos;
  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 1 xícara de açúcar;
  • 1 colher de fermento em pó;
  • 3 ovos;
  • 100 gramas de creme vegetal (sem lactose).

Modo de fazer
Coloque as maçãs em um refratário e pingue algumas gotinhas de limão para não escurecer. Misture a farinha de trigo com o açúcar e o fermento e coloque sobre as maçãs. Bata os ovos e coloque sobre a mistura de farinha e açúcar. Coloque o creme vegetal para derreter no micro-ondas e despeje por cima das demais camadas. Polvilhe açúcar e canela por cima e coloque no forno por aproximadamente 20 minutos, ou até dourar.

 

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para: contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história de Marlise Carvalho
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-marlise-carvalho/feed/ 0
Fudge de Alfarroba https://www.semglutensemlactose.com/receita/fudge-de-alfarroba/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=fudge-de-alfarroba https://www.semglutensemlactose.com/receita/fudge-de-alfarroba/#comments Wed, 13 Aug 2014 12:39:26 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11378 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Esta receita vai te deixar com água na boca! O fudge é um doce de origem norte-americana muito fácil e rápido de fazer. É uma sobremesa normalmente feita com chocolate, [...]

Fudge de Alfarroba
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Esta receita vai te deixar com água na boca! O fudge é um doce de origem norte-americana muito fácil e rápido de fazer. É uma sobremesa normalmente feita com chocolate, mas aqui vamos substituir este ingrediente pela alfarroba, que tem cara de chocolate, gosto de chocolate, mas não é chocolate e, o melhor de tudo, é isenta de lactose, glúten e açúcar!

DICA: Substitua a castanha do Brasil por nozes ou outras castanhas para variar sua receita.

Receita e foto: Mundo Verde.

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

 

Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Bater todos os ingredientes no liquidificador ou processador, exceto as sementes de linhaça. Bata até ficar cremoso.
  2. Acrescente as sementes de linhaça e processe de novo até as sementes desaparecerem na massa.
  3. Num tabuleiro untado com óleo de coco, derrame a massa uniformemente. Congele por 2 horas.
  4. Corte em pedaços e congele de novo, antes de servir.

Fudge de Alfarroba
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/fudge-de-alfarroba/feed/ 22
Um banquete de presente para o seu Pai https://www.semglutensemlactose.com/artigos/um-banquete-de-presente-para-o-seu-pai/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=um-banquete-de-presente-para-o-seu-pai https://www.semglutensemlactose.com/artigos/um-banquete-de-presente-para-o-seu-pai/#comments Fri, 08 Aug 2014 11:18:33 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11364 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos


Um banquete de presente para o seu pai que tem intolerância alimentar

O segundo domingo de agosto costuma ter sempre [...]

Um banquete de presente para o seu Pai
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

dia dos pais_almoço

Um banquete de presente para o seu pai que tem intolerância alimentar

O segundo domingo de agosto costuma ter sempre o mesmo cenário: a família toda reunida em volta da mesa para o almoço. Como o dia é dedicado a agradar o homem da casa e chefe da família, quem costuma ir para a cozinha são os filhos. O problema é conseguir pensar em um cardápio para o pai que é intolerante ao glúten ou à lactose, né? Então, problema resolvido!

Separamos algumas receitas especiais e nada básicas que você pode preparar para o almoço do seu pai se transformar em um verdadeiro banquete. Afinal, é isso que ele merece!

Para começar, que tal uma Bacalhoada super saborosa? A receita leva tomate, batatas, pimentão, ovos cozidos, azeitona, azeite e é simples demais de preparar. Um ótimo cardápio para aquele pai que gosta de frutos do mar! Outra sugestão, e essa vem lá do Espírito Santo, é a Moqueca Capixaba, feita com camarões e postas de peixe. Os demais ingredientes e o passo a passo desta receita estão aqui.

Boa pedida também é o Escondidinho de Mandioca com Carne Seca, que além de ser um prato mais refinado, digno das refeições de domingo, é quase unanimidade na mesa. Difícil encontrar alguém que não goste. A receita está aqui.

Já se o seu pai é do tipo italiano e adora uma boa massa, que tal preparar uma macarronada um Molho de Mignon ao Creme de dar água na boca? Entre os ingredientes desta receita está o caldo de carne sem glúten e o creme de soja, para substituir o creme de leite.

