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Quatro coisas sobre intolerância à lactose que você vai gostar de saber

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Quatro coisas sobre intolerância à lactose que você vai gostar de saber

1. Tendência em alta

Produtos com benefícios específicos vêm cada vez mais garantindo um espaço nas gôndolas e nas mesas dos consumidores. Uma tendência que se verifica não só no Brasil, mas no mundo inteiro. Alimentos orgânicos, diet, light, sem glúten, com baixa ou sem lactose vêm ganhando a preferência das pessoas – o que se verifica tanto no mix em oferta nas prateleiras quanto nos ganhos contabilizados no comércio. A Europa lidera o consumo global, mas, apesar das diferenças culturais de cada região, é possível detectar pontos em comum entre os consumidores:

• Boa parte da população mundial sofre com o sobrepeso e o sedentarismo.
• Estimulados a mudar os hábitos alimentares, os consumidores eliminam da dieta várias categorias de produtos tidos como “não saudáveis”.
• Pessoas com algum problema de saúde costumam ter uma dieta mais restrita, optando por consumir alimentos funcionais e/ou com benefícios específicos.

2. Leite para intolerantes, benefício para todos

O leite zero lactose é um leite muito mais leve e de fácil digestão. O motivo é simples: no processo produtivo, é adicionada ao leite a enzima lactase, a mesma enzima que o organismo deveria produzir para a digestão do próprio leite – com a função de quebrar a lactose, o açúcar dele. Nesse processo, o leite permanece com todas as suas propriedades nutricionais e com sabor levemente adocicado, mas sem adição de açúcar. Os diabéticos podem consumir preferencialmente sob a orientação de um médico, pois contém glicose. O Camponesa Zero Lactose é um leite saudável para todos. Além de rico em vitaminas, também tem um baixo teor de gordura – por ser semidesnatado. Por todas essas qualidades, o leite zero lactose está sendo consumido até por pessoas que não apresentam intolerância, mas que sempre buscam uma vida mais saudável.

3. Intolerância e genética

Ser geneticamente intolerante à lactose tem a ver com a origem étnica e com a tradição na ingestão de produtos lácteos de uma população. Europeus ocidentais – com um longo histórico de ingestão de produtos lácteos – apresentam baixas taxas de intolerância à lactose – cerca de 3%. Já em populações em que o leite é tradicionalmente ausente da dieta, como os povos subsaarianos, afro-caribenhos, sul-americanos e de partes da Ásia, a incidência da intolerância à lactose é superior a 90%. Em uma população miscigenada como a brasileira, cerca de 70% dos adultos têm apresentado algum grau de intolerância. Considerando a população mundial, aproximadamente 75% é intolerante à lactose.

4. Intolerância na infância

Já na infância, a não ser quando o bebê apresenta uma deficiência congênita, é raro o registro de intolerância à lactose em recém-nascidos. A intolerância costuma atingir prematuros nascidos com menos de 30 semanas. Já a intolerância adquirida, mais frequente em crianças, geralmente ocorre depois de uma infecção intestinal.

Saiba mais acessando http://leitecamponesa.com.br/zero-lactose/

 

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