Se você tem o costume de tomar um cafezinho logo depois do almoço, temos também duas sugestões diferentes e deliciosas: o Café Havaiano, que leva leite de coco, e o Café Cremoso com raspas de chocolate e canela em pó!

Veja todas as nossas receitas no Índice de Receitas e bom apetite :)

Um banquete de presente para o seu Pai
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/um-banquete-de-presente-para-o-seu-pai/feed/ 2
A história de Jéssica Mesquita https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-jessica-mesquita/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-historia-de-jessica-mesquita https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-jessica-mesquita/#respond Thu, 07 Aug 2014 10:30:50 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11339 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Personagem: Jéssica Mesquita
Idade: 23 anos
Cidade: Brasília – DF

 

A história

A [...]

A história de Jéssica Mesquita
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Jéssica Mesquita de Brasília conta sua experiência sem glúten

Personagem: Jéssica Mesquita
Idade: 23 anos
Cidade: Brasília – DF

 

A história

A adolescência talvez seja a fase da nossa vida em que mais comemos ‘besteiras’. É bolacha, chips, salgadinhos fritos, chocolate, lanches, pizzas. Tudo o que não é lá muito bom para o nosso organismo. Mas abrir mão destes alimentos nem passa pela cabeça de quem está vivendo a puberdade e lidando com coisas novas todos os dias. No caso da Jéssica Mesquita, a má alimentação teve consequências a curto prazo. “Sempre fui magra e sempre tive dificuldade de ganhar peso e facilidade de perder, fragilidade nas unhas e nos cabelos. Comecei a trabalhar de aprendiz e realmente comia muita besteira: salgados e mais salgados na rua, às vezes eram dois por dia e fritos. Não sei, mas ainda penso que isso realmente ‘desabrochou’ e agravou os sintomas que viriam posteriormente. Em 2008, eu estava de férias do serviço e na metade das minhas férias comecei a passar muito mal. Tudo que eu comia como bolo, biscoito, pão e  etc me fazia mal. Meu pai me levou de um hospital para outro e sempre os médicos davam o mesmo diagnóstico: gastrite. Fui medicada e melhorei, mas nunca mais fui a mesma. Passei  cerca de um ano e meio com mal-estar gastrointestinal. Meus pais me levaram a diversos médicos e ninguém conseguia dar o diagnóstico correto, mesmo eu fazendo exames de endoscopia e tudo”, lembra.

A situação só começou a ganhar novos rumos quando a Jéssica conhece um médico especialista em endocrinologia. “O Dr. Gustavo Franklin estava atendendo na emergência do hospital e me deu o cartão dele pra marcar a consulta. Na consulta, contei minha situação para ele, ele fez o cálculo do IMC e viu que estava muito baixo. Então, pediu alguns exames de sangue e o de intolerância à lactose e ao glúten estava entre eles. Fiz os exames e graças a Deus o exame para intolerância à lactose deu tudo ok, mas quando peguei o resultado e vi o resultado pra anti-transglutaminase levei um susto! Estava muito acima do normal. Fiquei preocupada, mas não tinha a mínima ideia do que aquele resultado queria dizer”, conta.

Quando retornou ao médico levando os resultados dos exames e também a última endoscopia, veio o diagnóstico final: doença celíaca. “Chegando ao hospital, o doutor olhou os exames, olhou pra mim e disse ‘a partir de hoje você não vai comer nada que contenha glúten’.  E eu disse que tudo bem, mas não fazia ideia de que praticamente TUDO que eu gostava tinha glúten. Ele ainda me indicou uma profissional nutricionista para me passar uma dieta eficaz e recomendou que eu fizesse academia”.

Jéssica seguiu as recomendações nutricionais, mas o processo de adaptação à nova rotina alimentar não foi nada fácil. “Teve umas três vezes que eu quebrei a dieta e comi pizza, não consegui me segurar. Às vezes eu chorava por ver meus amigos e até mesmo familiares comendo coisas gostosas e eu lá só olhando ou comendo alguma coisa que eu não gostava”, relata.

E foi justamente na internet e em blogs como o Sem Glúten Sem Lactose que ela descobriu que viver sem o glúten poderia ser mais fácil.  “Ultimamente, com a descoberta de blogs, de receitas, de lojas que tenham produtos glúten free tem sido mais fácil para mim. Realmente os gostos não são iguais, mas é melhor do que nada, até porque estou me acostumando. O site “Sem Glúten e Sem Lactose” tem me ajudado muito, pois os produtos prontos às vezes têm o preço bem salgado e a maioria das receitas do site tem os ingredientes do dia-a-dia, fáceis, bem mais baratos e que rendem muito. E o melhor: as receitas são ótimas e ficam uma delicia. A última que fiz foi o bolo de chocolate sem farinha. Tinha visto um bolo de chocolate na padaria e me deu água na boca! Resolvi fazer a receita do site e ficou uma delícia”, conta.

Você também descobriu a doença celíaca recentemente e está passando por essa fase de adaptação à nova dieta? Compartilhe a sua história com a gente. Ela pode ajudar muitas outras pessoas!

*O ‘Sua História’ é um espaço destinado para você internauta compartilhar sua experiência no universo sem glúten e sem lactose. Como foi a descoberta? Quais foram os primeiros sintomas? Como é a sua rotina? Gosta de testar receitas SGSL? O que mudou depois do diagnóstico? Para participar deste quadro envie um e-mail para: contato@semglutensemlactose.com que faremos o contato. Será um prazer dividir a sua história com nossos leitores!

A história de Jéssica Mesquita
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/sua-historia/a-historia-de-jessica-mesquita/feed/ 0
Cookies sabor Banana https://www.semglutensemlactose.com/receita/cookies-sabor-banana/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cookies-sabor-banana https://www.semglutensemlactose.com/receita/cookies-sabor-banana/#comments Wed, 06 Aug 2014 11:35:59 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11357 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Que receita mais linda, cheirosa e gostosa. Base americana (cookies) com ingrediente brasileiro (banana). Que mistura que deu certo! Faça que tenho certeza que você não irá se arrepender.

DICA: [...]

Cookies sabor Banana
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Que receita mais linda, cheirosa e gostosa. Base americana (cookies) com ingrediente brasileiro (banana). Que mistura que deu certo! Faça que tenho certeza que você não irá se arrepender.

DICA: Substitua as passas e amêndoas por outros ingredientes como gotas de chocolate sem lactose ou gotas de alfarroba, castanhas de caju picadas, damascos secos picados e nozes picadas.

Receita e foto: Suprasoy.

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual.

 

 

Cookies de Banana
Porções Tempo Preparação
15cookies de 13 g cada 20minutos
Porções Tempo Preparação
15cookies de 13 g cada 20minutos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Em uma tigela, misture o açúcar, o óleo e a baunilha.
  2. Junte o leite de soja em pó, o amido de milho, o fermento e a canela, e misture com as pontas dos dedos até formar uma farofa.
  3. Para dar o ponto da massa, acrescente, uma a uma, as colheres de suco e misture com as mãos até que forme uma massa consistente e unida.
  4. Junte as amêndoas e passas, separe a massa em 15 bolinhas, achate-as formando um disco de ½ dedo de espessura e coloque-as em uma assadeira untada com óleo ou forrada com papel manteiga, deixando uma distância de 2 dedos entre elas.
  5. Leve ao forno, pré-aquecido a 180ºC, por 10 minutos. Retire da assadeira, deixe esfriar e sirva em seguida.

Cookies sabor Banana
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/cookies-sabor-banana/feed/ 26
Saiba mais sobre a Alergia ao Ovo https://www.semglutensemlactose.com/artigos/saiba-mais-sobre-a-alergia-ao-ovo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=saiba-mais-sobre-a-alergia-ao-ovo https://www.semglutensemlactose.com/artigos/saiba-mais-sobre-a-alergia-ao-ovo/#comments Mon, 04 Aug 2014 11:00:24 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11307 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

Por Fernanda Oliveira Souza*

Entre as principais alergias alimentares, o ovo é o segundo maior causador [...]

Saiba mais sobre a Alergia ao Ovo
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

O ovo é o segundo maior causador de alergias

Por Fernanda Oliveira Souza*

Entre as principais alergias alimentares, o ovo é o segundo maior causador de alergias em vários países, perdendo apenas para o leite de vaca. Crianças entre seis meses e cinco anos costumam ser as mais afetadas, mas nos últimos anos o diagnóstico em adultos tem aumentado consideravelmente.

A alergia ao ovo é definida como uma reação adversa do sistema imunológico induzida pelas principais proteínas do ovo: a ovalbumina e a ovamucoide. Essas proteínas encontram-se na clara do ovo, porém é possível encontrar resquícios na gema. Os primeiros sintomas costumam aparecer imediatamente ou até duas horas após o consumo de ovo. O sintoma mais comum é dermatite atópica e em casos severos choque anafilático.

Outros sintomas são tosse seca e constante, espirros, dificuldade em respirar, secreção nasal, dor abdominal, náuseas, vômitos, cólicas intestinais, diarreia, constipação e presença de muco ou sangue nas fezes. Não se sabe exatamente o que leva um indivíduo a desenvolver alergia ao ovo. O que se sabe é que, ao completar quatro anos, praticamente 50% das crianças não apresentam mais os sintomas e podem consumir ovo normalmente. Mas isso infelizmente não é uma regra, já que algumas crianças voltam a apresentar problemas após algum tempo.

Outra curiosidade é que o ovo cozido ou frito costuma ser mais tolerado que o ovo cru. Isso se deve, entre outros fatores, ao comportamento das proteínas durante o aquecimento. O cozimento provoca um processo chamado desnaturação das proteínas, que nada mais é que a mudança de estrutura desse componente fazendo com que a proteína perca suas propriedades, tornando-se inofensiva para o sistema imunológico (lembrando que isso não vale para todas as proteínas; em outros alimentos o aquecimento pode justamente potencializar o poder alergênico). Mas essa reação também varia de pessoa para pessoa, o que torna essencial um acompanhamento nutricional durante a (re) introdução de ovo na dieta.

Como em outras alergias, o único tratamento é a completa eliminação de ovo da dieta. Uma tarefa difícil, já que o ovo é utilizado para diversas finalidades na culinária. Alimentos que contêm ovos são: bolos, tortas, pães, brownies, pudim, molho pronto para saladas (molho tártaro), mousses, massas, noodles, alimentos empanados (nuggets, bife à parmegiana), sorvetes, chocolates, alguns doces, maionese, achocolatado em pó, marzipã, nougat, almôndegas, salsichas, panquecas, substitutos de ovos comercias.

Não apenas alimentos, mas vacinas e alguns medicamentos apresentam ingredientes derivados do ovo na sua composição. É o caso das vacinas contra febre amarela e contra gripe aviária (Influenza). Portanto, sempre informe ao médico sobre a alergia antes de tomar uma dessas vacinas. Esses são os principais ingredientes derivados do ovo: albumina, globulina, lecitina (a de soja não tem problema), fosfolipídio, ovo desidratado, avidin, conalbumina, gema, proteína, vitelina, lisozima e tudo que comece com “ovo” como ovovitellin, ovoglobuline, ovomucin, ovomucoide, ovosucrol, ovotransferrina. Alimentos cujo rótulo apresenta as palavras binder, coagulante e emulsificante também devem ser evitados.

Mas o que usar como substituto? Depende da finalidade do ovo na receita. Quando o ovo é responsável por dar liga ou firmeza a uma massa, ele pode ser substituído pelos seguintes alimentos:

a) Semente de linhaça moída: a semente pode ser moída no liquidificador em grande quantidade e conservada no freezer sem que perca seus nutrientes. Misture numa tigela 1 colher de sopa da semente moída com 3 colheres de sopa de água e deixe descansar por até 2 minutos. Em seguida retire o líquido restante e use a mistura como substituto nas receitas de panquecas, bolos e biscoitos. Cada ovo equivale à 2 colheres de sopa dessa mistura.

b) Fermento químico: usado para substituir o ovo em pães, mas também pode ser usado como ligante. Misturar numa tigela 1 ½ colher de sopa de água, 1 ½ colher de sopa de óleo e 1 colher de chá de fermento em pó e em seguida acrescentar à receita (1 mistura para cada ovo)

c) Polvilho azedo: ideal para biscoitos de polvilho e pão de queijo. Dissolver 1 xícara de polvilho azedo em uma tigela com água. Coloque numa panela e mexa até dar o ponto de clara de ovo.

Já quando o ovo é usado em receitas frias ou líquidas, o ideal é usar gelatina sem sabor ou maisena. Dissolver 1 pacote de gelatina sem sabor em 2 colheres de sopa de água morna e misturar bem. Para maisena: dissolver completamente 1 colher de sopa de maisena em 2 colheres de sopa de água e adicionar à receita.

O ovo, geralmente a gema, também é usado para pincelar massas. Nesse caso, ele deve ser substituído por um pouco de manteiga sem sal ou purê de damasco ou pêssego.

Como dito anteriormente, a melhor maneira de tratar uma alergia é evitar a causa do problema. Ler rótulos de embalagens, testar novas receitas e sem dúvida ser acompanhado por um profissional é imprescindível para o sucesso do tratamento e também para evitar crises.

*A autora é formada em Educação Física pela Universidade Tiradentes e desde 2011 estuda Nutrição na Holanda. 

Referências:

Em inglês:
Caubet & Wang. 2011. Current understanding of egg allergy. Pediatr Clin North, 58(2): 427–443

Em holandês:
Stichting Voedselallergie: http://www.voedselallergie.nl/allergenen/18-ei.html#aanduidingen-op-het-etiket-voor-ei (esse é o site da Associação Holandesa de Alergia Alimentar utilizado no meu curso sobre alergia na faculdade. Também usei material das aulas no texto, mas esse não está disponível online).

Saiba mais sobre a Alergia ao Ovo
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/artigos/saiba-mais-sobre-a-alergia-ao-ovo/feed/ 2
Bolo Cremoso de Milho https://www.semglutensemlactose.com/receita/bolo-cremoso-de-milho/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bolo-cremoso-de-milho https://www.semglutensemlactose.com/receita/bolo-cremoso-de-milho/#comments Tue, 29 Jul 2014 23:49:04 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?post_type=recipe&p=11324 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

A nossa leitora Ypoliana Sartori testou essa receita de bolo cremoso de milho que passou no programa da Ana Maria Braga dias atrás. De acordo com ela, a consistência fica [...]

Bolo Cremoso de Milho
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

A nossa leitora Ypoliana Sartori testou essa receita de bolo cremoso de milho que passou no programa da Ana Maria Braga dias atrás. De acordo com ela, a consistência fica mais molinha mesmo assando por mais de 1 hora. O bolo fica com textura quase semelhante a de pudim.

DICA: Sirva o bolo com um cafezinho ou um chá. Bolo de milho quentinho combina com bebidas quentinhas também! E não esqueça de polvilhar canela em pó por cima, vai dar um aroma especial.

Receita e foto: Mais Você. Clique e veja também o vídeo de como preparar o bolo.

Veja mais em Índice de Receitas e conheça também nossa Loja Virtual de produtos para intolerantes e alérgicos.

Bolo Cremoso de Milho
Tempo Preparação
1hora
Tempo Cozedura
45minutos
Tempo Preparação
1hora
Tempo Cozedura
45minutos
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Em um liquidificador, coloque 2 xícaras (chá) de leite de coco, 3 ovos, 3 colheres (sopa) de manteiga, 1 ½ xícara (chá) de açúcar, 2 ½ xícaras (chá) de milho debulhado e bata bem.
  2. Com o liquidificador ainda ligado adicione 3 colheres (sopa) de amido de milho, 1 colher (sopa) de fermento em pó e bata até misturar.
  3. Transfira a mistura de milho para uma assadeira retangular (33 cm X 21 cm) untada com manteiga e leve ao forno médio pré-aquecido a 180º C por aproximadamente 45 minutos. Retire do forno e deixe esfriar.
  4. Corte em quadrados e sirva em seguida.

Bolo Cremoso de Milho
Débora Pusebon

]]>
https://www.semglutensemlactose.com/receita/bolo-cremoso-de-milho/feed/ 23
Alimentação de rei no café da manhã https://www.semglutensemlactose.com/artigos/alimentacao-de-rei-no-cafe-da-manha/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=alimentacao-de-rei-no-cafe-da-manha https://www.semglutensemlactose.com/artigos/alimentacao-de-rei-no-cafe-da-manha/#comments Mon, 28 Jul 2014 13:11:59 +0000 http://www.semglutensemlactose.com/?p=11276 Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos

A moleza acabou, as férias do meio do ano já [...]

Alimentação de rei no café da manhã
Débora Pusebon

]]>
Sem Glúten Sem Lactose
Sem Glúten Sem Lactose - Receitas, Nutrição, Dicas e Artigos